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TRANSPORTE Taxistas protestam contra o Uber

terça-feira, 30 de junho de 2015

Representantes do sindicato foram recebidos por Rodrigo Rollemberg no Buriti

JULLIENE NOGUEIRA
DÊNIO SIMÕES/AGÊNCIA BRASÍLIA
Rodrigo Rollemberg concorda que o aplicativo Uber fomenta a pirataria no transporte
Taxistas do Distrito Federal se reuniram na manhã de ontem (29) para protestar contra o uso do aplicativo Uber. Para eles, o transporte é considerado pirata e prejudica o trabalho de cerca de cinco mil taxistas. A carreata começou no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek e terminou no Estádio Nacional Mané Garrincha. Por volta das 11h da manhã, os motoristas fizeram um buzinaço em frente ao Palácio do Buriti. Em paralelo ao evento, representantes do Sindicato dos Permissionários de Táxis e Motoristas Auxiliares do Distrito Federal (SinpeTaxi) foram recebidos pelo governador Rodrigo Rollemberg.
Rollemberg afirmou que o governo deve combater o uso do aplicativo por se tratar de transporte irregular e sem concessão alguma do GDF. “Nossa disposição é fazer com que o serviço ocorra de forma regulada e fiscalizada pelo poder público, como é o serviço de táxi”, disse. O governador informou ainda que estuda ampliar a frota de taxistas. “Com isso, teremos um número maior de carros atendendo com mais qualidade a população”, completou.
Para o taxista Elpídio Vaz, de 60 anos de idade e 38 de profissão, diz que o aplicativo reduz, e muito, o número de passageiros de táxis em Brasília. “Diminuiu de forma absurda desde que esse aplicativo apareceu aqui. Temos colegas que ficam duas, três horas esperando para fazer uma corrida. Antes não era assim. Chovia de gente querendo nossos serviços. Até programa de fidelidade entre motorista e cliente eles [Uber] estão fazendo. Isso é um absurdo”, afirmou.
Para Maria Santana, presidente do SinpeTaxi, os motoristas que prestam serviço para o aplicativo praticam transporte pirata e devem ser extinguidos por não se adaptarem às leis. “Não são cadastrados, não pagam impostos e circulam fazendo transporte por preços, para nós, abusivos. Eles estão roubando nossos passageiros e não pagam nada e sem fiscalização nenhuma. Eles circulam livremente por aí. É uma concorrência desleal”, afirmou. Segundo o Sindicato, a frota atual no DF é de 3,4 mil veículos e aproximadamente 5 mil taxistas.

POLÊMICA – Em funcionamento desde novembro de 2014 em Brasília, o Uber é um programa que pode ser baixado de graça e funciona como uma ponte entre usuários e motoristas que prestam corridas, como os táxis. Está presente em 57 países e em capitais brasileiras como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
A única modalidade disponível no DF é a “UberBlack”, que presta o serviço em carros pretos de luxo com atendimento chamado “especial”, com veículos com menos de três anos de uso, bancos de couro e ar condicionados sempre ligados. Os motoristas são treinados para abrir a porta para os passageiros, disponibilizar água e perguntar qual a rádio de preferência.
Não são feitos pagamentos em dinheiro ou com cartão de crédito dentro do veiculo. O valor da corrida é descontado do cartão indicado pelo cliente no momento do cadastro no aplicativo. A tarifa base cobrada é de R$ 4, R$ 0,25 por minuto mais R$ 1,75 por quilômetro. O valor é cerca de 5% mais caro do que os táxis comuns.
Em nota, a Secretaria de Mobilidade Urbana afirmou que o Uber não se enquadra no perfil de transporte individual de passageiros no DF, que funciona por meio de permissão e autorização. “O Uber tem sido tratado como transporte pirata sujeito a autuações e multas. A fiscalização desse tipo de transporte é feita por meio da SUFISA - Subsecretaria de Fiscalização de Auditoria da Secretaria de Mobilidade – que tem intensificado as operações de combate a pirataria em todo DF”, informou.
Também por meio de nota, a Uber defendeu o serviço prestado. “A Uber defende que os usuários têm o direito de escolher o modo que desejam se movimentar pela cidade e, com mais opções de transporte, maior o número de pessoas que optam por deixar seus carros em casa. A Uber também cria oportunidades de geração de renda para seus parceiros no mundo todo. Nossa principal missão é transformar o carro de um problema em uma solução, garantindo o direito de escolha por mais opções de mobilidade”, informou.
Da redação do Alô
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Nova bomba em Brasília jogará estilhaços em Cláudio Monteiro

CLAUDIO MONTEIRO
Mais uma bomba está prestes a estourar em Brasília. E quem vai levar o ‘pau no gato’, diz o jornalista Mino Pedrosa, em seu programa Retrato Falado, é o ex-secretário da Copa Cláudio Monteiro. “Buchinho recuou, está quieto, mas os estilhaços vão cair sobre ele”, revelou Mino na Rádio OK FM, nesta segunda-feira, 29. O jornalista fez referência a desvios na construção do bilionário estádio Mané Garrincha, e sustentou que o bicheiro Carlinhos Cachoeira chegou a Brasília pelas mãos do ex-homem forte de Agnelo Queiroz.                                                                                          (notibras.com)
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De versículo em versículo, um dia mandarão nos mandantes

telma30
Pergunta que circula nos corredores da Câmara Legislativa: desta vez a Bíblia da Mesa Diretora será democratizada, com  algum versículo chegando à Corregedoria, ou a presidente Celina Leão (PDT), mandará arquivar a segunda representação contra sua colega Telma Rufino (PPL)?       (notibras.com)
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Briga entre funcionários da Secretaria de Agricultura deixa homem ferido


