• ESSA É A NOSSA SORVETERIA -Q 22 LT 49 S OESTE-GAMA
  • O NOSSO TEMPERO CONQUISTA
  • PRAÇA 02 Setor Sul Gama DF
  • SANTA MARIA NORTE AC 319

Bem Informado Ninguém é Enganado

Bem Informado Ninguém é Enganado

Em assembleia, Polícia Civil mantém indicativo de greve

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Categoria fará reuniões com os sindicatos dos delegados e dos peritos para decidir ações conjuntas e volta a se reunir na próxima quarta.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), realizou, na tarde desta quinta-feira (19/10), assembleia em frente ao Palácio do Buriti. Eles pleiteiam, junto ao Governo do Distrito Federal, a manutenção da paridade salarial com a Polícia Federal, que obteve reajuste de 37% parcelado em três anos. Cerca de 600 agentes estiveram no protesto e ao fnal do protesto mantiveram o indicativo de greve. Ficou decidido também que os sindicatos dos delegados e dos peritos serão convidados para decidir a respeito da greve. Uma nova reunião está marcada para a próxima quarta-feira (26/10) no mesmo local. 

Segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol), Rodrigo Franco, mais conhecido como “Gaúcho”, o governo vem tratando o pleito da categoria com descaso. Antes da assembleia, representantes dos policiais foram em uma reunião com o secretário-adjunto da Secretaria da Casa Civil, Relações Institucionais e Sociais, Fábio Rodrigues Pereira, para solicitar um encontro com o governador Rodrigo Rollemberg, mas foram informados de que não seria possível . “Não há vontade de resolver a situação. O GDF protela, descumprindo uma promessa feita na campanha do governador”, alega. De acordo com Gaúcho, uma greve não está descartada nos próximos dias. “Infelizmente, tudo leva a isso (a greve). Vamos decidir quarta”, anunciou. “É o momento de unir a categoria, para coordenar as ações”, reforçou Gaúcho. 
O agente Carlos Arruda, diz que a justificativa de falta de verba por parte do GDF não é aceitável. “Não somos mantidos com o dinheiro do governo, e sim do Fundo Constitucional, que está sendo desviado para outras finalidades”, reclamou.
Uma comissão do sindicato dos polícias foi convidada para participar da próxima reunião de líderes na Câmara Legislativa (CLDF), na segunda-feira (23/10).               http://www.correiobraziliense.com.br
Leia Mais....

Justiça solta acusados de assassinar radialista em bar do Gama

Reprodução
A Justiça do Distrito Federal liberou o homem acusado de envolvimento na morte do radialista João Paulo Farias da Silva, ocorrida no dia 1º de outubro, em um bar situado no Setor Oeste do Gama. À ocasião, a vítima tentava apartar uma briga que ocorria em seu estabelecimento, quando foi assassinado.
No alvará de soltura, a juíza determinou ao suspeito o comparecimento à Justiça a cada trinta dias para justificar atividades e manter o endereço atualizado. Determinou também, proibição de aproximação de qualquer tipo de contato, pessoal ou virtual, com os familiares da vítima.


O homem ainda está proibido de se ausentar do Distrito Federal e de se aproximar a uma distância mínima de 300 metros do local onde o crime ocorreu.                                             http://www.jornaldebrasilia.com.br
Leia Mais....

Justiça condena DF a implementar reajuste e a pagar valores retroativos aos professores

