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Vida abundante, é vida com qualidade / Por Bispo - Robson Rodovalho

sábado, 28 de fevereiro de 2015
Conceito


Precisamos nos preocupar com a nossa alimentação porque sintomas físicos são efeitos, nunca a causa

Percebemos que Deus não mencionou, na criação do homem, a doença. Então poderíamos perguntar: Por que essa omissão? A resposta é simples: na criação havia equilíbrio. Mesmo depois da queda do homem, já na constituição nacional de Israel, não vemos Deus organizando hospitais ou profissionais da saúde.

Deus instituiu várias classes: profetas, levitas, juízes, reis, marceneiros, ourives e outros profissionais. Percebemos a Sua preocupação com a segurança, a educação, as questões de moradia, as situações familiares e outras necessidades que o povo teria. Porém, não se preocupou em instituir profissionais de saúde. Por quê? Em Sua sabedoria, Deus estabeleceu leis e princípios que, se fossem observados pelo povo, este não precisaria de profissionais nessa área.

Se pararmos para pensar na realidade daquele povo êxodo do Egito, milhares de pessoas no deserto, que é um lugar de umidade baixíssima, de temperaturas extremas, onde as condições de higiene são precárias e há grande escassez de água, vemos que seria um lugar previsível de haver enfermidades e a necessidade de profissionais da saúde. Entretanto, não encontramos qualquer relato de doenças ou enfermidades e muito menos de hospitais onde se pudessem socorrer pessoas, mas Deus disse: "Eu sou o Senhor que te sara". E isso aconteceu!

Jesus disse que nem só de pão o homem viveria, logo concluímos que o homem também vive de pão, porque pão é vida, é força. Se o homem está experimentando uma vida de abundância é porque o pão que come está produzindo nele as condições apropriadas para que sua saúde seja conforme o projeto original.

Se houver alguma disfunção ou anomalia como enfermidades, dores, problemas gastrointestinais, diabetes, hipertensão ou hipotensão, o motivo causador desses distúrbios não é o seu corpo, mas a comida da qual você se alimenta e os seus hábitos de vida.

Sintomas físicos são efeitos, nunca a causa. A medicina alopática trata a doença como causa porque ela não foca a saúde e, sim, a doença. Os médicos se especializam nas doenças. Não há cursos que formem profissionais em saúde, na essência dessa palavra. Vida abundante é vida com qualidade, e isso implica a maneira como nos alimentamos.

Ter critério na escolha da alimentação é um ato que demonstra amor consigo mesmo e com seus familiares. Se você recebeu uma alimentação desde a tenra idade e nunca se preocupou em examinar a sua composição, está se colocando à mercê dos maiores riscos e absurdos.

Não se engane, nós estamos falando de vida. Há coisas que se você perder terá chance de se recuperar. Entretanto, saúde é um bem que devemos preservar e de difícil recuperação após perdida. O maior patrimônio que possuímos na vida nesta perspectiva natural. Sem saúde uma pessoa fica triste, deprimida, desesperada e amargurada. Tem dificuldade de manter uma comunhão com sua família e até mesmo com Deus. Portanto, se você se ama e ama aos seus familiares, cuide de si mesmo.
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Realidade das pessoas com epilepsia foi tema de audiência pública A falta de informação é uma das maiores causas do preconceito no Distrito Federal


Lorena Carolino
ROGÉRIO LOPES/DIVULGAÇÃO
A audiência pública, proposta pelo deputado distrital Rodrigo Delmasso (PTN), aconteceu nesta sexta-feira (27), na Faculdade de Medicina da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. O evento contou com a participação de profissionais da saúde, representantes do Ministério Público e especialistas.
O encontro foi promovido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e abordou a realidade das pessoas com epilepsia. “Precisamos difundir a importância de um programa pra atender a pessoa com epilepsia, e também discutirmos a importância do canabidiol como um medicamento a ser fornecido pela rede publica e por último debater a realidade da pessoa com epilepsia e verificar se eles estão sendo bem atendidos na rede pública”, disse Delmasso.
O deputado, que tem uma filha com epilepsia, abriu a audiência e falou sobre a situação do ponto de vista de saúde pública e preconceito associado ao assunto. “Eu estou deputado, mas eu sou pai. Aqui na mesa você não tem um deputado distrital, você tem um pai de uma menina linda que é a Manu e está aqui com a mãe”, completou Rodrigo.
Durante o evento, os profissionais ali representados, estavam com detalhes na cor roxa em suas vestimentas, além de balões espalhados pelo auditório. O “Purple Day” nasceu com a inspiração na flor de lavanda, frequentemente associada ao sentimento de solidão e de isolamento, sentimentos que trazem mais sofrimento do que a própria crise convulsiva de quem sofre de epilepsia.
A falta de informação
A epilepsia é um problema de saúde pública, que acomete 2 em cada 100 pessoas. De acordo com a Associação Brasileira de Epilepsia (ABE), a síndrome é um transtorno do cérebro caracterizado por uma predisposição duradoura a crises epiléticas, e pelas consequências neurobiológicas, sociais, cognitivas e psicológicas desta condição.
O maior desafio é vencer o preconceito que paira em torno da doença. A falta de informação contribui para que a discriminação da sociedade aumente. “Muitas vezes quando o paciente tem uma crise, as pessoas não sabem como lidar e se afastam. Acredito que seja dever do estado informar à população que a pessoa com epilepsia não é uma anormal, é uma pessoa como qualquer outra e que obviamente precisa de cuidados”, disse Delmasso.