Os envolvidos são ex-presidiários e não há informações sobre o que teria motivado a discussão. A vítima foi encaminhada ao hospital e passa bem. O suspeito fugiu do local

Um funcionário da Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri/DF) ficou ferido no pescoço após se desentender com um colega de trabalho, por volta das 8h12 desta terça (30). Os dois trabalhadores são ex-presidiários e trabalhavam na lavagem dos carros do órgão. Eles estavam sozinhos no momento do conflito e não há informações sobre o que teria motivado a briga. O suspeito fugiu do local e a polícia foi acionada.
A vítima foi levada imediatamente ao hospital por um colega de trabalho do mesmo departamento e passa bem. De acordo com a assessoria de comunicação da pasta, os dois sempre prestaram um bom trabalho e nunca houve desentendimentos. "Todos os ressocializados que passam por aqui são bons servidores e apresentam um bom comportamento. Este foi um caso isolado e lamentamos o ocorrido", afirmam.
A Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) informou que a vítima segue hospitalizada e, após alta, será realizada uma sindicância para apurar os fatos decorrentes da lesão.
O trabalho da FUNAP
A Funap é um ógão ligado à Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus/DF) e tem, por missão, capacitar e inserir no mercado de trabalho infratores que apresentam bom comportamento e cumprem penas em regime semiaberto, dando uma nova chance de ressocialização e renda.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
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Governo deverá mudar operação do sistema dos ônibus


Quando mais se fala em anular a licitação, secretário avisa que Buriti deve examinar "todos os cenários"

Com ou sem cancelamento da licitação dos ônibus, a Secretaria de Mobilidade tenta mudar a operação do sistema. Cada vez mais levantada pelos deputados da CPI dos Transportes, a possibilidade de cancelamento existe mesmo, caso se comprovem irregularidades na concorrência. Ainda que os contratos não sejam anulados, o governo estuda possíveis alterações de cláusulas e até a racionalização das linhas.
Praticamente todos os depoimentos da CPI agravaram ainda mais as dúvidas sobre a licitação lançada em agosto de 2012. A única melhoria teria sido a renovação da frota. Ainda assim, existem denúncias sobre o consultor contratado pelo governo, o advogado Sacha Reck. Ele teria atuado tanto na elaboração do edital, quanto em defesa dos interesses das empresas vencedoras. O depoimento do presidente da comissão de licitação, Galeno Furtado, aumentou as suspeitas.
Direcionamento da licitação
Com o aparente direcionamento do certame, as empresas teriam obtido condições vantajosas e, em consequência, prejudiciais ao governo.
A Secretaria de Mobilidade evita comentar as possíveis irregularidades dos contratos, mas garante que a tendência é de melhora, independentemente dos resultados da CPI ou dos processos que podem anular a licitação. Para o secretário, Carlos Tomé, cabe ao governo estudar todos os cenários.
“O que estamos fazendo é nos preparar para qualquer resultado. Se ficar decidido que cláusulas específicas nos contratos serão mudadas, por exemplo, pode ser benéfico. Meu cenário preferido é aquele que tiver menor interferência na continuidade do serviço. Na questão financeira já tomamos medidas para reduzir irregularidades, combatendo fraudes e recadastramento de gratuidades”, disse.
Continuidade garantida
Ainda no cenário mais abrupto, o cancelamento da licitação, Carlos Tomé defende que não deve haver desespero ou aplicação imediata da decisão judicial. Os operadores atuais do sistema podem continuar  nas ruas, pelo menos até que uma nova concorrência seja realizada, de acordo com ele. 
“Confiamos na responsabilidade que a Justiça sempre demonstra de trazer aquilo que precisa ser trazido para o limite da legalidade e dar um prazo para adaptação.Não acreditamos que nenhuma instância, Câmara Legisativa  ou Tribunal de Justiça, vai determinar encerramento da noite para o dia”, afirmou.
Apesar de  negadas em caráter liminar, as ações que pedem anulação ainda tramitam na Justiça.
Consultada, a Associacao Brasiliense das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros, preferiu não se manifestar sobre o assunto.
Presidente cobra uma intervenção
Esperar não parece ser a melhor saída para todos. Segundo o presidente da CPI dos Transportes, deputado Bispo Renato Andrade (PR), o governo está falhando em não tomar atitudes.
“Já existem dados suficientes para o GDF tomar pelo menos uma atitude em relação aos pagamentos. Essa conta não fecha. Em setembro vai ter aumento da tarifa técnica  e ninguém sabe quanto mais vai ser gasto com passes de estudantes e  deficientes. Vai  ser astronômico. Falta uma medida mais enérgica”, criticou.
O deputado também discorda dos métodos propostos pelo secretário de Mobilidade. Para Bispo Renato, existem maneiras de tirar a operação das mãos das empresas. “Se cancelar a licitação, acho que o próprio GDF tem condições de controlar as empresas, manter ônibus funcionando e  colocar interventores, até nova licitação”, sugeriu.
Mesmo com o recesso parlamentar, o trabalho da CPI continua, na análise dos documentos  e revisão dos depoimentos já prestados. Ainda assim, o presidente vai além e cogita convocar os outros integrantes para reuniões extraordinárias durante julho.
A decisão depende da Mesa Diretora. Será a segunda vez este ano que a Câmara Legislativa age fora da normalidade. Para o pagamento dos salários de servidores, os deputados votaram a lei que autorizava  uso dos fundos distritais. A sessão ocorreu em uma sexta-feira, dia em que o plenário permanece vazio.
Hora de resultados
A urgência, de acordo com Bispo Renato, tem a ver com a necessidade de trazer resultados. A proximidade do aumento da tarifa técnica deve obrigar os deputados a agirem, fornecendo dados para que a revisão dos contratos ocorra o mais rápido possível.
Com reuniões extraordinárias ou não, o trabalho da CPI será árduo, mesmo durante o recesso. As documentações recebidas se amontoam na seção de apoio. Apenas do Tribunal de Contas, foram recebidas 20 mil páginas do processo relativo à licitação do transporte público.
A análise definirá, por exemplo, qual será o primeiro depoimento marcado. As opções são o advogado Sacha Reck e o ex-diretor do DFTrans, Marco Antônio Campanella. É considerada estratégica a ordem das oitivas, já que uma fala pode levar a novas perguntas a outro dos convocados. 
Ambos os envolvidos com a concorrência já tiveram convocações votadas e aprovadas pelos integrantes da CPI.
Meta é provar que inquérito não vira pizza
Os deputados tentam mostrar serviço com a investigação sobre o transporte público. Um dos motivos para isso é tentar acabar com o estigma de que CPI é sinônimo de pizza.  Quando se toca no assunto, o presidente já tem a frase pronta. “Você lembra quem foi o presidente da CPI da Gautama?”, questiona, com um sorriso no rosto. Bispo Renato comandou a comissão que apurou, entre 2007 e 2008, as irregularidades nos contratos do GDF com uma construtora.
O relatório final provou as irregularidades e pediu a condenação dos envolvidos. O que parecia inimaginável na legislatura passada se tornou possível após as eleições. Até então deputada de uma oposição pequena, Celina Leão era uma das únicas vozes que criticavam a licitação do transporte público. Os pedidos de CPI foram vários, mas acabavam arquivados, pelo número insuficiente de assinaturas.
Base funcionou
A investigação não ia adiante, por conta da grande base montada pelo governo de Agnelo Queiroz (PT). Entre os 24 deputados, Agnelo chegou a ter o apoio de 21 deles.
Como Celina integrava a coligação que apoiou o governador Rodrigo Rollemberg (PSB), o arranjo político lhe garantiu a presidência da Câmara Legislativa. Mesmo sem formar uma grande sustentação ao governo, os parlamentares não ofereceram resistência para a criação da CPI do Transporte, principal bandeira da chefe do Legislativo.
Antes mesmo do relatório final, os distritais dão entrevistas já dando como certas as irregularidades na contratação das empresas de ônibus. Depois do recesso, chegará o momento decisivo da comissão, que tem prazo até o fim do ano e pode ser prorrogada, caso seja comprovada necessidade.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
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Agentes policiais de custódia começam a voltar para a PCDF