quarta-feira, 18 de outubro de 2017


Manifestação dos servidores públicos em frente ao Palácio do Buriti. Foto: Agenda Capital
O juiz substituto da 8ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal julgou procedente o pedido do Sindicato dos Professores do Distrito Federal – SINPRO e condenou o DF a efetivar o pagamento da última parcela do reajuste salarial determinado na Lei 5.105/2013, previsto para iniciar em 01/11/2015, bem como ao pagamento retroativo das diferenças que deveriam ter sido pagas desde a mencionada data.
O sindicato ajuizou ação para compelir o Distrito Federal a implementar a parcela referente ao ano de 2015, do reajuste dos vencimentos dos professores de educação básica e pedagogo-orientador educacional, integrantes da carreira do magistério público do Distrito Federal, nos moldes previstos no anexo VII do inciso I do art. 17 da lei nº 5.105/2013.
O DF apresentou defesa, na qual, em resumo, argumentou que as gestões administrativas anteriores não observaram as cautelas exigidas pelo art. 169 da Constituição Federal; e que diante da crise financeira que o DF vem atravessando, a concessão do  reajuste vai contra a Lei de Responsabilidade Fiscal.
O magistrado entendeu que o reajuste é devido, pois previsto em lei, e que a falta de dotação orçamentária não é argumento suficiente para afastá-lo, e registrou: “A controvérsia cinge-se a saber se a crise financeira vivida pelo Distrito Federal, a ausência de dotação específica da lei orçamentária de 2015 e a Lei de Responsabilidade Fiscal são óbices ao reajuste pleiteado.
De acordo com o juiz 8ª Vara da Fazenda Pública do DF, de início, cumpre observar que quando do advento da Lei nº 5.105/13, ficou expressamente previsto no parágrafo único do seu art. 17 que “os servidores da carreira Magistério Público deixam de perceber a parcela individual fixa de que trata a Lei nº 3.172, de 11 de julho de 2003, e a parcela complementar prevista no art. 30 da Lei 4.075, de 28 de dezembro de 2007, a partir de 1º de março de 2013”.
Segundo o magistrado, tal restrição de direitos foi supostamente compensada com o reajuste salarial concedido pela lei. Tanto que os reajustes previstos nos anexos I a VI da lei foram devidamente implementados pelo Distrito Federal. Conforme reconhecido pelo próprio réu, a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2015 (lei nº 5.389/2014) previu o montante de R$ 184.925.000,00 (cento e oitenta e quatro milhões, novecentos e vinte e cinco mil reais) para fins de melhorias salariais do servidor.
Para o juiz, o réu (GDF), entretanto, apega-se no fato de que a referida previsão orçamentária foi feita de forma global, sem discriminar o montante para cada carreira, ofendendo, assim, o art. 5º da Lei nº 4.320/64. Ora, se tal dotação global é ilegal, qual foi a destinação dada pelo Distrito Federal a esse recurso? E se destinou para melhorias salariais de outras carreiras, por que deixou de fora os professores? Quais os critérios utilizados? A previsão de destinação orçamentária de 2015, por si só, já é capaz de afastar a alegação de violação à Lei de Responsabilidade Fiscal, na medida em que a despeito de a dotação ter vindo com um decréscimo de 15% em relação à previsão do projeto de lei, ainda assim era suficiente para a implementação do reajuste ora pleiteado. Portanto, a mera alegação de falta de prévia dotação orçamentária, nos termos do art. 169, § 1º, da Constituição Federal, bem como na Lei de Responsabilidade Fiscal, é insuficiente para afastar o direito da categoria profissional ao reajuste vindicado”.
A decisão não é definitiva e cabe recurso.
Da Redação do Agenda Capital com informações do TJDFT
Leia Mais....

Governo do DF anuncia nomeação de mais de mil servidores

FOTO: TONY WINSTON/AGÊNCIA BRASÍLIA
                     Rodrigo Rollemberg anunciou, na manhã de ontem (17), que 1.183 novos servidores serão nomeados até o mês de março de 2018. Os órgãos contratantes são: Secretaria de Saúde, com 836 vagas; Companhia do Metropolitano do DF, 188 vagas; Fundação Hemocentro de Brasília, 79 vagas; Secretaria de Cultura, 41 vagas e Instituto de Defesa do Consumidor do DF, 39 vagas.
A área mais contemplada será a da saúde, serão 941 novos servidores para completar o quadro que hoje está em déficit. Com a contratação, as ambulâncias do Samu poderão restabelecer os atendimentos, que com a falta de profissionais, opera com somente um terço de sua capacidade. Além do ingresso de novos servidores, parte dos profissionais da saúde terá jornada duplicada, de 20 horas para 40 horas semanais.
As nomeações gerarão um impacto nos cofres públicos de R$ 23.148.832,69, em 2017 e de R$ 144.034.612,80 no próximo ano.                                                      http://www.alo.com.br
Leia Mais....

Motorista que invadiu casa e matou criança é liberado horas depois de ser preso

Foto: Kléber Lima
João Paulo Mariano
redacao@grupojbr.com.br
O corpo de Gheanny Karolyne Sousa dos Santos, 4 anos, ainda não foi enterrado, mas o autor do homicídio está solto. Hegon Henrique Brito Xavier, 24, foi o motorista do carro que invadiu a casa da menina, na Quadra 318 do Condomínio Del Lago, no Itapoã, no início da tarde dessa segunda (16). Logo após o acidente fatal, o jovem foi levado à 6ª DP (Paranoá), porém foi liberado no mesmo dia.