Da Redação do Alô
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Bancada evangélica quer “acabar” com o aborto João Campos pretende mobilizar parlamentares para aprovar o Estatuto do Nascituro


Bancada evangélica quer “acabar” com o abortoBancada evangélica quer "acabar" com o aborto
O deputado João Campos (PSDB-GO), recém eleito presidente da Frente Parlamentar Evangélica, estabeleceu a primeira meta para os políticos evangélicos na nova legislatura. Campos pretende mobilizar o colegiado na luta pela aprovação do Projeto de Lei (PL 487/07), o Estatuto do Nascituro, que defende a dignidade humana desde a concepção.
“Se aprovar o Estatuto do Nascituro, acabou o debate sobre o aborto”, justificou Campos. Se a bancada conseguir aprovar o projeto que estabelece proteção legal ao bebê em gestação e a embriões congelados, os demais projetos que tentam legalizar a prática serão arquivados.
Apelidado pejorativamente de “bolsa estrupo”, o projeto também estabelece assistência financeira para a gestante que tenham sido vítimas de estupro e que decidam levar sua gravidez adiante, ao invés de abortar.
João Campos voltou a presidência da Frente Parlamentar Evangélica na última terça-feira (24), após ter sido derrotado pelo deputado Paulo Freire (PR-SP) em 2013 quando tentava se reeleger pelo quarto ano consecutivo.
Como presidente da Bancada Evangélica, Campos conseguiu fazer com que a presidente Dilma vetasse a distribuição do “Kit Gay” pelo Ministério da Educação nas escolas públicas de todo o país em 2011.
Para barrar o kit o deputado reuniu três frentes conservadoras da Câmara dos Deputados, Frentes Evangélica, Católica e da Família, para discutir medidas que seriam tomadas para forçar o governo a alterar o material do chamado kit gay elaborado por ONGs a pedido do ministério da Educação.
Se o governo insistisse em manter o kit, os parlamentares bloqueariam a votação na Câmara e apoiariam a convocação do ministro da Casa Civil para dar explicações sobre denuncias.
Os parlamentares também cogitavam a saída do Ministro da Educação; a criação de uma CPI para apurar as denuncias de irregularidades no MEC; a obstrução de todas votações do plenário e também a convocação do ministro Fernando Haddad, na comissão de Educação e Cultura, para explicar as cartilhas sobre homofobia. (gospel prime) / Com informações UOL
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Distrito Federal pede ajuda das igrejas para acabar com a dengue A ideia é que os pastores incentivem os fiéis a impedir a proliferação do mosquito


Distrito Federal pede ajuda das igrejas para acabar com a dengueDF pede ajuda das igrejas para acabar com a dengue
O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, pediu para que os líderes religiosos ajudem o governo a acabar com a dengue, incentivando os fiéis a impedirem a proliferação do mosquito Aedes aegypti.
“Nosso apelo às lideranças é que, nos cultos, orientem a população a gastar cinco minutos por dia fazendo o controle e o acompanhamento para evitar a reprodução do mosquito da dengue.”
Além da dengue o Aedes aegypti também pode transmitir a febre chikungunya, doença parecida com a dengue que causa mal-estar, dores pelo corpo, dor de cabeça, apatia e cansaço.
O pedido do governo foi feito durante uma reunião com lideranças evangélicas na residência oficial do governo, em Águas Claras, uma ajuda que deve colaborar para diminuir a quantidade de infecções causadas pelo mosquito.
Em 2014 o DF registrou 11.458 casos de dengue, desses, 18 pessoas morreram. Em 2013 foram 11.520 infecções e 5 mortes. Já a febre chikungunya teve três casos no DF em 2014.
Para impedir a proliferação do mosquito é necessário evitar água parada, local onde as larvas do Aedes aegypti são incubadas. Impedir água limpa parada em pneus, vasos, garrafas e outros objetivos é ideal para fazer com que a quantidade de pessoas atingidas pela dengue caia.
Infectologistas alertam para o fato de que impedir o surgimento das larvas é mais seguro e fácil do que tentar acabar com os mosquitos usando produtos químicos.
Para ajudar o estado do DF na luta contra o mosquito, 200 militares do Exército contribuirão com a vigilância. O objetivo é impedir a epidemia das duas doenças que pode ser tornar um caos.

Pastores pedem regularização de lotes

Antes de fazer o pedido aos pastores, Rollemberg ouvir as reivindicações dos religiosos, entre elas a regularização dos espaços religiosos, já que muitas igrejas correm o risco de serem despejadas dos locais onde foram instaladas.
Essas igrejas fazem parte de áreas ocupadas irregularmente e órgãos ameaçam fechá-las. “Vamos trabalhar para isso, mas vamos ser muito rigorosos no combate à ocupação irregular daqui para frente. É nossa obrigação”, garantiu o governador. (gospel prime)/Com informações G1
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De olho em 2018


daniel de castro





O advogado e pastor Daniel de Castro, suplente de deputado distrital pelo PMDB, continua em alta. Já recebeu propostas de cinco partidos para disputar as eleições de 2018.  Ele ainda pensa sobre o assunto, mas no momento se prepara para ajudar a eleger vereadores e prefeitos no Entorno em 2016.