Prazo para reintegração dos agentes à PCDF terminou no domingo, dia 28 (Fotos: Paulo Cabral/Sinpol-DF)
Prazo para reintegração dos agentes à PCDF terminou no domingo, dia 28 (Fotos: Paulo Cabral/Sinpol-DF)
Em resposta ao pleito da categoria, reverberado pelo Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF), a Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania do DF (Sejus) começou a entregar na manhã desta segunda, 29,  os ofícios de apresentação dos agentes policiais de custódia à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
Essa era uma medida que vinha sendo cobrada desde o início do ano, a fim de garantir o cumprimento da Lei 13.064/2014, cujo prazo se encerrou no último domingo, 28.
Os servidores chegaram a se mobilizar  em frente à sede da Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe) para um ato de manifestação, conforme acordado em uma reunião na última quinta, 26.
A entrega dos ofícios, iniciada nesta segunda, segue até a quarta, dia 1º de julho – quando todos os agentes policiais de custódia, anteriormente lotados no sistema penitenciário, deverão estar incorporados ao quadro da Polícia Civil.
Documentos serão entregues aos agentes policiais de custódia em três grupo, desta segunda, 29, até quarta, 1º de julho
Documentos serão entregues aos agentes policiais de custódia em três grupo, desta segunda, 29, até quarta, 1º de julho
ATRIBUIÇÕES
“Hoje é um avanço, um dia histórico na verdade, porque os policiais estão deixando o sistema penitenciário para cumprirem a sua função que é prender e custodiar os presos, entre tantas outras tarefas no âmbito da PCDF”, afirma o presidente do Sinpol-DF, Rodrigo Franco, o Gaúcho.
“Estão finalmente voltando para a sua casa, que é a Polícia Civil, onde há um grande espaço para eles trabalharem, contribuindo para a melhoria da segurança pública em todo o DF”, acrescenta.
Com o início da entrega dos ofícios, a manifestação direcionou o foco à cobrança de discussões que possibilitem que as atribuições dos agentes policias de custodia na PCDF sejam devidamente definidas.
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Em reunião na Direção Geral da PCDF, Eric Seba detalhou a lotação dos 188 agentes policiais de custódia
RETORNO
O agente policial de custódia Davi Boaventura, há dois anos lotado na Sesipe, lembra que o cargo de agente penitenciário foi modificado para agente policial de custódia, mas ressalta que “também é necessário que as atribuições da função sejam atualizadas em lei”.
Por sua vez, a agente Simone Ferreira, há treze anos lotada no Centro de Progressão Provisória (CPP), ressalta o desejo de trabalhar na sua instituição de origem. “Vai ser muito bom voltar para minha casa e, inclusive, contar meu tempo de polícia. Além disso, também poder trabalhar sem desvio de função e exercer as atribuições inerentes ao meu cargo”, acrescenta.
Além de presidente do Sinpol-DF, participaram da manifestação a segunda vice-presidente, Marcelle Alcântara, além dos diretores, Marcelo Ferreira, Fernando Ferreira, Bruno Cançado, Renato Santos, Elcimar Nunes, Lidenberg Rodrigues Melo e Celma Lima.
DESTINO DOS AGENTES  
Após o ato, a diretoria do Sinpol-DF se reuniu com o diretor da polícia civil do DF, Eric Seba, para discutir o destino dos agentes policiais de custódia na PCDF.
Seba apresentou um pequeno plano especificando a lotação dos 188 agentes que devem se apresentar à direção da PCDF nos próximos três dias.
Segundo o diretor, 150 agentes serão encaminhados para o Departamento de Atividades Especiais (Depate) e ficarão à disposição da Divisão de Capturas e Polícia Interestaduais (DCPI) e da Divisão de Controle e Custódia de Presos (DCCP).
No Departamento de Polícia Especializada (DPE), 30 agentes policiais de custódia ficarão à disposição das duas Delegacias da Criança e Adolescente (DCA) e farão a custódia dos menores apreendidos ali.
EFETIVO
Ainda durante o encontro, a diretoria do Sinpol-DF reafirmou que não compactuará com qualquer atitude por parte do governo que coloque os agentes policiais de custódia em situação de desvio de função. O presidente do Sinpol-DF lembrou que, a partir de agora, os agentes devem apenas desempenhar aquilo que for papel da polícia, e que, caso a Administração desrespeite a Lei, o sindicato tomara as providências necessárias.
“Se os policias realizarem qualquer tipo de atividade que configure desvio de função, o Sinpol irá tomar as medidas administrativas e judiciais cabíveis”, disse.
Uma nova reunião entre a diretoria do Sinpol-DF, a direção da polícia civil e os agentes policiais de custódia está prevista para a próxima sexta-feira, 3, às 15h30, no Auditório do DPE. Na ocasião, Eric Seba deve reforçar o papel que os agentes policiais de custódia deverão desempenhar na volta à polícia.
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Sinpol-DF convoca policiais a acompanhar a votação na CLDF