Apesar da gravidade do caso, não foi imposta a prisão em flagrante – e por isso ele responderá em liberdade. Já a vítima ainda não foi enterrada pois a família só conseguiu juntar o dinheiro para o velório hoje. A mãe da menina é dona de casa, e o pai está desempregado. A despedida de Gheanny deve ocorrer na tarde desta quarta (18).
Segundo o padrinho dela, Fábio Alves, os pais estão à base de calmantes. Eles também ficaram feridos e foram encaminhados ao Hospital do Paranoá para avaliação.
Indignação
Alves se queixa da soltura do jovem. “Não tem justiça no Brasil. O rapaz nem prestou depoimento direito e foi liberado. Não permaneceu nem algumas horas preso”, desabafa. O homem reclama que, se ele fez isso após uso de remédios, pode cometer o mesmo ato em situações posteriores.
O padrinho de Gheanny alega ainda que a família do acusado não entrou entrou em contato com os pais da menina para prestar qualquer tipo de socorro. “Minha afilhada era muito animada. Falava de tudo. É um perda muito grande para nós”, completa.
Essa indignação de Fábio Alves é mais comum do que muitos possam pensar. O JBr.mostrou na semana passada que, no primeiro semestre deste ano, 96% dos presos por crimes de trânsito são soltos após curto tempo, segundo dados do Tribunal de Justiça do DF.
Leia Mais....

Com base despedaçada, Rollemberg deve estabelecer novas alianças para as eleições de 2018

Rollemberg, que deve disputar a reeleição no ano que vem, já não tem os apoios de 2014. Foto: Tony Winston/Agência Brasília
Millena Lopes
millena.lopes@jornaldebrasilia.com.br
exoneração de Gutemberg Gomes do cargo de secretário do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, ontem (17), sinaliza que o governador Rodrigo Rollemberg rompeu definitivamente com o PDT, um dos seus esteios na eleição de 2014. E revela o retrato de uma base despedaçada.


Ou “deteriorada”, como prefere classificar o deputado federal Rogério Rosso, presidente do PSD-DF, o partido do vice-governador Renato Santana, que também não deve compor com o PSB de Rollemberg no ano que vem.
Para o presidente do PDT-DF, Georges Michel, é “natural” a saída de Gomes do comando da supersecretaria que ele já comandou e que já esteve nas mãos do presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle. “A partir do momento que nós nos desligamos do governo e colocamos os cargos à disposição, já esperávamos que fosse acontecer isso mesmo”, disse ele, ao relembrar a decisão da executiva regional de declarar independência, em vez de oposição ao governo Rollemberg.
A atitude, mesmo que não tenha sido tão incisiva como queriam alguns partidários, soou como provocação ao governador, que já tinha estabelecido um acordo com o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, que se refletiria na composição da legenda com o PSB em nível federal.
O caldo parece ter entornado. “No nosso entendimento, quando se faz oposição, você vota em tudo o que puder para prejudicar o governo e contra tudo o que o governo apresenta. O PDT é independente, no sentido de votar nas questões que interessam à cidade e nas propostas do governo desde que não contrariem os princípios do partido”, frisou o presidente do PDT-DF.
Nas contas de Michel, apenas 23 filiados permaneceriam nos cargos de confiança disponibilizados por Rollemberg. “Nós não temos mais vínculo nenhum com o governo e nossos indicados podem ser exonerados”, pontuou ele, ao lembrar que este número já passou de 100.
Thiago Jarjour, que é secretário adjunto do Trabalho, preferiu se desfiliar do partido a largar o cargo, explica Michel. “Ele fez a opção dele”, confirmou.
Virar à direita
Quando o assunto é 2018, Michel acredita que o governador deve ter uma estratégia de se manter na disputa para defender a reeleição. “ Os partidos de direita estão com ele. E eu acho que ele fez essa opção de construir uma base com estes partidos. A exemplo do PR, que evidentemente não o apoiará quando ele for candidato à reeleição”, citou, ao emendar que “o governador abandonou aqueles que o elegeram”.
Rosso avisa que PSD quer identidade em projetos
“O PSD quer estar com partidos que pensem como a gente”, resume o deputado Rogério, Rosso, seu presidente regional.
O PSD, assegura Rosso, está muito mais preocupada em construir um plano de metas para a legenda. “O partido entende que, muito mais importante que você se posicionar agora (para 2018), é ter um projeto para que Brasília volte a crescer”, disse, adiantando o que o PSD deve lançar nos próximos 15 dias. E, a partir daí, decidir que postura terá com relação ao governo.
Rosso disse que o PSD defende uma candidatura majoritária para o ano que vem. “Mas isso não significa que o PSD vá impor qualquer tipo de vaga. O PSD quer estar com partidos e lideranças que pensem como a gente”, afirma ele, que já governou o DF por oito meses.
“Estamos terminando de fazer um levantamento detalhado de ações que entendemos como relevantes e fundamentais para os próximos meses e anos do DF”, explica, ao deixar entender que o rompimento com o governador é breve. Sobre o despedaçamento da aliança, ele diz preferir dizer que “a base está se deteriorando”.
Decisão colegiada
Depois de lançar o projeto, ele diz que o partido se sentará com os interessados em defender as bandeiras da sigla. “Não queremos fazer alianças apenas para vencer eleição”, argumenta.
O posicionamento político do partido vai ser definido a partir de uma decisão de colegiado, segundo ele. “Vamos consultar as lideranças do partido, o deputado Cristiano Araújo, o Renato (Santana, vice-governador), o Arthur (Bernardes, secretário de Justiça), a executiva, os fundadores… vamos escutar todo mundo”, finaliza.
Leia Mais....

