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Bem Informado Ninguém é Enganado

Bem Informado Ninguém é Enganado

Uma Palavra de Fé (Pr. Chancerley Santana) COPEV-DF

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Eu preciso de um milagre, e você? Pra dizer a verdade, qual de nós não precisa? Se este não é o seu caso, pergunto, tem certeza que está no lugar certo?
Penso que todos precisamos de um milagre, independente da dureza de nossos corações, independente de acreditarmos nisso ou não, acho que todos precisamos.
“Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta.” (Mateus 7:7 -12).
Jesus afirma que TODO O QUE PEDE RECEBE.
Pode parecer difícil, pode parecer impossível, mas muitos de nós estamos aqui para provar o contrário. Quando eu mais precisei , Deus esteve lá para me ajudar e me dar força e me consolar, e acredite, isso vai acontecer com você também, apenas não desista. Espera em DEUS e ele vai te surpreender.
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Passagens mais caras no Entorno começam a valer

Os novos preços começaram a valer neste domingo, sendo esta segunda-feira o primeiro dia útil com os valores aumentados. As alterações devem impactar a população e o comércio

O aumento no preço das passagens entre Plano Piloto e Entorno deve impactar empresas e trabalhadores que vivem na região. O ajuste foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), na última sexta-feira (16), e os aumentos variam de 5% a 7%. Os novos preços começaram a valer neste domingo (18/2). 

Moradores de regiões como Brazilinha, Águas Lindas e Luziânia devem sentir esse aumento no bolso. "Essas passagens interferem tanto nas despesas diretas dos empregados quanto no custo das empresas, que bancam esses aumentos. O tamanho do impacto depende muito da quantidade de trabalhadores em regiões distantes e de onde eles vivem", afirma Adelmir Santana, presidente da Federação do Comércio do Distrito Federal (Fecomércio).

 Segundo ele, o Plano Piloto recebe, diariamente, quase 1 milhão de trabalhadores formais e informais. "Eles vêm em busca de oportunidades e isso acaba prejudicando a todos, empregados e empregadores. Até o preço final dos produtos pode sofrer impacto", finaliza.

Jael Antônio da Silva, presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar), também critica o aumento. "É algo muito ruim para os empresários, nesse momento de crise, vem mais um custo. Atualmente, grande parte dos empregados de bares, hotéis e restaurantes trabalha fora do Plano e isso afeta muito a todos", afirma Jael.

Para ele, no primeiro momento, a maioria dos empresários deve absorver os custos e tentar não repassar esse aumento ao consumidor. "As empresas perderiam muitos clientes se repassassem esse aumento agora. Todos terão que fazer uma análise e segurar os custos para manter os clientes", destaca.

 
Impacto para o trabalhador


O fotógrafo Ravel Luz, 26 anos, tem um estúdio na quadra 306 da Asa Sul e afirma que o valor da passagem afeta seu orçamento, principalmente pelo fato de ser um trabalhador autônomo. "Eu moro no Valparaíso e a frequência de ônibus para lá é bem menor. Muitas vezes, tenho que pegar um ônibus e descer na BR-040 para pegar um circular", afirma o fotógrafo, que vai de segunda a sexta-feira para o Plano Piloto a trabalho e, muitas vezes, também nos fins de semana. Antes do reajuste, Ravel costumava gastar, em média, R$ 65 de passagem por semana.

Ana Luiza Martins, 22, é monitora em uma clínica para pessoas especiais e estuda serviço social na UDF. Ela mora em Valparaíso e pega ônibus todos os dias para o Plano e, por vezes, de dois a quatro coletivos no mesmo dia. "Mesmo que sejam poucos centavos de aumento, cada moedinha faz diferença no fim do mês. Quando o ônibus não passa tenho que pegar mais de um para chegar ao trabalho, que fica na Asa Norte", afirma a estudante. A dupla jornada gera mais aumento para Ana Luiza, que precisa cortar gastos em outras áreas para bancar as passagens.  
 