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Diretoria do Sinpol-DF buscou informações com os deputados distritais (Fotos: Paulo Cabral/Sinpol-DF)
O Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) convoca a categoria a acompanhar nesta terça, 30, na Câmara Legislativa do DF (CLDF), a votação do Projeto de Emenda à Lei Orgânica (PELO) nº 80/14, que visa regulamentar artigos da Lei Orgânica do DF (LODF) e da Constituição Federal.
Dois ônibus serão disponibilizados para o transporte dos policiais: um sairá da 21º Delegacia de Polícia, às 16h; o outro, às 16h15, do Departamento de Polícia Especializada (DPE).
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Projeto deve ser incluído na pauta do plenário da CLDF após reunião de líderes partidários
O PELO, de inciativa parlamentar, visa permitir que normas distritais disponham sobre a organização da Polícia Civil do DF (PCDF) e sobre direitos, garantias e deveres de seus integrantes.
Ele também autoriza a regulamentação de verbas indenizatórias como auxílios moradia, uniforme e alimentação por decreto do Governo do Distrito Federal (GDF).
A diretoria do sindicato, representada pelo presidente, Rodrigo Franco, o Gaúcho, e pelo secretário geral, Paulo Sousa, esteve na CLDF na última segunda, 29, para buscar informações sobre o projeto com os deputados Wellington Luiz, Raimundo Ribeiro e Dr. Michel.
Diretoria do sindicato esclareceu a questão junto aos parlamentares nesta segunda, 29 (Foto: Ascom/Sinpol-DF)
Diretoria do sindicato esclareceu a questão junto aos parlamentares nesta segunda, 29 (Foto: Ascom/Sinpol-DF)
Diante das conversas, Sinpol-DF esclarece que há entendimentos de que a vinculação e manutenção da PCDF devem sempre permanecer à União.
No entanto, diante da disparidade de tratamento no que tange ao valor de certos auxílios concedidos a servidores da União e do Distrito Federal, os policiais civis precisam buscar a recomposição justa de tais direitos, sem, contudo, perder a garantia do fundo constitucional do DF.
Esta terça é o último dia de sessões na Câmara Distrital. Às 14h30 haverá reunião de líderes dos partidos onde se tentará incluir a votação do projeto na pauta do plenário. O PELO ainda necessitará de apresentação de parecer de comissão especial.
Entretanto, esse parecer poderá ser apresentado também plenário, uma vez que já passou pela Comissão de Constituição e Justiça da casa.

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Presidente da licitação de ônibus nega à CPI ter recebido pressão do GDF

