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Bem Informado Ninguém é Enganado

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MANIFESTAÇÃO NO BURITI Polícia Civil ameaça entrar em greve

sexta-feira, 22 de maio de 2015


ROBERVAL EDUÃO
Policiais reinvidicam a nomeação de novos concursados
Cerca de 300 manifestantes, de acordo com projeção da Polícia Militar, estiveram na frente do Palácio do Buriti, na tarde de ontem. Servidores da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e aprovados no concurso público realizado no ano passado pediam a nomeação imediata dos novos agentes e escrivães. O grupo não pretendia ser recebido por representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) e assembleia votou por uma nova paralisação na próxima terça-feira (26), com possibilidade da categoria decretar greve.
A paralisação vai durar 24 horas e os policiais não irão realizar ocorrências nas delegacias, apenas ocorrências criminais. As Centrais de Deflagrações (Ceflag), como as de Ceilândia, Taguatinga e Sobradinho, atuarão unicamente nos flagrantes.

Reivindicações da categoria
Um dos motivos para não nomear os novos concursados seria a Lei de Responsabilidade Fiscal. O aprovados, alegam, no entanto, que o artigo 19º destaca realmente a impossibilidade do governo exceder os gastos com pessoal. Porém, os policias frisam que o inciso V abre brecha, pois coloca como obrigação federal de organizar e manter a polícia civil. O trecho ainda reforça a necessidade de prestar assistência financeira ao Distrito Federal para a execução de serviços públicos, por meio do fundo constitucional.
Além da a nomeação dos 475 aprovados no concurso, a categoria reclama da defasagem no quadro. Eles alegam que déficit chega a 47% dos 8,5 mil necessários para o desempenho das atividades. Atualmente, a PCDF conta com cerca de 4,9 mil servidores. Por fim, a pauta de reivindicações se encerram com o pedido de melhorias nas condições das delegacias.
“Existe o fundo constitucional, uma verba federal, de R$ 12,4 bilhões para segurança sendo empregado em saúde e educação, que não é a finalidade real desse dinheiro”, reclama Rodrigo Franco, presidente do sindicato.
Da redação do Alô
 
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