Fonte: Donny Silva
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Audiência Pública proposta por Bispo Renato já apresenta resultados positivos

bisporenatoCLDF
Após Audiência Pública convocada pelo deputado Bispo Renato Andrade, visitas de familiares aos presídios do DF serão retomadas. As visitas estavam suspensas desde semana passada.
Com alto nível técnico e de representatividade, a Audiência Pública para discutir o sistema de visita nos complexos prisionais do DF foi marcada pela qualidade da discussão.
Mesmo antes do término da sessão, o deputado Bispo Renato Andrade apresentou indicação ao executivo local, solicitando o acesso imediato do advogado e do defensor público para entrevista ao preso. Reivindicada pelo representante da OAB/DF durante a audiência, a lei nº 8.906/1994 garante esse direito que, na realidade, não é assistido.
“O advogado é indispensável à administração da justiça, portanto, assino e protocolo imediatamente indicação para garantir assistência a esse direito”, pontuou Bispo Renato, que também é membro da Comissão de Segurança na Câmara Legislativa.
Familiares de presos também tiveram a oportunidade de relatar suas experiências e dificuldades. “Sou tia de preso e essa semana não consegui visitar meu sobrinho. As visitas estão suspensas e gostaríamos de saber até quando vamos ficar sem ver nossos familiares”, questionou Severina Barros ao subsecretário do Sistema Penitenciário, João Carlos Lóssio. “Hoje mesmo vou assinar a liberação das visitas. Na próxima semana a situação estará completamente normalizada”, prometeu o subsecretário.
“Por isso convoquei esta audiência. Juntos podemos debater, avaliar os problemas existentes e encontrar soluções”, observou Bispo Renato Andrade. “Apresentei ainda um projeto de lei e outras quatro indicações, que juntas, podem melhorar muito o sistema de visita aqui no DF. Acredito que é possível e estamos trabalhando para oferecer o melhor aos familiares, detentos e agentes”, concluiu o deputado.
A audiência pública aconteceu nesta quinta-feira, 26/02, no plenário da Câmara Legislativa e recebeu parlamentares, membros do executivo local, agentes penitenciários, familiares de detentos, ex-detentos e capelães.


Fonte: Donny Silva
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Agnelo tem R$ 15 milhões bloqueados por Centro Administrativo


TJDF acatou ação do MPDFT que pedia indisponibilidade de bens do ex-governador e de Anaximenes Vale dos Santos, ex-administrador de Taguatinga
O Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) determinou  a indisponibilidade de bens de Agnelo Queiroz e de Anaximenes Vale dos Santos, ex-administrador de Taguatinga, pela inauguração irregular do Centro Administrativo do Distrito Federal (Centrad).
A  ação de improbidade ajuizada, dia 14 de janeiro, pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT). pediu indisponibilidade imediata de bens dos réus, incluindo contas bancárias, imóveis e veículos.  Na decisão, a desembargadora acatou pedido em segunda instância e determinou a indisponibilidade dos bens nos valores de quase R$ 16 milhões para Agnelo Queiroz e de R$ 12 milhões para Anaximenes Santos.
O pedido foi negado pelo juiz em primeiro grau, com justificativa de que não houve constestação na aprovação do projeto do Centro Administrativo. No recurso, a desembargadora reconheceu que havia indícios das irregularidades relacionado pelo MPDFT na ação.
 Entenda o caso
Na ação de improbidade ajuizada pela Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística (Prourb, os promotores de Justiça esclarecem que alertaram a Administração Regional de Taguatinga e o então governador do Distrito Federal sobre a impossibilidade de concessão de habite-se.
No entanto, Agnelo Queiroz, em seu penúltimo dia no governo, nomeou Anaximenes Vale dos Santos novo administrador de Taguatinga, o qual, em apenas um dia, analisou o procedimento de mais de 4.700 páginas e concedeu a carta de habite-se, permitindo a inauguração do Centro Administrativo e contrariando as duas decisões judiciais e a recomendação do Ministério Público.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
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Câmara do DF libera R$ 140 milhões para efetuar pagamento dos professores


Os servidores voltam às salas de aula na próxima segunda (2) e fazem nova assembleia após o 5º dia útil, quando a greve poderá ser retomada