sábado, 27 de junho de 2015

Começaram a ser ouvidos na manhã desta quinta-feira (25) os responsáveis pelo processo licitatório que renovou a frota de ônibus do Distrito Federal, alvo de investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito do Transporte Público, da Câmara Legislativa. O então presidente da comissão especial de licitação, Galeno Furtado Monte negou ter recebido qualquer tipo de pressão ou influência do secretário de Transportes, José Valter Vasques, sobre os trabalhos da comissão de licitação. Galeno também negou que o advogado Sacha Reck tenha tentado influenciar os trabalhos da Comissão, porém admitiu que ele orientou os trabalhos iniciais do colegiado.
De acordo com o ex-presidente da licitação, que não compareceu à última oitiva da CPI, o secretário de transporte nunca esteve sequer na sala de trabalhos da Comissão. Galeno, no entanto, confirmou a participação efetiva de Sacha Reck no processo licitatório. "Ele fazia toda a parte jurídica, elaborava todas as atas e nós assinávamos. Ele era nosso âncora, até porque nenhum membro da comissão tinha experiência com licitação. Todas as nossas dúvidas eram levadas ao Sacha, ele era nosso consultor e tinha acesso a todos os documentos", afirmou.
Durante arguição feita pela deputada Sandra Faraj (SD), Furtado reiterou que não recebeu vantagens financeiras ou favores, como cargos, para atuar no processo licitatório. Faraj disse "estranhar a escolha de um presidente sem experiência na área para atuar em licitação tão vultosa". Ele respondeu que sua participação se limitava a aplicar o edital. Galeno Monte afirmou ainda ao deputado Renato Andrade (PP) que autoriza a abertura dos seus sigilos bancários, fiscal e telefônico.
Ao ser arguido pela deputada Celina Leão (PDT), o ex-presidente da licitação disse ter sido vítima de ameaças de morte e perseguição. Galeno narrou ter sido seguido de carro até sua residência, que fica a 70 Km de Brasília, por três vezes.
Consultoria - Outros depoimentos colhidos pela CPI hoje apontaram a participação efetiva do advogado Sacha Reck na licitação. Segundo Marcos Witczak, procurador do Distrito Federal, a contratação de Sacha Reck como consultor foi uma indicação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A participação de Sacha Reck no processo licitatório despertou suspeita de favorecimento, uma vez que o advogado já havia atuado como defensor de empresas de ônibus que participaram da concorrência.
"Em 2009, o BID fez um acordo com o GDF para fornecer consultoria na área de transportes. Assim, a empresa Logitrans foi contratada para elaborar o termo de referência e foi aí que apareceu o Sacha Reck. Ele participou primeiro como consultor dessa empresa e depois como sub-contratado da empresa Arcadis Logos", afirmou Witczak.
Já o procurador do Distrito Federal Edvaldo Costa, ao ser questionado sobre a participação de Sacha Reck na licitação, informou que a Procuradoria Geral não foi provocada a se manifestar sobre esta questão. "A procuradoria não foi instada a analisar a contratação do Sacha, mas, em tese, eu diria que há embasamento legal para essa contratação", observou.
Galeno Furtado Monte, então presidente da Comissão Especial de Licitação do Transporte Público, por outro lado, afirmou que a procuradoria se manifestou favoravelmente à contratação de Sacha Reck. "O grupo Constantino tentou participar com duas empresas, só para dar um exemplo. Nós detectamos e comunicamos a Procuradoria Geral, mas a resposta foi que não havia indício de formação de grupo econômico", afirmou Galeno.
O deputado Bispo Renato (PR) ponderou a responsabilidade da procuradoria. "Me parece que os procuradores foram induzidos ao erro. Não creio que eles compactuaram com a ilegalidade", afirmou. 
Éder Wen, Franci Moraes e Luis Cláudio Alves, Coordenadoria de Comunicação Social (CLDF)
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Motorista e empresário de Cristiano Araújo recebem alta médica


Ronaldo Miranda e Victor Leonardo ficaram feridos em acidente (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Ronaldo Miranda e Victor Leonardo ficaram feridos em acidente (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
O motorista do cantor Cristiano Araújo, Ronaldo Miranda, e um dos empresários dele, Victor Leonardo, receberam alta do Instituto Ortopédico de Goiânia (IOG) na noite de quinta-feira (26). Eles estavam no banco da frente da Range Rover do músico no momento em que ela saiu da estrada, na BR-153, em Goiás. O artista e a namorada, a estudante Allana Moraes, morreram.
Os dois feridos foram resgatados logo após o acidente, na madrugada de quarta-feira (24), no trecho da rodovia entre Morrinhos e Pontalina e levados para o Hospital Municipal de Morrinhos. Em seguida, foram transferido para o IOG, onde ficaram na UTI. Ambos estavam com quadro estável, mas Ronaldo estava com suspeita de fratura na coluna e traumatismo craniano leve. Na tarde de quinta-feira, eles deixaram a UTI e foram liberados para voltar para casa por volta da meia-noite.                                                                                      (odemocrata.com)
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Mais 144 famílias contempladas no Residencial Parque do Riacho

Favorecidos foram habilitados na faixa 2 do programa Morar Bem

DÊNIO SIMÕES/AGÊNCIA BRASÍLIA
O governador Rodrigo Rollemberg entregou neste sábado (27) mais um condomínio do Residencial Parque do Riacho, no Riacho Fundo II. Os apartamentos de dois e três quartos estão distribuídos em nove prédios. As 144 famílias favorecidas foram habilitadas pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) na faixa 2 do programa Morar Bem, destinada àqueles com renda familiar de R$ 1.600,01 a R$ 3.275.

"Quero comentar sobre a minha profunda alegria de estar aqui compartilhando o sonho de 144 famílias, que é o sonho de ter a casa própria", disse Rollemberg.

Os contemplados começaram a receber as unidades habitacionais durante a manhã. Entre eles, Antônio Alves, de 57 anos, que teve a chave entregue pelas mãos do governador. "Eu vim para cá em 1977 e ainda não tinha moradia, agora eu tenho. Estou muito feliz", comemorou o jardineiro, já dentro do próprio apartamento, ao lado da esposa.

Além do chefe do Executivo local, participaram da solenidade os secretários de Gestão do Território e Habitação, Thiago de Andrade; e de Mobilidade, Carlos Tomé; o presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), Gilson Paranhos; o chefe da Casa Militar, coronel Cláudio Ribas; o administrador do Riacho Fundo II, Francisco Vicemar Medeiros; e o deputado distrital Júlio Cesar (PRB), líder do governo na Câmara Legislativa.

De acordo com a Codhab, a infraestrutura do Residencial Parque do Riacho é custeada com o financiamento de R$ 41,32 milhões do Banco do Brasil, liberados no início ano, de um total de R$ 67,78 milhões solicitados por meio do Programa de Financiamento da Contrapartida do Programa de Aceleração do Crescimento (CPAC) do governo federal. Os recursos viabilizam as obras de drenagem, terraplenagem, pavimentação e dos sistemas de esgoto e de fornecimento de água e energia.