Segundo a ANTT, o aumento nos bilhetes é necessário para "manter o equilíbrio econômico-financeiro".  A alteração é anual e leva em conta fatores como o aumento de combustível, peças e acessórios, novos veículos, além de despesas com funcionários.        http://www.correiobraziliense.com.br
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Pré-candidatos ao Buriti buscam apoio antes das eleições

Além de Rollemberg, nenhum candidato ou partido arrisca cravar o nome na disputa. Incertezas sobre a posição das legendas ou a preferência da população são os principais motivos

 
Com a aproximação do prazo final para a troca de partidos e o alinhamento de coligações, a corrida eleitoral começa a se afunilar no Distrito Federal. Contudo, apesar da efervescência das articulações, peças importantes da disputa pelo Palácio do Buriti ainda enfrentam o descompasso entre os próprios desejos e os planos dos partidos. Há aqueles que detêm o apoio das legendas, porém preferem adiar o lançamento das pré-candidaturas, como o presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT), e o ex-secretário de Saúde Jofran Frejat (PR). Outros garantem que estarão no pleito, mas ainda não conquistaram o suporte oficial das próprias siglas — é o caso dos deputados federais Izalci Lucas (PSDB) e Alberto Fraga (DEM). Até agora, o único nome certo para concorrer ao pleito é o do governador Rodrigo Rollemberg (PSB).Com o intuito de garantir o palanque eleitoral de Ciro Gomes à presidência da República, o PDT aposta todas as fichas em Valle para o GDF. O comandante nacional da sigla, Carlos Lupi, deu carta branca ao distrital para a formação de coligações na capital e garantiu turbinar os cofres da campanha. Na Executiva local, o apoio também é unânime. A sigla não quer perder, mais uma vez, a oportunidade de assumir o protagonismo em Brasília — apesar das grandes chances de vitória no passado, os senadores Cristovam Buarque (PPS) e José Antônio Reguffe (sem partido) optaram por não concorrer ao Buriti à época em que integravam o partido.O alto escalão do PDT pretende lançar a pré-candidatura de Valle no início de março. Ele ainda não deu sinal verde, dizem interlocutores. O distrital quer, antes, concretizar planos que o elegeram presidente do Legislativo local, como a redução de gastos, incrementada pelo fim da verba indenizatória, e o reforço da transparência nos atos financeiros e administrativos da Casa. O pedetista ainda pretende formar uma base política sólida antes de abraçar a campanha. “Não pretendo ser candidato de mim mesmo”, costuma dizer.

A situação de Jofran Frejat é mais complexa. Apesar do apoio do PR e do desejo declarado de concorrer ao comando do GDF, o ex-secretário de Saúde enfrenta a resistência do próprio grupo político. A despeito de ocupar a primeira colocação em pesquisas de opinião, a coalizão, integrada também por PTB, MDB, PSDB e DEM, encomendou um novo estudo relativo às intenções de voto e, agora, diverge sobre a data da aplicação dos questionários ao público.

Outro agravante, garantem interlocutores, é o fato de a candidatura de Frejat não satisfazer às pretensões do ex-governador José Roberto Arruda, que o lançou à disputa de 2014 por conta da inelegibilidade. Além disso, o grupo de centro-direita pode ser rompido. A imposição do presidente do MDB-DF, Tadeu Filippelli, de indicar o vice da chapa não agradou aos integrantes, os quais garantem que não aceitarão a condição. O ex-secretário de Saúde pretende intensificar o diálogo para garantir a unidade da potencial coligação. “Casa dividida não permanece em pé. A divergência abre espaço para a reeleição de Rodrigo Rollemberg”, pontua.

O deputado federal Izalci Lucas, por sua vez, garante a pré-candidatura ao Buriti. Todavia, o parlamentar não recebeu a garantia de apoio da própria sigla. Isso porque o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) negocia, a nível nacional, com o PSB, do governador Rodrigo Rollemberg. Apesar de a situação estar delicada em São Paulo, com tucanos e socialistas se engalfinhando pelo Palácio dos Bandeirantes, a aliança ainda é uma probabilidade. O ajuste do cenário deve começar em 4 de março, quando o PSDB baterá o martelo, em prévias, sobre o candidato oficial da sigla ao Palácio do Planalto — Alckmin deve vencer o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (leia Para Saber Mais).