Após reunião que terminou no fim da tarde desta sexta-feira (27) que culminou no fim da paralisação, a Câmra Legislativa do Distrito Federal (CLDF) liberou R$ 140 milhões dos fundos distritais para efetuar o pagamento de fevereiro e dos benefícios dos servidores da educação.  
Mais cedo, no Palácio do Buriti, o Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF) e representantes do Governo do Distrito Federal decidiram finalizar a greve nas escolas públicas que acontecia há cinco dias. Os servidores voltam às salas de aula na próxima segunda-feira (2) e fazem nova assembleia no primeiro dia após o 5º dia útil, quando a greve poderá ser retomada.
Cinco secretários participaram da reunião. Leany Lemos, da Secretaria do Planejamento e Orçamento, Marcos Dantas, Relações Institucionais e Sociais, Hélio Doyle, chefe da Casa Civil, Julio Gregório, secretário da Educação e Leonardo Colombine, secretário da Fazenda. A negociação ocorre sem o acompanhamento da imprensa a pedido do Sinpro-DF. A Polícia Militar está no local.
O GDF continua com a proposta do parcelamento do salário, a ser pago até abril. O sindicato, no entanto, pede outra solução. O governo chegou a propor que o Sinpro-DF acompanhasse o fluxo de caixa, para cobrar a adiantamento das parcelas quando houvesse a possibilidade. O sindicato não aceitou a proposta.
A necessidade é de que se chegue a uma solução ainda nesta sexta-feira, já que a Justiça determinou o encerramento da paralisação por parte dos professores.
*Com informações de Eric Zambon
*Aguarde mais informações
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
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Acabou a lua de mel de Rollemberg e a população do DF

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

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Em apenas 55 dias no poder, o “saco de maldades” apresentado por Rodrigo Rollemberg, que impôs aumento de impostos, cortes nos salários e perdas de garantias conquistadas pelos servidores, bem como a extinção de algumas administrações regionais, pôs fim, precocemente, à lua de mel do casamento vivido pelo governador e a população do DF.
Sob pressão das comunidades que não aceitam o fim de suas administrações regionais e de algumas categorias trabalhadoras, como a dos professores, os deputados abandonam Rollemberg e não estão dispostos a pegar a mesma catinga da impopularidade do governador.
A justificativa da falta de dinheiro provocada pelo rombo deixado pelo ex- governador Agnelo Queiroz, já não convence mais ninguém, a começar pela maioria dos 24 deputados distritais, que ocuparam a Tribuna da Câmara Legislativa nesta terça-feira (24) para provar através de estudos apurados que o atual governo esconde informações e aumentou em mais de meio milhão de reais as despesas com cargos em comissão de confiança.
O líder do governo na Câmara Legislativa, Raimundo Ribeiro (PSDB), ficou sem argumentos para defender as medidas do Executivo enviadas a CLDF, e teve que se penitenciar diante de um grupo barulhento de moradores da Fercal que se encontrava no nas galerias da Casa, e declarou que não irá votar a favor da extinção das administrações regionais.
Audiência pública para ouvir a população
Um requerimento do deputado Rodrigo Delmasso(PTN), assinado por um grande grupo de deputados, inclusive da base governista, foi aprovado pedindo a instalação de audiências publicas nas cidades que foram atingidas pelo “saco de maldades” de Rollemberg, que pede a extinção ou fusão de algumas administrações regionais , como é o caso da RA XXXVII do Jardim Botânico.
Delmasso justificou que as administrações regionais tem um papel fundamental no atendimento a população e que o governador precisa repensar sobre o seu interesse de extinguir administrações regionais.
“Brasília tem um crescimento latente e as regiões administrativas não foram criadas apenas para atender questões do ponto de vista política, mas para atender, principalmente, a demanda da sociedade. Acabar com um órgão que representa o Estado, não é sensato e não devemos mexer com isso”, disse o parlamentar ao Radar.
Ele defende que o governador Rollemberg volte a fazer as rodas de conversas com a comunidade para que a população diga se quer ou não extinguir a sua administração regional.

Postado Por:Donny Silva / Fonte: Radar Condomínios
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Com crise no Buriti, primeiro desafio é convencer os distritais