Em maio, o governador de Brasília entregou 1.008 apartamentos do Parque do Riacho. Segundo a companhia, mais 3.312 unidades habitacionais do residencial — do total de 5.904 — serão entregues até o fim do ano. O empreendimento é uma parceria do programa Morar Bem, do governo distrital, com o Minha Casa, Minha Vida, do Executivo federal.

Antes da solenidade no Residencial Parque do Riacho, o governador Rodrigo Rollemberg acompanhou parte da vistoria de 176 imóveis na etapa 4 do Riacho Fundo II.
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Quem sabe das coisas não assina CPI


Houve uma razão para o distrital Agaciel Maia (foto) ser um dos dois únicos distritais a evitar assinatura no requerimento de uma CPI das gravações do Buriti. Ele tem juízo. Percebeu de imediato que criar uma comissão parlamentar de inquérito sobre o tema serviria apenas para desconstruir a imagem da Câmara Legislativa. “Durante semanas, ficariam todos os distritais expostos à divulgação de informações, verdadeiras ou não, sobre a atividade parlamentar e a negociação política”, observa o deputado. Seria só informação negativa. Por essas e outras, registre-se, é que CPIs costumam referir-se a outros poderes, em geral o Executivo. O outro distrital que não assinou o requerimento é o líder do governo, Júlio César Ribeiro, que admitiu, porém, apoiar a iniciativa.
Fonte:do alto da torre
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No Paraná, carro é adesivado após motorista estacionar em vaga para deficientes; bem que no Gama, DF, estamos precisando dessa pegadinha

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Do Correio Braziliense
Um grupo de jovens que tem um canal no Youtube resolveu fazer uma pegadinha com o infrator

Ao deixar o carro despistadamente em uma vaga para deficientes, o motorista não poderia supor que seu "jeitinho" se tornaria um vexame de dimensões virais na internet. Pedestres, motoristas e comerciantes de Maringá, no Paraná, se divertiram muito nesta quarta-feira (24/6) ao presenciarem uma pegadinha com um rapaz que estacionou o carro ilegalmente.

Um grupo de jovens que tem um canal chamado Boom no Youtube, resolveu adesivar o carro do infrator antes dele voltar. A movimentação chamou a atenção de quem passava pelo local, e ao retornar ao veículo o motorista encontrou uma multidão ao redor do carro. O homem foi vaiado, multado, e saiu dirigindo visivelmente irritado com a brincadeira, cantando pneus.

Muitas pessoas que presenciaram a cena gravaram a reação do motorista com celulares, e os vídeos fizeram sucesso na internet. Algumas das gravações alcançaram mais de 3 milhões de reproduções.

Parte 2
Há um ano, o canal havia feito um vídeo semelhante, em que pintavam o capô de um carro estacionado indevidamente em uma vaga reservada. A filmagem teve grande repercussão, ultrapassando os 5 milhões de visualizações.
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GDF confirma apresentação dos agentes policiais de custódia à PCDF


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O Sinpol-DF voltou a discutir com a SSP as condições de apresentação dos agentes policiais de custódia à PCDF (Fotos: Arquivo/Sinpol-DF)
As condições de apresentação dos agentes policiais de custódia à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) voltaram a ser discutidas em reunião entre a diretoria do Sindicato dos Policiais do DF (Sinpol-DF) e a Secretaria de Segurança Pública e Paz Social na manhã desta quinta, 24.
No encontro, o Sinpol-DF reforçou o que vem sendo exigido do Governo do Distrito Federal (GDF) desde o início do ano: o cumprimento integral da Lei 13.064/2014, que prevê o retorno dos agentes para a PCDF em 180 dias. O prazo se encerra neste domingo, 28 de junho.
A posição do sindicato foi ratificada pela categoria em reunião no CPP realizada na última quarta, 23.
Participaram da reunião o presidente do Sinpol-DF, Rodrigo Franco, o Gaúcho, a segunda vice-presidente, Marcelle Alcântara, e o diretor de Cultura e Esportes, Marcelo Ferreira, os diretores do Sindicato dos Agentes de Atuvidades Penitenciárias do DF (Sindipen-DF), o secretário de Segurança Pública, Athur Trindade, o diretor-geral da PCDF, Eric Seba e o subsecretário do Sistema Penitenciário, João Carlos Lóssio.
CRONOGRAMA
A diretoria do sindicato foi contrária a proposta de a PCDF absorver o CDP ou prestar os serviços típicos da Sesipe
A diretoria do sindicato foi contrária a proposta de a PCDF absorver o CDP ou prestar os serviços típicos da Sesipe
Ainda na reunião, a diretoria do sindicato se posicionou claramente contrária a proposta de a PCDF absorver o Centro de Detenção Provisória (CDP) ou prestar os serviços típicos da Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe).
O secretário Arthur Trindade informou que os agentes serão divididos em três grupos para receber o ofício de apresentação à Polícia Civil. Segundo ele, o processo começaria na segunda, 29 de junho, e terminaria na quarta, dia 1º de julho.
A diretoria do Sinpol-DF solicitou, então, que seja estabelecido um cronograma com a relação dos nomes de cada policial. Foi acordado que o subsecretário da Sesipe, João Carlos Lóssio, preparará esse documento.
Até que esse cronograma e a relação de nomes seja apresentada, a manifestação dos agentes policiais de custódia, marcada para esta segunda, 29, às 10h, está mantida. A recomendação do Sinpol-DF é que a categoria continue mobilizada.
LOGO-DO-SINPOL-300x294JUNTOS SOMOS FORTES!
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Idoso morre durante caminhada no Parque da Cidade


Socorristas do Samu tentaram reanimar o homem por aproximidamente uma hora, mas a vítima não esboçou reação, sendo decretado óbito no local