Ainda há o problema de Izalci enfrentar grande resistência no tucanato local. A maioria das correntes do partido se opõem ao deputado, principalmente a capitaneada pela ex-governadora Maria de Lourdes Abadia, que chefia a Secretaria de Assuntos Estratégicos da gestão Rollemberg. Para os algozes, o fracasso do parlamentar foi selado com a renovação do mandato provisório no comando do PSDB apenas até 15 de março, a três semanas do fim do prazo para a migração entre legendas, quando poderia chegar a junho.Em razão das divergências internas, Izalci recebeu convites de outros partidos para se filiar. Entre eles, o PSL, do presidenciável Jair Bolsonaro. Ainda assim, o tucano está confiante quanto à pré-candidatura pelo PSDB. “Com certeza, irei até o fim. Isso é fato consumado. O fato de Rollemberg buscar aproximação com o partido só mostra a preocupação dele com o nosso crescimento”, garantiu.

Troca de bandeiras


Hoje, apesar de se apresentar oficialmente como candidato ao Buriti, Alberto Fraga é visto como um nome para o Senado, em parte por conversas nos bastidores e pelo fato de não ser a prioridade do DEM. Mas traições internas podem levá-lo a deixar a legenda e, com isso, mudar as peças do jogo pelo Buriti. Decepcionado com a derrota na disputa pela liderança do partido na Câmara dos Deputados, o demista baterá o martelo sobre a possibilidade até o fim da próxima semana. Apesar de transitar bem na Casa e deter a garantia preliminar de 18 dos 31 votos possíveis, ele acabou vencido por Rodrigo Garcia após a interferência no pleito de Geraldo Alckmin, do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), e do ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM).

Se, após conversas com correligionários, decidir trocar o DEM pelo MDB — maior partido do Brasil, ao qual foi filiado entre 1997 e 2003 —, Fraga pode se consolidar como forte concorrente ao GDF, dada a proximidade com Filippelli, a estrutura da agremiação e as circunstâncias do grupo de centro-direita. “Ter perdido a liderança pelo toma lá da cá me deixou chateado. Mas é justo conversar com meus colegas e avaliar a situação com calma”, ponderou.

A tendência é de que as chapas pelos cargos majoritários — Buriti, Vice-Governadoria e Senado — tomem forma até o fim de abril, uma vez que o prazo final para a troca partidária é o dia 7 daquele mês e, em 5 de julho, começam as propagandas intrapartidárias dos concorrentes para o amadurecimento das candidaturas.


Para saber mais


Negociações entre tucanos

Os tucanos comandam São Paulo desde 1995. O PSB, contudo, pretende mudar o cenário. Em 4 de março, o PSDB deve confirmar Geraldo Alckmin como a aposta do partido para a presidência da República. Assim, em abril, ele se descompatibilizará do cargo de governador paulista. O vice, Márcio França (PSB), assumirá com o plano de ser candidato e permanecer no posto até 2022. O socialista quer o apoio do tucanato em troca da formação de um palanque eleitoral a Alckmin no Nordeste, região em que os socialistas detêm força. Os planos incomodaram. A ala do PSDB ligada a João Dória e José Serra descarta a possibilidade. Alckmin e aliados buscam evitar a divisão da base política. O resultado da disputa pelo Palácio dos Bandeirantes vai interferir de forma direta na possibilidade de aliança entre os partidos pelo Buriti.                            http://www.correiobraziliense.com.br
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Petistas montam estratégia para o caso de Lula ser preso