Motorista perde controle do carro, invade residência e mata criança de três anos

segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Kléber Lima
Um motorista de 24 anos perdeu o controle do carro e invadiu uma residência na quadra 318 do Itapoã, na tarde desta segunda-feira (16). De acordo com a Polícia Militar, o veículo atingiu uma criança de quatro anos, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local. No momento da colisão, segundo o Corpo de Bombeiros, a menina estaria deitada no sofá da sala. Ela ficou prensada embaixo do veículo e não resistiu aos ferimentos.
Os pais da vítima, Paula Maria Ferreira de Souza e Hildebrando Ferreira dos Santos, também foram atingidos pelo automóvel e escombros da casa. Eles foram atendidos pelos bombeiros e encaminhados ao Hospital Regional do Paranoá (HRPA) com escoriações nos membros inferiores, conscientes, orientados e estáveis.


No veículo, por sua vez, haviam duas pessoas: o motorista e uma passageira. Testemunhas disseram que o condutor, Hegon Henrique Brito, estaria sob efeito de drogas no momento do acidente e teria discutido com a namorada enquanto dirigia. A mãe dele, Simone Clara, no entanto, acredita que o jovem passou mal. Pouco antes, segundo ela, o rapaz havia tomado dez comprimidos de calmante.
O condutor foi submetido ao teste do bafômetro, que não acusou a ingestão de bebida alcoólica. A passageira, porém, apresentava sinais de embriaguez, de abordo com o Corpo de Bombeiros. Eles foram encaminhados à 6ª Delegacia de Polícia, no Paranoá. Em depoimento, o homem afirmou apenas que perdeu o controle do automóvel. Ainda segundo a PM, a perícia irá determinar as causas do acidente.
O veículo continua no interior da residência. As autoridades ainda não sabem como irão tirar o carro do local, pois, de acordo com a Defesa Civil, a casa corre risco de desmoronamento.      http://www.jornaldebrasilia.com.br    
Leia Mais....

Rodrigo Rollemberg Monta Estratégia De Reeleição Para 2018

domingo, 15 de outubro de 2017

A política brasiliense começa a movimentar as peças e a alinhar discursos de olho, principalmente na corrida para o Palácio do Buriti