Alguns dizem que só votarão remanejamento se recursos forem integralmente para pagar débitos
O governo deve ter trabalho para aprovar na Câmara Legislativa o projeto que remaneja recursos dos fundos distritais para o pagamento de servidores. Vários deputados  já se manifestaram favoráveis ao projeto, que está a caminho da Casa, mas deixam claro que aprova somente se os recursos forem integralmente utilizados para o pagamento dos débitos com  servidores.
“Vamos votar desde que os recursos sejam utilizados  exclusivamente para quitar os atrasados com os servidores da educação da saúde”, afirmou o distrital Reginaldo Veras (PDT). “Se sobrar,  quita a folha corrente”, completou. 
O plano do governo é remanejar cerca de R$ 140 milhões dos fundos não vinculados. Destes, R$ 83 milhões seriam utilizados para complementar a folha de pagamento de fevereiro. Mesmo com o escalonamento dos salários, o governo não conseguirá   pagar parte do salário - ou  os vencimentos integrais - de quem recebe no quinto dia útil.
Se a proposta for aprovado da forma como quer o Buriti, a Antecipação de Receitas Orçamentárias (ARO) será interrompida, já que os recursos só entrariam na conta do GDF em abril, quando as parcelas dos débitos já estariam quitadas. Com isso, seriam economizados cerca de R$ 60 milhões, que seriam os juros a serem pagos com o empréstimo de  R$ 400 milhões.
Nos bastidores, comenta-se que o governo estaria com dificuldade para conseguir o financiamento e que dois bancos já teriam negado.
Reunião cancelada
O governador Rodrigo Rollemberg receberia, ontem à tarde, os distritais para esclarecer a proposta, mas a reunião foi cancelada. Oficialmente, o motivo teria sido a audiência pública com o secretário da Educação, Júlio Gregório, na Câmara Legislativa, que durou mais que o previsto.
Refis pode render R$ 200 milhões
Já está na Câmara Legislativa o projeto que prevê o refinanciamento de impostos atrasados, com o objetivo de aumentar a arrecadação em tempos de crise. A projeção mais conservadora é de que se arrecade R$ 20 milhões com o  Programa de Regularização Fiscal (Refis).
“A projeção mais otimista é de que a arrecadação, com o Refis,  chegue a R$ 200 milhões”, aposta  o subsecretário de Relações Legislativas, Sérgio Nogueira. “Se o projeto for aprovado, talvez a gente consiga, em 30 ou 60 dias, pagar todos os atrasados”, acredita.
 Nogueira disse que não há mistérios na proposta, já que foi feita nos moldes de outros projetos já encaminhados à Casa.
 Na opinião do subsecretário, que é responsável pela relação com os  distritais, o governo não terá dificuldade para aprovar os projetos. “Todas as medidas giram em torno de buscar soluções para pagar o pessoal que está sem receber. E eu acredito que não vamos ter dificuldade com  toda e qualquer medida em prol da solução desse problema”, observa Nogueira.
Prioridade
A presidente da Casa, Celina Leão, que foi chamada pelo governador no Buriti para discutir a proposta de remanejamento dos recursos fundos, garantiu que se o projeto chegar à Câmara hoje ou na segunda-feira, dias em que não há votação, ela convocará uma sessão extraordinária, já que teria consenso dos líderes de blocos.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
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GDF não bate meta de arrecadação e salários de servidores agora dependem de lei


Para viabilizar a medida, será encaminhado à Câmara Legislativa um projeto que autorizará o remanejamento dos fundos

O Buriti  anunciou ontem que pretende remanejar R$ 140 milhões em recursos dos fundos distritais. Sem isso, mais de 160 mil servidores, entre ativos, inativos e pensionistas, correm risco de atraso ainda maior no salário, já no mês que vem.
Para viabilizar a medida, será encaminhado à Câmara Legislativa um projeto que autorizará o remanejamento dos fundos. A verba será aproveitada também para o pagamento dos benefícios atrasados. 
De acordo com a Secretaria de Gestão Administrativa, a folha de pagamento do GDF tem 210 mil servidores, mas os  46 mil servidores da segurança pública contam com repasses diretos do Fundo Constitucional.  
Nem mesmo o governador ou os secretários souberam precisar quantos podem ser os fundos afetados pela proposta. Estariam incluídos todos aqueles criados por leis distritais, como por exemplo, o Fundo de Apoio à Pesquisa, de Desenvolvimento e de Saúde.
O remanejamento servirá para cobrir a falta de R$ 83 milhões para o pagamento da folha no quinto dia útil de março. A atitude foi considerada “extrema” pelo governador Rodrigo Rollemberg.
Menos que o esperado
O uso de recursos de fundos  foi considerado necessário porque houve arrecadação menor do que o esperado em janeiro e fevereiro. 
As perdas passam dos R$ 100 milhões quando somados os dois primeiros meses do ano. As causas da frustração de receita seriam a crise financeira enfrentada pelo País e também o recolhimento de impostos tradicionalmente baixo durante o mês do Carnaval.
 Caso a proposta seja aprovada, as liberações de verbas para projetos vinculados aos fundos serão analisadas caso a caso. O governador justificou a medida devido à baixa utilização desses recursos. Além disso, o dinheiro dos fundos pode evitar os elevados custos da Antecipação de Receita Orçamentária, já autorizada pela Câmara Legislativa.
Estímulo a quitar imposto
Rodrigo Rollemberg anunciou ontem o envio à Câmara de um projeto que dá descontos na multa e nos juros para devedores de impostos. Esse desconto pode chegar até a 95% para estimular a quitação.
 É a esperança do governo para amenizar o déficit nas contas, ao lado do pagamento do IPVA, que começa a ser arrecadado em março. Se der certo, os recursos dos fundos poderiam ser reestabelecidos.
O governador garantiu que o Buriti continua trabalhando na revisão de contratos e tentando enxugar os gastos públicos. Segundo o governador, além da crise financeira que atormenta o governo desde o início do ano, o cenário econômico atrapalha mais ainda. “Todos estão acompanhando o momento difícil que vive a economia brasileira já desde o final do ano passado. É claro que há um impacto na arrecadação. Mas queremos tomar medidas que fomentem a economia do Distrito Federal e elevem a receita”, disse.
Mobilização na Câmara
Mesmo com a base do governo dissipada, o Executivo conta com apoio dos distritais para poder aprovar a proposta. A presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PDT), avisou que vai mobilizar os líderes de partidos e blocos para agilizar o trâmite. “Como o tema é o pagamento do servidor público, é um tema sensível a todos os deputados, principalmente pela possibilidade de antecipar os atrasados da saúde. A Câmara tem a sensibilidade porque afeta toda a população do DF”, garantiu. 
Celina Leão pretende levar o projeto ao plenário na terça-feira. Para isso, será necessária antes a aprovação pela Comissão de Economia e Finanças. O projeto pode chegar ao Legislativo a partir de hoje.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
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Do Alto da Torre Eduardo Brito (27/02)