Enquanto torcem para que o Supremo Tribunal Federal (STF) conceda um habeas corpus em favor de Luiz Inácio Lula da Silva, petistas próximos ao ex-presidente discutem o que fazer caso o líder máximo do partido vá para a prisão. Os petistas calculam que, se consumada, a prisão de Lula deve ocorrer em março.
O debate ainda não foi colocado formalmente para deliberação das instâncias partidárias, mas um grupo restrito formado por dirigentes, parlamentares, ex-ministros e líderes de movimentos sociais tem conversado sobre quais ações podem ser postas em prática enquanto Lula estiver na prisão.
As discussões vão desde a estratégia eleitoral em caso de impedimento de Lula até mobilizações de rua, campanhas na internet e o comportamento do próprio ex-presidente na cadeia. Segundo um petista próximo de Lula, o ex-presidente não vai reconhecer “moralmente” a condenação a 12 anos e 1 mês de prisão imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), não deve ser um preso dócil e “vai dar trabalho”.
Alguns petistas chegam a falar em greve de fome, mas auxiliares mais próximos do ex-presidente garantem que Lula nunca cogitou a ideia. Ele ficou seis dias sem comer quando foi preso em 1980, durante a ditadura militar, por liderar uma paralisação de 41 dias dos metalúrgicos do ABC. Mas em 2005, quando era presidente, Lula criticou essa forma de protesto quando o bispo Luiz Flávio Cappio fez uma greve de fome contra a transposição do Rio São Francisco. “Greve de fome é judiar do próprio corpo”, disse Lula, à época.
Algumas iniciativas têm sido tomadas à revelia do ex-presidente. No dia 1.º de fevereiro a Frente Brasil Popular (FBP), formada por cerca de 200 movimentos sociais ligados ao PT e ao PCdoB, aprovou proposta do Movimento dos Sem Terra (MST) para a realização de um acampamento na frente da casa do petista, em São Bernardo, a partir desta segunda-feira, 18. O objetivo seria constranger a Polícia Federal ou até, no limite, impedir o cumprimento de um eventual mandado de prisão. Lula não foi consultado e integrantes da direção da Frente acham pouco provável que a proposta seja colocada em prática.
Alguns dirigentes petistas sugeriram a realização de uma vigília na frente da prisão em Curitiba para onde o ex-presidente pode ser levado. Um grupo de parlamentares do partido propõe organizar caravanas diárias para visitar Lula e, assim, propagar as mensagens do petista para fora da cadeia e manter seu nome em evidência. Ainda não há decisão se, em caso de prisão, ele vai se entregar ou esperar a chegada da PF em casa. Os petistas acham difícil a manutenção de grandes mobilizações populares.
Segundo auxiliares e pessoas que estiveram com Lula nos últimos dias, ele está tranquilo e mantém o bom humor. O ex-presidente encara a possibilidade de ser preso como um ato político que tem como objetivo tentar tirá-lo da disputa presidencial. Ele tem dito que em três anos de investigações, os responsáveis pela Lava Jato não conseguiram desmoralizá-lo perante o eleitorado e seus aliados políticos.
Assessores de Lula comparam a situação com a do senador Aécio Neves (PSDB-MG), flagrado em conversa na qual pede dinheiro ao empresário Joesley Batista, da JBS, e marginalizado por muitos de seus próprios companheiros de partido.
“Lula não é o Geddel (Vieira Lima) nem o (deputado) João Rodrigues (PSD-SC, preso no dia 8 deste mês)”, afirmou o deputado Carlos Zarattini (PT-SP). “Estamos vivendo uma situação em que de um lado o prestígio de Lula e do PT aumentam sensivelmente e do outro a perseguição judicial que não cessa”, completou.
Enquanto isso, os petistas se mobilizam para tentar convencer o plenário do STF a aceitar o habeas corpus de Lula. O ex-ministro do Supremo Sepúlveda Pertence, recém incorporado à defesa do petista, tem circulado pelos gabinetes da Corte. O périplo começou no mesmo dia (6 de fevereiro) em que sua inclusão foi anunciada, quando houve a posse do ministro Luiz Fux na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gilberto Carvalho, o advogado e ex-deputado Sigmaringa Seixas, o deputado Vicente Cândido (PT-SP) e o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha também foram escalados.
Otimismo – Depois da entrada de Pertence na equipe de defesa, o clima de pessimismo foi substituído por um otimismo controlado. “Apesar de todos sinais contrários, ainda tenho esperança de que vai se fazer justiça nas Cortes superiores. Não aceito a normalização da prisão do Lula”, disse o deputado Wadih Damous (PT-RJ).   http://www.tudooknoticias.com.br
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Horário de verão acaba neste fim de semana

