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Do Alto da Torre Eduardo Brito (09/03)

segunda-feira, 9 de março de 2015
Encontros e desencontros
Antigo companheiro de chapa do governador Rodrigo Rollemberg, o senador José Antônio Reguffe  está irritado com o que considera descumprimento de promessas de campanha. Por exemplo, foram propostos aumentos de impostos acima da inflação e não se retiraram os tributos incidentes sobre os medicamentos. “Nem eram compromissos políticos, como nomear este ou aquele, mas compromissos com a população”, desabafa Reguffe. Entretanto, o senador também reconhece pontos positivos no governo de Rollemberg. Entre eles estão a repressão às invasões e a defesa da legalidade.
Sem latifúndio e com equipe reduzida
Ocupando em seus últimos tempos de governador um gabinete duplo no Senado, Rollemberg costumava usar o espaço para tentar o então deputado Reguffe a concorrer em sua chapa. “Dispute a vaga de senador e todo este latifúndio será seu”, brincava o atual governador. A dobradinha se fez e ambos se elegeram. Mas o latifúndio não foi parar nas mãos de Reguffe. O novo senador ocupa um gabinete bem mais modesto, e mais antigo, na ala Teotônio Vilela. Mas não está muito preocupado com isso. Afinal cumpriu sua promessa de poupar mais da metade das verbas de gabinete. Só terá com ele dez funcionários comissionados e dois efetivos, o que corresponde a menos de 20% das equipes habituais dos gabinetes. Nem motorista usa. 
Juntos até nas críticas
A propósito, as relações entre Reguffe e o também senador Cristovam Buarque aprofundaram-se após o início da legislatura. Estão juntos com frequência. Unidos até nas divergências com governadores.
Espaço para publicações brasilienses
Projeto do distrital Rodrigo Delmasso obriga todas as livrarias do Distrito Federal a reservar espaço para publicações editadas na capital. Mais, esse espaço deve garantir acesso amplo e fácil visualização. Para o deputado, o estado tem a obrigação de turbinar a cultura regional.
Atire quem for menor 
O deputado brasiliense Alberto Fraga anda distribuindo um cartum em que aparece cidadão na mira de revólveres. Por trás, uma voz: “atira você porque eu fiz 18 anos ontem
A distrital Luzia de Paula quer proibir o governo do Distrito Federal, tanto por órgãos da administração direta quanto da indireta, usar água da Caesb para lavar espaços públicos, como praças ou ruas. Só com água de chuva. A proibição valeria também para irrigação de canteiros ou gramados de estádios, o Mané Garrincha inclusive. Luzia não fala em lavagem de carros por particulares, nem sobre empresas com alto consumo de água.
Novos conselhos 
A bancada do PT na Câmara Legislativa entrara esta semana com representação contra ato do governador Rodrigo Rollemberg que cria conselhos de governança nas 20 estatais do Distrito Federal. O distrital Wasny de Roure, ex-presidente da Câmara, avisa que a iniciativa não se refere aos conselhos em si, e muito menos à proposta de maior controle e transparência. O problema está na violação da Lei da Sociedades Anônimas, que não prevê esse conceito, e principalmente no custo. Pelas contas de Wasny, os novos conselhos implicarão em gasto de R$ 2,3 milhões mensais. Mais fácil seria, diz, dar essa nova atribuição aos Conselhos de Administração já existentes.
Tem de investir em moradia
A distrital Liliane Roriz não gostou nada, mas nadinha mesmo, de ouvir acusações de que seu pai, Joaquim Roriz, favelizou Brasília. Afirma que "um governante precisa ter sensibilidade para entender as necessidades da população e isso engloba todas as classes sociais”. Ao lado do desemprego, diz Liliane, a falta de moradia é um dos maiores problemas, não só do Distrito Federal, mas de todo o Brasil. Em uma defesa direta do pai, e indireta do governador Rodrigo Rollemberg, adverte que “o planejamento prévio é a melhor solução, defendida inclusive pela ONU, de atender a demanda habitacional, sem colocar em risco o tombamento de Brasilia". 
Tá falado
O tenente-coronel  Evaldo Soares foi exonerado do Batalhão de Trânsito,  após organizar, acompanhar e autorizar o “buzinaço” dos caminhoneiros. Essa foi uma das poucas vezes que uma manifestação aconteceu de forma civilizada. Sabe-se que a ordem para afastá-lo foi da presidente Dilma. Mas quem elegeu o governador Rollemberg foi a população do DF.
Alberto Fraga, deputado federal pelo DEM-DF
 
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