Em uma partida de xadrez, as peças são movidas, estrategicamente, apenas após a análise de todas as opções viáveis dispostas no tabuleiro: um movimento errado pode significar a vitória do oponente. De forma parecida, mobilizam-se os políticos do DF, com olhares atentos às eleições de 2018. Apesar de ainda no início, o jogo ficou, oficialmente, mais acirrado na última semana — ao deixar a base aliada ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB), o PDT isolou o socialista e evidenciou que deve entrar na concorrência pelo Palácio do Buriti. A um ano das votações, costuras como essa se multiplicarão. Em jogo, estão o tempo de televisão, em uma campanha com prazo reduzido pela metade, e doações de empresas vetadas.
O certo até agora é que o chefe do Executivo local enfrentará artilharia pesada de diversas frentes. Entre os grandes partidos que o apoiaram em 2014, apenas a Rede permanece ao seu lado. A sigla do pré-candidato ao Senado Chico Leite, inclusive, discutirá a manutenção da aliança para as próximas eleições em congresso regional, previsto para novembro. “Há diversos itens a serem analisados. O primeiro deles é a discussão programática: até que ponto a proposta que ajudamos a construir foi cumprida? Outro item importante é a configuração das alianças nacionais”, destaca o porta-voz da Rede em Brasília, Pedro Ivo. A legenda ainda avaliará parcerias com PDT e PV.
Integrante da coligação original, o PSD, do deputado federal Rogério Rosso (PSD-DF) e do vice-governador Renato Santana, sinalizou que terá candidatos próprios a postos majoritários no próximo ano. “Vamos reunir o diretório para tomarmos uma decisão. De qualquer forma, entendemos que há uma diferença grande de sintonia entre o que o PSD deseja para a cidade e o que é feito por Rollemberg”, pontua Rosso.
O discurso dos adversários terá enfoque nos embates de Rollemberg com o funcionalismo e com a Polícia Civil. Ainda assim, o governador aposta as fichas no incremento de caixa, garantido com a aprovação da reforma da Previdência. Ao deixar de aportar dinheiro do Tesouro para honrar os compromissos com servidores e aposentados, o chefe do Executivo local terá mais tranquilidade para negociar o futuro político. Alianças nacionais também podem interferir na disputa.
A maior das vertentes de oposição, caracterizada por uma proposta de centro-direita, conta com a composição preliminar de 10 partidos: PR, PSDC, PSDB, PRP, PMDB, DEM, PTB, PSL, PTdoB e PMB. Entre os nomes envolvidos estão os dos deputados federais Izalci Lucas (PSDB-DF) e Alberto Fraga (DEM-DF); do ex-deputado distrital Alírio Neto (PTB); e do ex-secretário de Saúde Jofran Frejat (PR). Entre eles o acordo é de que o candidato com melhores projeções disputará o Buriti.
Nos bastidores, também integrante do grupo, Tadeu Filippelli (PMDB) assume que não terá condições de integrar a concorrência. O ex-vice-governador era cotado para concorrer ao Executivo local, mas o indiciamento na Operação Panatenaico, que investiga o superfaturamento do Estádio Nacional Mané Garrincha, o fragilizou. Mesmo assim, o peemedebista participa das costuras para garantir aliados na disputa por cargos majoritários. Entre eles, o distrital Wellington Luiz (PMDB).
Os rumos da coalizão serão definidos nessa semana, quando os potenciais candidatos devem se encontrar para definir as datas de afunilamento da disputa interna, além dos critérios de classificação. Ao longo dos próximos meses, devem ser observados itens como projeto de governo, colocação em pesquisas, capacidade de votos e, principalmente, viabilidade jurídica. Neste grupo, o candidato que mais se esforça na construção da própria campanha é Izalci Lucas, mas Jofran Frejat detém o maior apoio do eleitorado.

Independência

Ao colocar os cargos preenchidos por indicações políticas e adotar um posicionamento independente, o PDT abriu as portas para as negociações políticas de 2018. A resposta veio de pronto: o governador Rollemberg exonerou, na última sexta-feira, dezenas de comissionados pedetistas. É que, para o comandante do GDF, a única justificativa ao rompimento é o projeto político da legenda para o próximo pleito.
Mas a movimentação para a conquista dos cargos majoritários começou antes da ruptura. O partido chegou a cogitar a candidatura de Jofran Frejat ao Executivo local, desde que o ex-secretário de Saúde se filiasse à sigla. Pela configuração da aliança proposta, o presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT), e o senador Cristovam Buarque (PPS) disputariam lado a lado as duas vagas do Senado. Mas Frejat não deve aceitar: “Não tenho nenhuma razão para sair do PR, porque é um partido que sempre me prestigiou. Ainda assim, fico lisonjeado com o convite. É sinal de que meu nome é de respeito e assimilável”, diz.
Também na mira do grupo de Joe e Cristovam está o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no DF, Ibaneis Rocha. Interessado na chefia do Buriti e à procura de uma sigla para se filiar, ele transferiu o título eleitoral do Piauí para o Distrito Federal e tem até abril de 2018 para escolher um partido. O PDT, inclusive, não é a única opção. Ibaneis mantém conversas com o PMDB, de Tadeu Filippelli.