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
O carnaval acabou e, depois dele, termina também o horário de verão. Em vigor desde outubro do ano passado, os relógios devem ser atrasados em uma hora entre este sábado (17) e este domingo (18).
Além de Minas Gerais, outros nove Estados e o Distrito Federal participaram o horário de verão neste ano. O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal).
Assim, a maioria dos Estados do Brasil volta a ter o mesmo horário. As exceções são o leste do Amazonas e os Estados de Roraima e Rondônia, que ficam com uma hora de atraso em relação a Brasília. O Oeste do Amazonas e o Acre ficam com duas horas de atraso com relação a capital federal.
Período menor
O próximo horário de verão será menor do que este que acaba. O presidente Michel Temer editou um decreto que reduz a duração deste período, mas que não o elimina.
Assim, no fim deste ano, o horário de verão começará apenas em 4 de novembro, um fim de semana após o fim do segundo turno das eleições presidenciais, que está marcado para 28 de outubro.
Entenda o motivo
A mudança foi um pedido do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, para evitar atrasos na apuração dos votos e na divulgação dos resultados do pleito.
Anteriormente, o horário de verão começava na segunda semana de outubro.                     http://www.tudooknoticias.com.br
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Antigos aliados de Rollemberg recomendam desistência de reeleição

Antigos aliados de Rollemberg recomendam desistência de reeleição
Fotos:Kléber Lima

Diante da queda do viaduto do Eixão Sul, a polêmica se estende dentro de fora do Buriti


Francisco Dutra
francisco.dutra@grupojbr.com
Ao postar uma defesa do governo Rollemberg (PSB), nas redes sociais, a secretária de Planejamento, Leany Lemos, colocou mais lenha na crise política turbinada pela queda do viaduto do Eixão. Com tom de desabafo, o texto virou mantra defensivo para os governistas, mas também inflamou críticas da oposição e até de personagens independentes na política candanga, como o ex-chefe de gabinete do governador, o diplomata e ex-participante do Big Brother Brasil, Rômulo Neves. Questionando a resposta do Buriti para o episódio, em uma análise ampla da gestão, Rômulo faz uma dura crítica: o governador deveria abandonar o projeto de reeleição.
O ex-chefe de gabinete de Rollemberg destacou dois pontos nebulosos no discurso adotado pelo GDF na crise do viaduto. Primeiro ponto, se o governo fez todo possível para evitar o desabamento, por quê exonerou Henrique Luduvice do comando do Departamento de Estradas de Rodagem (DER)? “Se o cenário real for esse, o Executivo deu um pé na bunda de um médico, após o profissional ter feito tudo para salvar o paciente. É um movimento incoerente”, diz.
O segundo ponto dúbio é o papel do próprio governador. “ A grande questão aqui, entretanto, não é se o diretor do DER executou ou não o orçamento, mas, se esse governador real tinha ou não controle sobre esses processos. Tinha ou não conhecimento do problema? Se tinha, é ruim. Se não tinha, é, igualmente, ruim”, pondera Neves. Fazendo um raio-x global da gestão, o diplomata julga que o governo entregou pouco. As exceções seriam o saneamento das contas públicas e os projetos para legalização habitacional e ocupação.
“Concluo, sugerindo fortemente ao governador real que abra mão de disputar a reeleição. Que finalize o bom trabalho, capitaneado pela eficiente Secretária de Planejamento, de sanear as contas públicas, mas que passe o bastão. Vai economizar muitos recursos públicos, evitando que seus funcionários diminuam drasticamente sua produtividade para fazer campanha. Vai evitar passar por uma derrota eleitoral – inevitável já que seu concorrente, considerando friamente o resultado de 2014, precisa reverter apenas 5,6% dos votos para ganhar as eleições (e duvido muito que o eleitorado do governador real tenha diminuído menos do que isso)”, afirma.
Contudo, o clima do governo é outro. O próprio governador elogiou o movimento de Leany. “Achei natural. Achei correto. A secretaria Leany é uma pessoa que tem vivido todas as dificuldades. Sabe das dificuldades que enfrentamos. Toda a situação de degradação do Estado que recebemos. E como tem sido difícil fazer a recuperação. Mas graças à Deus Brasília é uma cidade que está de pé”, diz Rollemberg.
Questionado pelo Jornal de Brasília se tinha ou não conhecimento da baixa execução do orçamento para o reparo de viadutos e pontes em seu governo, Rollemberg desconversou. O governador preferiu reafirmar os feitos da gestão, como a recuperação do complexo de viadutos da Rodoviária de Brasília e a recuperação da barragem do Ribeirão do Gama e de um viaduto de Ceilândia, onde duas pessoas morreram no governo passado, de Agnelo Queiroz (PT), por exemplo.
No rumo da radicalização
Aliados de Rollemberg prometem radicalizar na defesa técnica e política do governo, na corrida pela reeleição. Por outro lado, a oposição também pretende disparar chumbo grosso contra o governador. O pré-candidato ao Buriti e presidente regional do PTB, Alírio Neto, avisa: acusará o governador de crime de responsabilidade pela queda do viaduto na Justiça.
Entre os aliados de primeira hora de Rollemberg, o secretário de Cidades, Marcos Dantas (PSB), repassou o texto de Leany para a equipe da pasta. “Não dá para ficar calado. Se não fosse nosso pulso firme, o DF seria um Rio de Janeiro hoje. Estaria quebrado. Já que querem atacar mais forte. Vamos defender mais forte”, argumenta.
Segundo o presidente regional do PSB, e presidente da Fundação de Apoio a Pesquisa, Thiago Coelho, os secretários farão a defesa técnica, enquanto os partidos aliados lutarão na frente política.
No campo da oposição, Alírio, que participou da gestão Agnelo, diz ter em mãos farta documentação para entrar com ação de crime responsabilidade. “O governo deixou projeto básico e dinheiro. Rollemberg não tomou conhecimento dos pareceres técnicos e destinou os recursos para outras coisas”, dispara. No meio do tiroteio político da crise, servidores públicos também inflamaram as ressalvas contra o governo Rollemberg.
Versão oficial
“Meu texto foi pensado para dialogar com minha rede de amigos, sobre os desafios que enfrento cotidianamente desde a transição. Sabia que teria repercussão, mas não imaginava as proporções. Embora as pessoas tentem pessoalizar o debate e as minhas reflexões, falei como gestora. Lamentei que o post, com uma reflexão sobre politicas públicas e governabilidade tenha gerado simplesmente ataque pessoal, não uma crítica no campo das ideias, como a reação das corporações. No caso especificamente do Rômulo Neves, reafirmo meu respeito por ele. Trata-se de amigo, homem brilhante e apaixonado pela cidade como eu – com quem debato, mas de quem discordo. Nada mais além disso”. Quem diz é Leany Lemos, secretária de Planejamento.                                  Jornal de Brasília
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Cristovam Buarque internado