Um homem, de 80 anos, morreu na manhã desta sexta (26) enquanto caminhava pelo Parque da Cidade. Ele foi vítima de uma parada cardiorrespiratória e caiu entre os estacionamentos 2 e 3, perto de uma academia. Cicilistas que passavam pelo local prestaram o socorro e, ao perceberem que o idoso não respirava, acionaram o Serviço Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros.
Segundo o Samu, os socorristas tentaram reanimação do idoso por aproximadamente uma hora, mas a vítima não esboçou reação, sendo decretado óbito no local.
O idoso portava, dentro do bolso, apenas a chave do seu veículo, que foi localizado pela Polícia Militar. A corporação conseguiu acionar a família através de informações provenientes da placa do automóvel.
*Com informações de Ingrid Soares
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
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Prazo para TCDF expor inspeções


A Comissão de Fiscalização e Governança da Câmara Legislativa aprovou ontem projeto de lei complementar do distrital Robério Negreiros que fixa prazo de trinta dias, contados a partir do encerramento de cada trimestre, para que o presidente do Tribunal de Contas apresente relatório à Câmara Legislativa sobre as inspeções e auditorias mais relevantes em andamento, e as concluídas neste período. O projeto deve ainda ser examinado pelas Comissões de Economia, Orçamento e Finanças, e de Constituição e Justiça.                                                                                                                                        
Fonte:do alto da torre / foto:nossogama.com.br
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Câmara pede apuração policial sobre vazamento de áudio de reunião

quinta-feira, 25 de junho de 2015


Documento é assinado por 24 distritais; GDF também pediu investigação

Presidente da Casa e ex-secretário trocaram acusações sobre áudios.

Os 24 deputados da Câmara Legislativa do Distrito Federal assinaram nesta quarta-feira (24) um pedido de investigação sobre a gravação e o vazamento do áudio de uma reunião dos parlamentares com Rodrigo Rollemberg, realizada em 14 de maio no gabinete do governador... Segundo a presidente da Casa, Celina Leão (PDT), o documento será enviado ao Ministério Público e às polícias Civil e Federal.

Distritais da base aliada e "independentes" se reuniram durante a tarde com os secretários da Casa Civil, Sérgio Sampaio, e de Relações Institucionais, Marcos Dantas. Na saída do encontro os gestores disseram que o governo passa por "turbulência", mas minimizaram o dano causado pelo vazamento na relação entre Executivo e Legislativo.
"Estamos atravessando uma turbulência. Isso na política se resolve como? Com muita conversa, muito diálogo, muita negociação. O que os deputados querem é contribuir, levando mais infraestrutura. Eles querem atender suas bases, não estamos inaugurando nada aqui", afirmou Dantas. Segundo ele, o governador está "muito preocupado, muito constrangido".
Sampaio disse que haverá "demissão sumária" caso algum integrante do GDF tenha envolvimento comprovado com o grampo. "O governador determinou isso textualmente. Não entendo como uma crise entre Buriti e Câmara porque as duas instituições se sentem agredidas", disse o chefe da Casa Civil.
É engraçado, a fala do secretário Hélio Doyle não consta no áudio. E ele foi retrucado por mim na fala, quando ele queria enfiar o IPTU aqui contra a população do DF, a qualquer custo, em cima dos parlamentares. Isso sequer foi falado"
Celina Leão (PDT),
presidente da Câmara Legislativa do DF

Dantas disse que até esta quarta nenhuma varredura ou mudança no protocolo de reuniões tinha sido determinada pela Casa Civil. "Isso ainda não foi discutido internamente. Nós estamos impactados pelo que aconteceu, mas é claro que ninguém deseja que isso volte a se repetir."

Troca de acusações
Em entrevista após a reunião, Celina Leão disse que o vazamento foi "pinçado" e que funcionários do GDF ligados ao PT podem estar por trás da ação. A parlamentar também levantou suspeita sobre o ex-chefe da Casa Civil, Hélio Doyle. Segundo Celina, a participação dele na reunião gravada foi omitida do vazamento.
"É engraçado, a fala do secretário Hélio Doyle não consta no áudio. E ele foi retrucado por mim na fala, quando ele queria enfiar o IPTU aqui contra a população do DF, a qualquer custo, em cima dos parlamentares. Isso sequer foi falado", declarou.
O governador Rodrigo Rollemberg )centro) ao aldo do secretário da Casa Civil, Hélio Doyle, e da presidente da Câmara, Celina Leão (PDT), durante anúncio de pagamento intregral do salário do funcionalismo em março (Foto: Raquel Morais/G1)
O governador Rodrigo Rollemberg )centro) ao aldo do secretário da Casa Civil, Hélio Doyle, e da presidente da Câmara, Celina Leão (PDT), durante anúncio de pagamento intregral do salário do funcionalismo em março (Foto: Raquel Morais/G1)
Ao G1, Doyle negou envolvimento no caso. "Se eu fosse gravar e divulgar, eu tiraria justamente a minha parte? Acho que ela devia raciocinar um pouquinho mais antes de falar. Esse episódio está servindo de pretexto para acirrar as relações entre Câmara e GDF. A quem interessa isso? Certamente, não ao governo."
Se eu fosse gravar e divulgar, eu tiraria justamente a minha parte? Acho que ela devia raciocinar um pouquinho mais antes de falar. Esse episódio está servindo de pretexto para acirrar as relações entre Câmara e GDF. A quem interessa isso? Certamente, não ao governo" Hélio Doyle, ex-chefe da Casa Civil do DF

Hélio Doyle anunciou sua demissão em 10 de junho dizendo ter se tornado "o alvo das críticas" de opositores. No mesmo discurso, ele denunciou práticas de "toma lá, dá cá" e disse que distritais faziam chantagens no Buriti e pediam cargos em troca do apoio em votações.

