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Sem acordo, rodoviários da Pioneira entram no quarto dia de greve no DF Rodoviários cobram pagamento em atraso; empresa diz passar por crise. GDF afirma que repassou o suficiente; viação atende 200 mil em 9 regiões.

segunda-feira, 9 de março de 2015
Rodoviários da Pioneira, que atende moradores de nove regiões do Distrito Federal, entram no quarto dia de greve nesta segunda-feira (9). Motoristas e cobradores cobram o salário de fevereiro, que deveria ter sido depositado nesta sexta (6), mas não foi pago.

Ao todo, 200 mil passageiros são afetados. A empresa tem 640 ônibus e atende moradores do Itapoã, Paranoá, Jardim Botânico, Lago Sul, Candangolândia, Park Way Santa Maria, Gama e São Sebastião. Ela também é responsável pela operação do Expresso DF, que liga Santa Maria e Gama ao Plano Piloto.
A empresa diz que repasse do GDF não foi suficiente para pagar funcionários e fornecedores, que já recorreu a empréstimos e vendeu bens para saldar a dívida, mas que ainda não conseguiu sanar as finanças. A viação afirma que passa por crise por causa das dívidas com o GDF, relativas a 2014.
No fim da tarde de sexta, o Sindicato dos Rodoviários afirmou que a paralisação continua até que os funcionários recebam o pagamento de fevereiro. Motoristas têm salário-base de R$ 1.928 e cobradores, de R$ 1.008. O valor do tíquete-alimentação para ambos é de R$ 417.
O diretor do DFTrans, Clóvis Barbará, e o secretario de Mobilidade do DF, Carlos Tomé (Foto: Lucas Nanini/G1)O diretor do DFTrans, Clóvis Barbará, e o secretário
Carlos Tomé (Foto: Lucas Nanini/G1)
No fim de semana, o governador Rodrigo Rollemberg disse que o GDF analisa a situação, mas não informou nenhum plano para encerrar a greve ou diminuir o prejuízo à população.
O secretário de Mobilidade, Carlos Tomé, disse que as empresas receberam o repasse na última quarta (4) e que a verba destinada à Pioneira é suficiente para quitar a folha de pagamento.

"O transporte opera em um sistema de concessão. É uma greve de rodoviários, que são funcionários das empresas. É uma relação entre empregador e empregado. Nós fazemos o repasse na véspera ou dias antes do vencimento dos funcionários justamente para que a empresa pague a folha salarial.”

Sem plano
O diretor do DFTrans, Clóvis Barbará, disse que o órgão ainda não definiu as ações para reduzir o impacto da greve para os passageiros. “Vamos fazer uma avaliação ao longo da tarde para ver o que faremos. Temos um plano de ação emergencial que permite trazer veículos de outras áreas. Vamos analisar as possibilidades e buscar outras soluções.”
O diretor afirma que a aplicação do plano de contingência exige recadastramento das frotas, emissão da ordem de serviço e outros detalhes operacionais, o que impediu que o remanejamento da frota fosse feito nesta sexta. “Vamos trabalhar nos próximos dias. São 600, 700 ônibus. Nós fomos pegos de surpresa, pois o GDF fez o repasse para as empresas”, diz Barbará.
Marechal
Rodoviários da empresa Marechal também começaram a sexta-feira de braços cruzados e cobrando o pagamento de fevereiro. Durante toda a manhã, cerca de 500 mil passageiros foram prejudicados pela paralisação das duas empresas.
Segundo a Marechal, o problema ocorreu porque o repasse do governo só caiu na conta no final do dia. Os pagamentos foram normalizados no fim da manhã e os rodoviários voltaram ao trabalho. A empresa tem 464 veículos e atende Ceilândia, Taguatinga, Vicente Pires, Águas Claras, Gama, Samambaia e Recanto das Emas.(G1DF)
 
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