Cristovam Buarque internado
Foto: reprodução
Senador Cristovam Buarque, que faz 74 anos na próxima semana,  está internado no Hospital do Coração do Brasil, da Rede D’Or São Luiz, na Asa Sul, desde o último dia 11. O ex-governador está com pneumonia.
Após chegar ao Brasil de uma longa viagem pelo Oriente Médio, Buarque, que é do partido PPS,  começou com um quadro de tosse, febre e calafrios. Ele sofre de asma e já iniciou o tratamento com o uso de antibióticos.                   Jornal de Brasília
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Grave acidente entre ônibus e carreta deixa pelo menos 50 feridos na BR-020


Grave acidente entre ônibus e carreta deixa pelo menos 50 feridos na BR-020
Reprodução

Com o impacto da batida, o transporte de passageiros ficou partido ao meio. Seis mortes estariam a confirmar.

Um acidente entre uma carreta e um ônibus pode ter deixado mais de 50 feridos na BR-020, em Formosa (GO), na Região Metropolitana do Distrito Federal, na manhã desta quinta-feira (15). Com o impacto da batida, o transporte de passageiros ficou partido ao meio. O Corpo de Bombeiros do DF foi acionado para auxiliar nos trabalhos da corporação goiana. Seis mortes estariam a confirmar.
Segundo a PRF, a colisão foi frontal em uma parte da rodovia de pista simples com sinalização de que é proibido fazer ultrapassagem. A batida aconteceu entre os povoados de Bezerra e JK no município de Formosa, no KM 45 da rodovia, que está interditada nos dois sentidos.
De acordo com informações do CBMDF, são pelo menos 50 vítimas no local e seis óbitos a confirmar. Uma aeronave e sete ambulâncias – inclusive com material de corte – foram enviadas ao local. A polícia informou que celulares estão sem sinal na área e ligações só podem ser realizadas 3 KM depois do local do acidente.                                   Jornal de Brasília
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Prefeitura de Valparaíso cria gabinete integrado de segurança pública

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

A Prefeitura de Valparaíso de Goiás tem executado ações a fim de melhorar a qualidade da segurança pública no município.