“Novos projetos”

As articulações da esquerda seguem embrionárias. O PT dará largada, amanhã, ao projeto “O DF e o Brasil que o povo quer”, por meio do qual serão definidas propostas, alianças e nomes para  2018. O partido reúne opções para o lançamento ao Palácio do Buriti, como a ex-distrital Arlete Sampaio e a deputada federal e presidente regional da legenda, Erika Kokay. “O governo Rollemberg foi o mais autoritário dos últimos tempos, por não aceitar críticas ou sugestões. Então, o DF precisa mergulhar em uma radicalidade democrática. Queremos fazer um diagnóstico; saber quais as prioridades de Brasília e os nomes validados pela população”, destaca Erika.
O PSol conta com pré-candidatos ao Executivo local, como o presidente do Sindicato dos Servidores da Assistência Social e Cultural, Clayton Avelar, e a auditora da Controladoria-Geral da União (CGU) Anjuli Tostes. Os próximos passos da legenda quanto às eleições de 2018, entretanto, devem ser decididos apenas após 22 de outubro, quando a sigla dará posse ao novo diretório da Executiva Regional. “O nosso partido pretende renovar a cena do DF e não deixar a disputa entre as velhas forças. A ideia é interagir e articular em torno de um programa transformador”, explica o candidato eleito, nas plenárias, à presidência do PSol, Fábio Félix.
Hélio José vai para o Pros
O senador Hélio José trocou o PMDB pelo Pros na última quarta-feira — a quarta mudança de sigla do parlamentar, que tem passagens por PT, PSD e PMB. A assessoria do senador não confirmou se a saída do partido do presidente Michel Temer ocorreu por divergências por causa do voto contrário de Hélio à reforma trabalhista. Em julho, no programa CB. Poder, o político chegou a anunciar que tentaria se candidatar ao Senado ou a outro cargo pelo PMDB, mas também afirmou que “mudar de partido é um processo natural”.
Doações restritas
Devido à minirreforma eleitoral, as campanhas, que antes começavam após 5 de julho, tiveram o início adiado para 15 de agosto, o que reduziu o período de 90 para 45 dias. Além disso, doações de empresas estão vetadas. Apenas pessoas físicas poderão destinar verbas aos candidatos.
 
O movimento das peças políticas
Pela reeleição
O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) corre contra o relógio para reestruturar a base aliada após uma série de rompimentos. A sigla, que perdeu o apoio de PDT e PSD, manteve, entre os grandes partidos, apenas a Rede ao seu lado. Com folga nos caixas em decorrência da aprovação da reforma da Previdência, o chefe do Palácio do Buriti terá mais tranquilidade na busca por novas coligações e para enfrentar a árdua missão de melhorar a imagem ante o funcionalismo e a Polícia Civil.   
 
Última aliada
A Rede, do pré-candidato ao Senado Chico Leite, discutirá em um congresso regional, previsto para novembro, a possibilidade da manutenção da aliança com o PSB para 2018. A sigla ainda mantém conversas com PDT e PV. A decisão depende das costuras nacionais.
 
Agora concorrente
Ao colocar os cargos à disposição do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e adotar um posicionamento independente, o PDT sinalizou o desejo de emplacar um candidato próprio ao Palácio do Buriti. O nome do presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle, é o mais cotado para a disputa. Mas o partido também discute alianças com o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB-DF), Ibaneis Rocha, e a ele interessa apenas a chefia do Executivo local.
 
O PPS participa das negociações. Cacique da política brasiliense, o senador Cristovam Buarque (PPS) deve integrar a chapa de centro-esquerda e disputar a reeleição. O parlamentar do PPS, contudo, não esconde o desejo de ser presidente da República. Como em 2006, postula o apoio do partido para tentar concorrer ao principal cargo do país.
 
Maior coalizão
Pelo menos dez partidos de centro-direita uniram-se pela disputa de cargos majoritários. Entre eles, o acerto é de que os candidatos com maiores chances, segundo as projeções, abocanharão os postos de governador, vice-governador e senador. Confira alguns dos participantes:
 
Fortalecido
Líder nas pesquisas eleitorais, Jofran Frejat ocupou cinco vezes o posto de deputado federal e quatro o de secretário de Saúde do DF. Com um histórico livre de escândalos de corrupção, é considerado, nos bastidores, a opção mais forte ao Palácio do Buriti.
 
Articulações
Izalci Lucas (PSDB) busca acordos nacionais para se tornar candidato à chefia do Executivo local. Entre os integrantes da coalizão de postulantes a cargos majoritários, é o que mais tem articulado, seja com a construção de alianças, seja com a divulgação do trabalho em cidades do DF.
 
Pela coalizão
Delegado aposentado e deputado distrital por três vezes, o presidente da Executiva Regional do PTB, Alírio Neto, é um dos principais articuladores da coalizão. Ao petebista interessam apenas os cargos de chefe do Palácio do Buriti ou vice-governador.
 
De olho no Senado
Integrante da bancada da bala na Câmara dos Deputados, Alberto Fraga (DEM) afirma, publicamente, que será candidato a governador. Na prática, trabalha para ir ao Senado. Conquistou o quarto mandato com 10,66% dos votos — maior percentual entre os concorrentes.
 
