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Do Alto da Torre Eduardo Brito (28/10)

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Celina pretende ficar na Câmara

Como o deputado José Antônio Reguffe e o senador Cristovam Buarque, da mesma coligação, a distrital Celina Leão pretende permanecer no Legislativo, sem ocupar qualquer cargo no próximo governo. Pretende fazer o que chama de “ajudar na governabilidade”, ou seja, compor maioria para Rodrigo Rollemberg na Câmara Legislativa. Passou o dia de ontem conversando com distritais que comporão a próxima legislatura e tirou uma primeira conclusão: não será difícil montar essa maioria. A maior parte dos distritais mostra disposição positiva nesse sentido. 

Preocupação maior é a herança a receber

A preocupação maior, do governador eleito e da bancada da sua coligação, refere-se à herança que receberá. “O foco está hoje no governo de transição”, avisa Celina. Por isso mesmo as negociações com os parlamentares ainda não foram abertas. “O governador eleito não pode agir antes de saber sequer o tamanho do governo e o que, exatamente, está recebendo”, diz a deputada.

Decisões que deveriam esperar

É nesse sentido que Celina se diz alarmada com atos do atual governo que, mesmo em final de mandato, está criando despesas. É o caso do edital do autódromo. “Por mais importante que seja, não deve constituir tema central do futuro governo e não se imaginaria, dentro da razoabilidade, que se desencadeie esse processo”, avalia a distrital. O mesmo vale para outros atos do Buriti. A Terracap, igualmente no apagar das luzes, está abrindo licitações, uma delas de R$ 280 milhões. Tudo isso, para Celina Leão, eram decisões que deveriam ficar para o próximo governo. 

Aposta até no PT

Quanto à futura base governista, Celina está otimista a ponto de acreditar que até mesmo o PT mostrará boa vontade. Apesar dos ataques feitos no final da campanha — em especial após Rodrigo Rollemberg apoiar Aécio para o Planalto —, a deputada acredita que os distritais  petistas adotarão postura moderada e não partirão para uma oposição agressiva.

Lixão virou bomba-relógio 

O presidente da Associação Comercial do Distrito Federal, Cléber Pires, esteve ontem no galpão do Centro Automotivo Globo, no Setor Complementar de Indústria e Abastecimento, Cidade do Automóvel, para conferir denúncias de acúmulo de lixo. Ficou assombrado. Havia toneladas de lixo, despejado diariamente de caçambas de caminhões do SLU. Para Cléber Pires, ou se tomam providências imediatas ou o lixão da Cidade do Automóvel permanecerá como uma bomba-relógio prestes a explodir.

Guilhotina no PHS

A Executiva Nacional do PHS destituiu ontem as direções regionais de oito estados, mais a do Distrito Federal. Formalmente, está apenas cumprindo resolução interna, aprovada em agosto, que previa o afastamento de quem não atingisse a meta de 1% dos votos para deputado federal. O partido, que elegeu cinco deputados federais e 10 estaduais, a que se soma o distrital Lira, passará por reestruturação. O ex-presidente do PHS brasiliense, Lucas Kontoyannis, que coordenou a campanha a federal do deputado Alírio Neto, não responde mais pelo comando do partido no DF. 

De olho nas secretarias

Já existem distritais de olho em secretarias do futuro governo. Doutor Michel já disse a colegas que gostaria muito de assumir a Secretaria de Justiça. Para a Secretaria do Trabalho, fala-se em três distritais: Rodrigo Delmasso, Israel Batista e bispo Renato Andrade, que ocupou o cargo até há pouco, no governo Agnelo.  

Pode tentar a presidência

O mais votado dos distritais nas eleições deste ano, Júlio César Ribeiro, aguardava uma sinalização de seu partido, o PRB, para saber se disputa a presidência da Câmara Legislativa. Essa posição está firmada. O PRB acredita que, como campeão de votos, essa aspiração é natural. Acha também que Júlio César tem perfil para o cargo, inclusive por ser aberto ao diálogo.

Pode muito bem ficar para depois

Celina Leão não é a única deputada governista preocupada com gastos de última hora determinada pelo atual governo. O distrital Joe Valle também cobra adiamento da licitação do novo processo de captação de água do Lago Paranoá. Tem informações da Caesb que essa licitação sairia nos próximos dias. “No entanto”, diz Joe Valle, “acho que há muitas  incongruências técnicas nesse projeto, que carece de mais audiências públicas”.  É uma licitação de R$ 465 milhões. ‘Acho que se pode esperar essa virada de governo para que isso seja feito”, avalia Valle. 
 
Tá falado
 
 
 
 
"Creio que esses dois meses, três meses de final de governo não vão fazer diferença para  essa licitação. Não vejo por que o processo tenha de ser feito com essa velocidade. Fico preocupado, porque é uma coisa que é para sempre: vamos abastecer Brasília com a água do Lago Paranoá.", Joe Valle, deputado distrital pelo PDT
 
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