CPI não acaba em pizza, diz tucano
Apesar das escolhas contestadas para presidente e relator da CPI da Petrobras, o deputado brasiliense Izalci Lucas (foto) acredita que desta vez não acabará tudo em pizza. É uma referência às duas CPIs do ano passado, que acabaram em relatórios chapa-brancas limitados a confirmar o já apurado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Izalci  assinou ontem mesmo uma série de requerimentos, inclusive os que preveem a convocação de peixes grandes, como os ex-ministros José Dirceu e Antônio Palocci, o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, e seu antecessor Delúbio Soares, empreiteiros e os dirigentes da Petrobras envolvidos, como Nestor Cerveró, Renato Duque, Paulo Roberto Costa e Pedro Barusco. Os tucanos também vão requerer que a nova CPI aproveite tudo o que já se fez nas anteriores, inclusive as quebras de sigilo. 

Lula fica para depois
Entre os requerimentos já firmados não está, porém, o que convoca o ex-presidente Lula, prometido pelo próprio Izalci. O deputado explica que foi uma questão de estratégia, definida com o PSDB. Na verdade, o requerimento está pronto. Caso apresentado no primeiro momento, porém, poderia frustrar-se e a oportunidade se perderia.

Depois do Eixão, os Eixinhos de Lazer 
O distrital Júlio Cesar quer reproduzir o Eixão do Lazer em todas as cidades do Distrito Federal. Apresentou ontem proposta para que, nesses mesmos moldes, cada cidade crie o seu Eixinho do Lazer. Seria proibido, aos domingos e feriados, a passagem de veículos em uma área central da cidade, permitindo-se a instalação de equipamentos móveis para atender a população. 

Revisão no Estatuto do Desarmamento 
A primeira ação da recém-criada Frente Parlamentar da Segurança Pública será uma reunião na próxima quarta-feira  com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Pretende acertar a criação de uma comissão especial para analisar novamente a questão do Estatuto do Desarmamento.

Emendas para a PM 
Na semana passada, o deputado federal Alberto Fraga destinou todas as emendas a que tem direito, e que somam R$ 10 milhões, à Polícia Militar do DF. 

Recorde de longevidade política
A partir do dia 15, o deputado federal Aníbal Gomes tirará licença de quatro meses para fazer cirurgia da coluna, a segunda. Com a licença de Aníbal, assumirá o primeiro suplente Mauro Benevides, que chega assim ao quinto mandato de deputado federal, além de quatro de deputado estadual e dois de senador. No total, Mauro Benevides completou já 56 anos de vida pública.

Ciumeira entre sindicalistas da saúde
Está prestes a surgir um embate entre as lideranças da área de saúde pública no Distrito Federal. Entidades que representam categorias do setor não estão gostando nada, mas nadinha mesmo, da movimentação de Gutemberg Fialho, presidente do SindMédico, para criar o Núcleo de Defesa do Serviço Público do DF. Seria uma espécie de frente sindical para palpitar em questões governamentais. Candidato derrotado para a Câmara Legislativa nas últimas eleições pelo PSB do governador Rodrigo Rollemberg, Fialho volta e meia é citado como possível secretário de Saúde do Distrito Federal. Interpretada pelos grupos rivais como estratégia para chegar ao cargo, a criação do Núcleo já causa ciumeira entre as entidades sindicais. 

Marco Feliciano nunca mais
A deputada brasiliense Érika Kokay organiza um abaixo-assinado exigindo que a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara “seja preservada da onda fundamentalista que se expressa de várias formas e se espalha pelo Congresso”. O objetivo do texto é garantir que a comissão seja presidida por integrante de partidos progressistas. Traduzindo: não se quer um novo Marco Feliciano presidindo a comissão.

Quem se desinteressa é o PT 
Érika Kokay não se coloca como candidata à presidência da Comissão de Direitos Humanos. Seus interlocutores acreditam, porém, que ela não se aborreceria nem um pouco caso fosse escolhida. O problema, na verdade, está em seu partido, o PT. Por progressista que seja, a liderança petista da Câmara se interessa por comissões mais influentes. Como, aliás, os demais partidos.

Cimento puxa preços de imóveis 
Empresários da construção civil do Distrito Federal estão impressionados com o aumento de 50% no preço de um dos insumos mais importantes, o concreto. Afirmam que, decidido pelo cartel das concreteiras, o reajuste ameaça a continuidade de algumas obras e deve puxar o preço dos imóveis para cima. A avaliação inicial é de que os novos lançamentos fiquem de 8% a 10% mais caros.