Prefeitura de Valparaíso cria gabinete integrado de segurança pública
A mais recente atitude do governo local foi à realização da 1ª reunião do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM). O encontrou serviu para discutir ações que busquem o policiamento ostensivo e ações conjuntas de prevenção contra o crime. “O gabinete, reativado em dezembro de 2017, mediante Decreto, faz parte das metas do Pacto Social Goiás Pela Vida e acolhe um novo modelo de gestão”, informou a prefeitura.
O prefeito de Valparaíso, Pábio Mossoró, é o atual presidente do GGIM. Em sua fala, durante o encontro, Mossoró lembrou que o gabinete é um órgão estratégico e deve ser constantemente utilizado.
“Esse grupo foi resgatado para discutir soluções para prevenção. A própria comunidade acredita que segurança pública é apenas policial nas ruas, mas, na verdade, segurança pública se dá por meio de uma série de ações que instrumentam e melhoram significativamente a segurança”, disse Mossoró.
O governo do Estado de Goiás informa que, após a criação do programa “Pacto Social”, que surgiu com a necessidade de envolver a população para tratar de segurança pública, 89% dos crimes, concentrados nas 21 cidades mais violentas do Estado, acontecem contra a vida e o patrimônio público e privado. O governo garante que o monitoramento das ações, a partir deste ano, será mais efetivo.
A composição do GGIM será feita por indicações, cada órgão de segurança pública do município terá seu representante, para se reunir uma vez por mês junto com os outros membros do gabinete.
Para o prefeito de Águas Lindas de Goiás, Hildo do Candango, a medida adotada pela gestão de Pábio Mossoró é um exemplo de trabalho coerente, pois a violência tem aumentado no país, de norte a sul, e, consequentemente, tem assustado os brasileiros.
“Não podemos permitir que a violência seja a regra na sociedade brasileira, e a tranquilidade e a paz social uma exceção. Por isso, a atitude da gestão de Mossoró é certeira, pois trata do bem mais preciso do cidadão: sua vida”, argumento Hildo.                    http://www.capitaldoentorno.com
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GENERAL VAI COMANDAR NOVA FRENTE DE BATALHA PELO BURITI


Paulo Chagas, ao centro, teve a filiação abonada por Ovasco Resende. Foto: Carlos Siqueira
Marta Nobre
O Partido Republicano Progressista – PRP, já tem um pré-candidato ao Palácio do Buriti. É o general Paulo Chagas. O acordo foi selado nesta quarta-feira, 7, em Brasília, em reunião de Paulo Chagas com o presidente nacional da legenda, Ovasco Resende, e Adalberto Monteiro, dirigente regional. A ordem é colocar ordem na casa (no governo de Brasília), com a garantia de um novo tempo de governança na Capital do país.
Com essa decisão antecipada, os partidos alinhados com as ideias propostas pelo grupo terão mais tempo para promover suas organizações internas e nominatas. Ovasco afirmou que “precisamos implantar no Brasil uma nova era, uma prática política transparente e honesta. E o general Paulo Chagas representa, como cidadão, a essência do pensamento dos blocos que não estão envolvidos com escândalos e corrupção.”
Por sua vez, Paulo Chagas toma como missão implantar um método eficaz de governança, distribuindo metas aos seus comandados nas principais áreas hoje abandonadas pelo GDF como Saúde, Segurança, Educação, Moradia, Mobilidade Urbana, Desburocratização, Desenvolvimento e outras.
Oficial da Cavalaria do Exército, sua biografia é robusta e sua competência em todas as missões que recebeu ao longo da carreira é exemplar, afirmam seus correligionários. Observadores acreditam que Paulo Chagas será o único nome capaz de reunir os partidos fichas-limpas, exigência que faz, para marchar ao Buriti.
Cerca de dez agremiações partidárias aguardavam sua definição. “Minha candidatura não é militar, mas de um cidadão cuja profissão é ser militar”.
Com essa afirmativa Paulo Chagas pretende deixar claro que suas ideias são pelo fortalecimento da iniciativa privada e a dedicação do GDF aos serviços de exclusiva competência do Estado.
“O Distrito Federal tem urgência em gerar emprego e renda. Quem conhece os mecanismos e tem legitimidade para promover o desenvolvimento são os empresários. O Estado tem dificultado a vida dos setores produtivos com o excesso de burocracia, com o famoso criar dificuldades para vender facilidades, além de conchavos nada republicanos, que foi a prática das últimas décadas”, afirmou o pré-candidato a Notibras.
Considerado firme em suas decisões, Paulo Chagas é visto como um militar equilibrado na análise de cenários e ponderado quando o assunto tange o intervencionismo militar: “Esse é um discurso de quem prega a desobediência civil, de quem não tem compromisso com o Brasil. Além disso, em uma democracia, todos têm o direito de competir. É a regra constitucional. Médicos, engenheiros, empresários, jornalistas, donas de casa, torneiros mecânicos, podem disputar as eleições. Militares também podem assumir o poder pelo voto”, enfatizou
Fazem parte das trincheiras do PRP os comentaristas Jorge Kajuru e José Luiz Datena. A coordenação da pré-campanha do general Paulo Chagas informa que dentro de alguns dias haverá uma solenidade para lançamento de sua pré-candidatura. Entre os hobbies do general, estão o hipismo e o motociclismo. Leitor e escritor voraz, tem seus pensamentos revelados em artigos publicados nas redes sociais. Se os demais pré-candidatos ao Buriti ainda estão examinando suas parcerias, pelo menos a sociedade sabe que agora, definitivamente, haverá um general para chamar de seu.