Correndo por fora
O PSD sinalizou que não estará ao lado de Rodrigo Rollemberg nas eleições de 2018. Mas, para não cair no ostracismo após a apagada gestão do vice-governador Renato Santana, a sigla terá de buscar sólidas alianças. Uma opção para abocanhar cargos majoritários é investir na candidatura do deputado federal e presidente regional do partido, Rogério Rosso. A sigla ainda considera apostar em um outsider devido ao desgaste do cenário político.
 
Conversas embrionárias
O PT pretende debater com a população as necessidades prioritárias do DF e validar os nomes assimiláveis para a disputa antes de firmar alianças para as eleições de 2018. O partido detém nomes tradicionais para a disputa pelo Palácio do Buriti, como a deputada federal Erika Kokay e a ex-deputada distrital Arlete Sampaio. O nome da Wasny de Roure, por outro lado, é cotado para o Senado. A legenda considera conversar com partidos alinhados como PCdoB, PDT e PSol.
 
Novas apostas
Conhecidos nomes do PSol, Toninho e Maninha devem ficar de fora da corrida pelo Palácio do Buriti para concorrer, respectivamente, a cargos no Legislativo local e na Câmara dos Deputados. A despeito disso, o partido conta com novos pré-candidatos ao Buriti. As regras do jogo, que envolvem os critérios para a escolha da aposta oficial da sigla e da costura de alianças, serão definidas após o congresso regional, previsto para 22 de outubro. Segundo bastidores, o PSol não deve firmar parceria com o PT para o próximo pleito.
Fonte: Correio Braziliense
Leia Mais....

Ana Íris é enterrada sob forte comoção no Cemitério de Taguatinga

Myke Sena
Raphaella Sconetto
rahaella.sconetto@jornaldebrasilia.com.br
Ana Íris Mendes dos Santos, de 12 anos, foi enterrada na manhã deste domingo (15), no Cemitério de Taguatinga. O clima era de comoção entre amigos e familiares, que foram prestar suas últimas homenagens à criança, que foi assassinada pelo primo de 16 anos, em Samambaia, e foi encontrada no dia 26 de setembro, depois de 16 dias desaparecida.


Durante o sepultamento, a tia da garota Cleonice dos Santos, 25 anos, contou que até ontem a mãe não acreditava que a filha tinha morrido. “A dor maior vem da Maria das Graças, ela está inconsolável. Mesmo vendo, ela não acreditou. Ela achava que a Ana Íris ia aparecer a qualquer momento”, relata Cleonice.
No momento do enterro, amigos pediram por paz em Samambaia. O professor de takedown de Ana Íris, William Lima, esteve no local e pediu que as famílias tenham mais cuidados com as crianças.
A mãe da menina, Maria das Graças Santos, estava incrédula com a morte da filha. Abalada, afirmou apenas que “vai deixar os outros filhos serem crianças, brincando”. Familiares relataram que ela ficou em pânico depois do sumiço de Ana Íris e, desde então, questiona o tempo todo onde os filhos estão. Além da garota, Gracinha, como é chamada, tem outros quatro filhos.
Relembre o caso
Ana Íris foi encontrada morta em um matagal em Samambaia no dia 26 de setembro. Ela estava desaparecida há 16 dias. Um primo da menina, de 16 anos, confessou o crime.
De acordo com o delegado que investigou o caso, antes de ser morta, a garota implorou para que deixasse ela viver. “De bruços, ele a estrangulou. Ela ainda pediu para não ser morta”, contou com base no relato do menor.
Ana Íris saiu junto com os quatro irmãos para a casa da avó, no dia 10 de setembro. A menina de 12 anos, vestia camiseta azul e uma bermuda jeans. Porém não retornou para casa.
A mãe da criança, Maria das Graças, informou, na ocasião, que a filha não tinha costume de sair de casa sem dar notícias. Durante os dias em que a menina estava desaparecida, familiares e amigos se mobilizaram para encontrar a criança. O caso é tratado como feminicídio.   http://www.jornaldebrasilia.com.br
Leia Mais....

Menina de 14 anos é baleada dentro de ônibus durante assalto no Recanto das Emas

Divulgação
Uma menina de 14 anos foi baleada dentro de um ônibus durante assalto na noite deste sábado (14), no Recanto das Emas. De acordo com a Polícia Civil, o crime ocorreu na altura da quadra 601. A vítima, atingida na perna, foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada para o Hospital Regional do Gama (HRG) consciente.
Segundo o motorista do coletivo, três suspeitos entraram no ônibus e, com o apoio de uma arma de fogo, anunciaram o assalto. Os bandidos recolheram diversos bens dos passageiros e tentaram pegar o celular do condutor, que se negou a entregar o aparelho. Nesse momento, um dos ladrões chegar a dar um tapa de raspão na cabeça dele.