Para reutilizar a água
A vice-presidente da Câmara Legislativa, Liliane Roriz, decidiu mergulhar na problemática de abastecimento de água. A distrital apresentou projeto de lei para obrigar qualquer nova edificação que surja no Distrito Federal a apresentar um plano de armazenamento e reutilização de águas como condição para receber  alvará definitivo. Liliane também defende que o Buriti crie algum benefício para os prédios e condomínios já construídos, que não seriam alcançados pelo projeto de lei, para estimular a implantação do mesmo sistema. Uma das alternativas, segundo a parlamentar, seria isenção ou mesmo a anistia de tributos devidos ao Fisco. 
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Imagem de bom moço sai da roda e povo já faz cara feia


delmasso
O deputado Rodrigo Delmasso (PTN) está preocupado com a imagem de Rodrigo Rollemberg nesses primeiros dois meses à frente do Palácio do Buriti. Mesmo compondo a base governista na Câmara Legislativa, o parlamentar mostra um certo grau de independência, e condena a proposta de extinção de algumas administrações regionais e fusão de outras. O governador, diz Delmasso, precisa retomar as velhas rodas de conversa da campanha, ficar junto do povo, para evitar que esse mesmo povo lhe dê as costas mais rápido do que se possa imaginar.      (notibras.com)
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Visitas em presídios serão feitas com senha eletrônica

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015


"Nos próximos dias os parentes dos presos poderão se livrar das longas filas nas portas dos presídios. Isso porque estamos implantando um sistema de marcação de visitas on line". A novidade foi anunciada pelo subsecretário do Sistema Penitenciário do DF (Sesip), João Carlos Couto Lóssio Filho, em audiência pública realizada na manhã desta quinta-feira (26), no plenário da Câmara Legislativa, por iniciativa do deputado Renato Andrade (PR).
João Carlos disse também que serão adquiridos novos equipamentos para agilizar o acesso de visitas, que passará a exigir uma única senha, em vez de duas, como acontece hoje. O subsecretário adiantou ainda que o DF implantará em pouco tempo o uso de tornozeleiras eletrônicas pelos condenados, para que sejam monitorados fora dos presídios a fim de reduzir a gravidade da superpopulação carcerária no DF. Disse, contudo, que em virtude "do reduzido efetivo de servidores" o DF não tem condições ainda de permitir as visitas aos presidiários nos finais de semana, uma antiga reivindicação dos familiares dos presos.
A implantação do sistema de marcação de visitas on line foi a principal reivindicação defendida pelos deputados distritais, familiares dos presos e representantes de entidades que trabalham na assistência de defesa daquelas pessoas. "As famílias estão sendo condenadas a sofrer tanto com a prisão dos familiares, quanto pela dificuldade de acesso aos presídios. Por isso defendo, entre várias outras medidas a implantação da senha on line", defendeu Renato Andrade, ao abrir a audiência pública.
Também o deputado Rodrigo Delmasso (PTN) criticou as dificuldades enfrentadas pelos familiares dos presos no momento da visitação. "Outro dia fui conhecer o problema na Papuda, que eu já sabia que era grave, mas tomei um grande susto. Vi uma senhora de 69 anos dormindo no asfalto à espera de senha. Isso é um absurdo. A família não pode ser tratada como criminosa", advertiu, defendendo que no DF o sistema de serviço Na Hora poderia ser utilizado para a emissão das senhas eletrônicas.
O deputado Agaciel Maia (PTC) defendeu que o Estado e as instituições públicas devem oferecer mais oportunidades de emprego para os sentenciados, a fim de lhes garantir melhores condições de ressocialização, ao manifestar também apoio a um novo sistema de visitas aos presos. Já a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) disse que o sistema atual "fere a dignidade humana" e exigiu outras medidas de apoio aos presos, visitantes e servidores que atuam nos presídios.
Sofrimento – "O nosso sofrimento é muito grande. Temos que chegar às filas com dois dias de antecedência, tendo que dormir lá. E se precisamos sair, não podemos voltar para o nosso lugar na fila, mesmo debaixo de chuva. A gente está pagando pelos erros dos nossos parentes, que estão cumprindo suas penas", desabafou Priscila Ferreira, que é esposa de um presidiário da Papuda. Outros parentes de presos reivindicaram a distribuição gratuita de vale-transporte para que tenham condições de realizar as visitas, regularmente.
O presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Leandro Alan, lamentou a situação relatada pelos familiares dos presos, enfatizando que eles não têm culpa. "Nós também lamentamos essas dificuldades todas, que também enfrentamos como representantes do Estado nos presídios. Temos carência de pessoal, treinamento inadequado e espaço físico muito reduzido para trabalhar. Precisamos da contratação de, pelo menos, mais 300 agentes penitenciários", exortou.
Zildenor Ferreira Dourado - Coordenadoria de Comunicação Social (CLDF)
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Dívida no GDF chega a R$ 4 bilhões


Secretários da Fazenda e do Planejamento asseguram à Câmara que governo Agnelo ultrapassou os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal com folha de servidores