"Eu acho que um secretário que sai falando, atacando esse poder [Legislativo], e daí vaza sem a fala do secretário, que estava lá? É, no mínimo, suspeito", diz Celina.
Doyle afirmou que não considera o conteúdo dos áudios "muito grave" e que os diálogos denunciados por ele no início do mês eram "mais fortes, em reuniões mais reservadas".
"Tem coisas muito mais graves que isso mas que, certamente, não seriam ditas numa reunião com 30 pessoas. Me reuni inúmeras vezes com deputados, inclusive com Celina, e não tenho gravação nenhuma. Se tivesse, poderia dizer que tenho provas das denúncias que fiz. Não tenho", afirmou Doyle.

Reclamações
Ao longo da tarde, outros deputados cobraram investigação e posicionamento firme do Buriti. "Eu não quero nada [do GDF], tanto que estou há sete meses sem cargos e não preciso de cargo pra sobreviver. O teor da conversa é o que menos interessa, o que interessa é a sem-vergonhice de quem gravou", afirmou Dr. Michel (PP).
Membro da base, Rodrigo Delmasso (PTN) disse que Rollemberg não pode ficar em silêncio frente às gravações. "O governador, mesmo que não tenha responsabilidade, deveria vir a público dizer que não compactua. Quem cala, consente".
Nesta quarta, Rollemberg disse que "lamenta, mas encara com tranquilidade" e que "não está preocupado" com o vazamento. Em nota divulgada horas antes, o GDF afirmou que a Polícia Civil será acionada para investigar o caso.
Eu não quero nada [do GDF], tanto que estou há sete meses sem cargos e não preciso de cargo pra sobreviver. O teor da conversa é o que menos interessa, o que interessa é a sem-vergonhice de quem gravou"
Distrital Dr. Michel (PP)
Celina disse que as "relações institucionais" não serão alteradas e cobrou postura mais firme de Rollemberg. "Nós entendemos nosso papel. Quem não entende o papel do governador é o governador, que deveria ter se posicionado desde ontem, dado uma mensagem clara. Até porque nós estamos falando de um crime. Se acontecesse um crime desse tipo, a primeira pessoa a pedir investigação seria eu."
Líder da oposição na Câmara, Chico Vigilante (PT) disse condenar as gravações e afirmou que o partido não tem relação com o vazamento. "A minha prática política é de nunca falar em sala fechada o que não pode ser dito em público. Agora, quem falou é responsável pelo que diz", afirmou. "Houve um certo strip-tease político, as coisas ficaram desnudas."

Gravações
No trecho da gravação atribuído a Celina Leão, a parlamentar fala sobre a ausência de parlamentares no primeiro escalão do Executivo. O nome e a voz do interlocutor não aparecem no áudio, mas Celina se refere a ele pelo termo "senhor".
"A classe política, querendo ou não, precisa estar presente no governo do senhor. O senhor não tem um secretário deputado. Um secretário deputado. ‘Tô’ falando que pode ser deputado federal, pode ser deputado local. Querendo ou não, a classe política ‘tá’ fora do governo", afirma Celina no áudio.
"Eu falei uma coisa para o senhor e volto a repetir: o senhor é bom demais. Coração bom demais. 'Não, vai lá, eu vou deixar você fazer o trabalho político do jeito que você quiser, eu te dou liberdade.' [...] Se a gente não tiver uma pauta com o senhor, a Câmara vai arrumar a pauta dela", continua a gravação.
No mesmo trecho, Celina fala que as negociações se dariam "dentro de uma filosofia de correção, sem fatiar". "Sem rebaixar a classe política dessa forma, colocando uma participação de ideias, eu acho que o senhor vai conseguir um ambiente harmônico com todos nós".

'Dividir o bolo'
O segundo áudio, supostamente da mesma reunião, é atribuído ao deputado Juarezão (PRTB), estreante na Câmara Legislativa. A voz gravada fala que "o bolo tinha que ser dividido por igual" entre os distritais.
Questionado pela TV Globo, o parlamentar não confirmou a autoria das declarações. "Não me lembro. Tenho que ver o áudio para saber se fui eu", disse. A voz captada na gravação fala sobre melhorias em Brazlândia, reduto eleitoral do político.
"O comandante da PM em Brazlândia riu da minha cara antes de ontem, no telefone: 'Duvido se vai acontecer'. Quando eu falei com Marcão [Dantas], ele me ligou e falou: 'Juarezão, vai vir 20 PM pra Brazlândia'", diz o áudio.
"Eu quero sim, queria que o senhor dividisse o bolo com os deputados por igual. Porque dizem que tem deputado que deixa secretaria e tem mais não sei o quê. Então, eu só queria isso e acho que todos vão concordar, porque o bolo tem que ser dividido por igual".
O pedido continua. "Se o senhor deu um pra mim, tá, dê um pra ele, um pra ele, um pra ele. O Marcão controla esse trem bem controlado. Por isso que eu acho que a base tá meia complicada [sic]. [...] Na minha cidade, tudo que eu preciso eu ligo, falo com o Marcão, falo com o senhor, mas na questão da Câmara, divide o bolo por igual."
"Se uns pegou muito [sic], nós vamos chamar aqui, agora, todo mundo e vamos sentar. Quem deu a ideia foi o Juarezão. Eu acho que é desse jeito que funciona. E outra coisa: quem pegou muito, meus companheiros, vai ter que voltar e entregar alguns cargos para alguém", afirma a voz captada na gravação.
Postado Por: Edson Sombra /Fonte: Por Mateus Rodrigues, portal G1 DF com foto de TV Globo/Reprodução - 25/06/2015
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