Em seguida, um passageiro, que não teve a identidade revelada, reagiu. Com isso, o trio tentou atirar contra o homem, mas a arma não funcionou. Após realizar alguns testes, os bandidos tornaram a disparar a arma de fogo e acertaram a adolescente.
Os suspeitos fugiram do local levando os bens das vítimas. Segundo a Polícia Civil, foram subtraídos vários celulares e R$ 80 em espécie da empresa. A Polícia Militar chegou a fazer buscas na região, mas, até a publicação desta nota, eles não haviam sido localizados. A Delegacia de Polícia investiga o crime e o paradeiro dos autores.                                      http://www.jornaldebrasilia.com.br
Leia Mais....

Homem de 31 anos é encontrado morto dentro de apartamento no Gama

Foto: Myke Sena
O corpo de um homem de 31 anos foi encontrado dentro de um apartamento no Condomínio Residencial Mansões Paraíso, no Gama, na manhã deste domingo (15). Leandro Henrique Lima da Silva foi morto a facadas.
Os vizinhos chamaram a Polícia Militar após verem sangue espalhado pelo corredor. O principal suspeito do crime seria um morador do Condomínio.


Ao chegar ao local, testemunhas informaram à polícia que, houve uma briga no 1º andar do Residencial. O suposto autor não estava no apartamento.
A perícia foi acionada e a 20ª Delegacia de Polícia (Gama) investiga o crime.                      http://www.jornaldebrasilia.com.br
Leia Mais....

DEPUTADO AGACIEL MAIA APRESENTA PROJETO DE LEI QUE DETERMINA SANÇÕES AS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE QUE LIMITAM PRAZO, VALOR OU QUANTIDADE PARA INTERNAÇÕES

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Agaciel Maia (PR), presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças e Líder do Governo na Câmara Legislativa, apresentou  projeto de lei, que determina sanções a serem aplicadas a operadoras de planos ou seguros de saúde que estabelecerem limitação de prazo, valor ou quantidade para internações.
Segundo o PL, essas empresas poderão ser multadas e em caso de reincidência, a empresa infratora não poderá mais firmar contrato com a Administração Pública, participar de processos licitatórios, usufruir de isenção fiscal estadual, parcelar dívida pública e receber benefícios de programas distritais, entre outras sanções.
“O intuito do projeto é punir o descumprimento de preceitos legais por parte dessas operadoras de saúde. Não são raras notícias na mídia de que consumidores apelam para o Poder Judiciário na tentativa de fazer com que elas cumpram suas obrigações contratuais. Em muitos casos, trata-se de negativa para internações, exames e tratamentos”, disse o deputado.    http://www.agacielmaia.com/
Leia Mais....

Senado faz alterações na Lei Maria da Penha

FOTO: TÂNIA RÊGO - AGÊNCIA BRASIL
           Foi aprovado pelo Senado Federal na quarta-feira (11), data que representa o Dia Nacional de Luta Contra a Violência à Mulher, projeto que altera a Lei Maria da Penha, permitindo aos delegados de polícia conceder medidas protetivas de urgência as mulheres que sofreram violência e aos seus dependentes, uma prerrogativa que hoje é exclusiva aos juízes. A medida teve votação simbólica na Casa e anunciada como positiva, mas integrantes do Ministério Público, Defensores Públicos Gerais e organizações feministas criticaram as mudanças. Eles pedem que o presidente Michel Temer vete a mudanças.
A mudança na lei determina que a concessão de medidas feita pelo delegado só será admitida em caso de risco real ou iminente à vida ou à integridade física e psicológica da mulher e de seus dependentes. A polícia deverá comunicar a decisão ao juiz e também consultar ao Ministério Público em até 24 horas, de acordo com a proposta para definir pela manutenção da decisão. As instituições contra a medida alegam que invés de significar avanços, o projeto aprovado subverte a lógica da Lei Maria da Penha e seu foco em garantir o acesso das mulheres à Justiça e a rede de apoio, como instituições de acolhimento e de apoio a saúde.                               http://www.alo.com.br/
Leia Mais....
 
NOSSOGAMA.COM.BR © 2013 | Traduzido Por: Template Para Blogspot