Está praticamente fechado o balanço das dívidas herdadas da gestão passada pelo governo Rollemberg. O secretariado já trabalha com encargos na casa dos R$ 4 bilhões, dos quais R$ 1,2 bilhão são dívidas com fornecedores já reconhecidas. 
Esses dados foram levados ontem  à Câmara Legislativa pela equipe econômica do governo, em um relatório sobre a gestão fiscal do ano passado. No documento, fica demonstrado que Agnelo Queiroz ultrapassou o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal. Ainda assim, deixou dívidas não reconhecidas com fornecedores e salários de servidores.
Defesa da alta de impostos
A equipe econômica aposta em esforços como a Antecipação de Receitas Orçamentárias (ARO), os mutirões de execução fiscal e a economia de gastos, para que ajudar a vencer as dificuldades financeiras. Mesmo assim, ainda são considerados necessários os aumentos de impostos para o ano que vem.
A audiência pública ganhou tons de debate eleitoral em alguns momentos. A bancada do PT insistiu em que o governo Agnelo deixou um saldo. 
Os secretários da Fazenda, Leonardo Colombini, e do Planejamento, Leany Lemos, afirmaram que todos os recursos já estavam comprometidos com despesas e, portanto, não haveria a possibilidade de canalizá-los para a folha de pagamento. 
Os petistas tentaram justificar gastos acima do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal. No ano passado, 46,93% da receita corrente líquida foi utilizada para pagamento de pessoal, enquanto a lei estipula o máximo de 46,55 % como limite prudencial. 
Os parlamentares do partido de Agnelo não contestaram os números, mas justificaram a quebra do limite por se ter destinado recursos a aposentadorias futuras - totalizando R$ 4,3 bilhões –, à contratação de 36 mil servidores e ao reajuste para carreiras funcionais.
Equipe garante que “pedalada” fica no passado
O governo Rollemberg não admite a chamada “pedalada” e não a praticará, avisou o secretário da Fazenda, Leonardo Colombini. Para ele, a atual gestão pretende acabar com a cultura adquirida pelos antecessores. 
“Esse termo, aplicado à prática de evitar empenhos em um ano, para fazer isso no ano seguinte é algo que eu não conhecia antes de trabalhar aqui em Brasília. Isso não cumpre a lei. Tivemos uma reunião com o Tribunal de Contas, que sabe que a pedalada acontece há anos. Não foi só agora. Só que o tribunal deu aos governos quatro anos para ajustar isso, porque  é legal”, explicou.
Os deputados também sugeriram uma nova edição do Fundo Especial da Dívida Ativa, aprovado no fim de 2014, mas barrado pela Justiça. Colombini disse que a equipe técnica estudava o assunto, mas garante que não existe milagre. Como secretário da Fazenda em Minas Gerais, ele afirma ter captado apenas R$ 300 milhões, enquanto a dívida total estava avaliada em R$ 3,6 bilhões.  
saibamais
 
Entrará em estudo uma das promessas de campanha do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), a democratização do Sistema Siggo, que mostra recursos disponíveis e gastos pelo governo.
 
Considerada complexa, a ferramenta poderia passar por uma simplificação para que se torne inteligivel e a população acompanhe a situação financeira do Distrito Federal.
 
Os secretários avisaram: já foram cobrados pelo governador que telões possam ser instalados em pontos visíveis da cidade.
 
A medida esbarrou no esforço para a normalização nas contas, que tem consumido a energia da equipe econômica desde o início do ano.
 
A prioridade, portanto, é tornar o Siggo acessível e, em outro momento, instalar os painéis com informações sobre investimentos, obras públicas e contratações.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
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Executivo propõe remanejamento de recursos de fundos distritais


Se aprovado, projeto de lei garantirá salários de março e permitirá que débitos com profissionais da educação e da saúde sejam pagos até abril

O governador do Distrito Federal,  Rodrigo Rollemberg, e a presidente da Câmara Legislativa do DF, Celina Leão, anunciaram nesta quinta-feira (26), que o governo enviará um projeto de lei para à câmara legislativa, pedindo autorização para transferir cerca de R$ 140 milhões dos fundos distritais. O objetivo é de assegurar o pagamento da primeira parcela dos salários dos servidores e quitar os benefícios atrasados dos empregados da área da saúde e educação.
O projeto de lei deverá estar na próxima sessão legislativa, terça-feira, 3 de março. Ao lado do governador, a deputada Celina Leão, que preside a Câmara, manifestou apoio. "O tema é muito sensível à Câmara Legislativa por se tratar de pagamento de servidor e será levado ao Plenário na tarde de terça-feira", avisou a deputada. De acordo com o cronograma apresentado por Celina, no mesmo dia, pela manhã, a matéria será apreciada na Casa pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e pela Comissão de Orçamento e Finanças.
O GDF não informou qual o número de fundos existentes seriam usados para a transferência. Entre os fundos conhecidos, está o da criança e do adolescente, habitação e cultura.De acordo com o governador Rollemberg, ele classificou a medida como "extrema", mas disse que não haverá prejuízo para as atividades financiadas pelos fundos. "A nossa prioridade é o pagamento de salários", declarou.
Impostos
A arrecadação de impostos em fevereiro ficou R$ 50 milhões abaixo do previsto. "Trata-se de um mês atípico por ter menos dias; a partir de março, contaremos com recursos do início da arrecadação do IPVA [Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores] e do mutirão de execução fiscal", disse o governador Rollemberg.
Segundo o chefe do Executivo, dessa maneira será possível pagar os atrasados da saúde e da educação até abril — dois meses antes do previsto.

Fonte: Agência Brasília
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