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Bem Informado Ninguém é Enganado

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ONS e OFFs Por Celson Bianchi (05/11)

quinta-feira, 5 de novembro de 2015



Por onde anda?
Tavares da Cunha Mello nasceu em 1º de abril de 1956 no Rio de Janeiro e mudou-se para Brasília na época da fundação da cidade. Graduado em Administração de Empresas, é técnico legislativo no Senado Federal desde a década de 70, função da qual se licenciou para assumir a cadeira de deputado distrital.
Deputado distrital desde a primeira legislatura na Câmara Legislativa, Benício foi por duas vezes presidente da Câmara onde sua primeira gestão foi no biênio 1993/94, quando promulgou a Lei Orgânica do DF e a segunda foi no período de 2003 e 2004. Nos 16 anos de atividade parlamentar ocupou ainda a segunda e terceira secretaria da Mesa Diretora e a liderança de governo, além da presidência de comissões temáticas.
Paraplégico vitima de acidente de carro, conhece por excelência as dificuldades enfrentadas pelos portadores de necessidades especiais no seu dia a dia. Engajado nas lutas em defesa dos portadores de necessidades especiais, em 1975 foi um dos fundadores da Associação dos Deficientes Físicos de Brasília (ADFB). Como parlamentar, foi autor da maioria da legislação que beneficia portadores de necessidades especiais no Distrito Federal.
Começou a vida política quando se destacou como chefe de gabinete do então senador Maurício Correia, no início da década de 80. Candidatou-se a deputado federal em 1986. Inexperiente e com poucos recursos financeiros, não conseguiu se eleger. Em 1990, no entanto, conquistou uma das 24 cadeiras da Câmara Legislativa, pelo PDT, com 6.500 votos. Em 1994, Tavares foi reeleito com 9.300 votos, em 1998 conquistou 15.075 e em 2002 angariou 26.252 votos sendo o segundo deputado mais votado da Casa. Já em 2006, foi eleito pelo Partido Progressista com 12.955.
Eleito com 15.367 votos para o quinto mandato consecutivo de deputado distrital nas eleições de 2010, o ex-distrital só permaneceu 11 meses como deputado após ser cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral, sendo impedido de concorrer a cargos públicos até 2019.
Mal posicionado
O deputado Cláudio Abrantes (Rede) fez um levantamento e concluiu que o DF está bem atrás de outros estados no que diz respeito as vagas oferecidas para ensino superior gratuito.
Goiás, vizinho da capital federal, por exemplo, dá show quando o assunto é universidade pública. Enquanto a média nacional é de 26% de matrículas no setor público e 74% no setor privado, o Distrito Federal (DF) caminha na contramão com apenas 16% de ofertas no setor público e 84% no privado, com as vagas nas faculdades particulares crescendo a cada ano.
Para tentar reverter o cenário, Abrantes colheu assinaturas e deverá criar na Câmara Legislativa nas próximas semanas, a Frente Parlamentar em Defesa da Universidade Pública do DF. As bases para instalação de uma universidade distrital já estão criadas. Desde 2013, o DF tem a Fundação Universidade Aberta (Funab) discutindo o projeto. A ideia é seguir o modelo de sucesso da ESCS.
Reflexão do dia
“A cobrança de taxa dos imóveis nada mais é do que a cobrança de um novo IPTU disfarçado de novo serviço público”, Chico Vigilante - Deputado Distrital.
Para finalizar: Após ser flagrado em uma troca de mensagens por celular durante a última CPI do transporte na CLDF, o secretário-adjunto de mobilidade Fábio Damasceno pode ser convocado pelos deputados para depor sobre as mensagens que descaracterizaram a investigação instaurada na CLDF.
 
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