Fonte: Notibras
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Presidente Do PTB-DF Questiona Presidente Do PSB-DF

O presidente do PTB-DF, Alírio Neto, que também é delegado aposentado da Polícia Civil do Distrito Federal e ex-deputado distrital, decidiu responder aos ataques proferidos, em nota de repúdio, pelo presidente do PSB-DF, Tiago Coelho.  “Minha resposta para o PSB é apenas uma pergunta: De quem era mesmo o jatinho que caiu com o então presidente nacional do PSB, Eduardo Campos?”, questiona Alírio.



Fonte: Donny Silva
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Delmasso Pede Exoneração De André Brandão

Não convidem para o mesmo restaurante, o deputado distrital Rodrigo Delmasso e o governador Rodrigo Rollemberg. A crise está deflagrada desde que o parlamentar pediu a exoneração de André Brandão da presidência da TCB (juntamente com outros 30 comissionados indicados pelo novo presidente), após o mesmo ter declarado rompimento com o distrital e ter anunciado a intenção de se candidatar a deputado.  A irritação de Delmasso é visível. E a paciência também. Até agora inexplicavelmente o Buriti não atendeu ao pedido de Delmasso, que tem muitos votos, enquanto Brandão ainda não foi testado nas urnas.



Fonte: Donny Silva
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Juraci Quer Uma Cadeira Na Câmara Dos Deputados Para Defender A Indústria E O Comércio Para Geração De Novos Empregos

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
À frente de uma rede de lojas com mais de mil funcionários, Juraci Pessoa de Carvalho, 56 anos, é dono e fundador da Tesoura de Ouro, loja popular de roupas e calçados no varejo, aberta há 24 anos, com 40 filiais espalhadas por Brasília e Goiás. O cearense de Icó se orgulha em dizer que contribuiu para o desenvolvimento de Brasília: “Estou entre os 10 empresários que mais geram empregos no DF”, conta.
Juraci era servidor público da Fundação Hospitalar e em 1985, começou a comercializar roupas na Feira do Guará e, posteriormente, na feira da Ceilândia. “Eu comprava peças de confecção e vendia. Meu público sempre foi as mulheres. Com o tempo, coloquei pessoas para trabalhar pra mim nas feiras e passei a ser fornecer de camelôs. Eles compravam no atacado, no apartamento onde eu morava em Taguatinga”, lembra.
O sucesso para cativar o público era no boca a boca. “Eu era daqueles feirantes que gritavam, e eu tinha muito cliente”, conta. Segundo ele, a facilidade em vender era um traço antigo. “Meu pai tinha uma bodega, e eu ajudava desde os 10 anos de idade”, lembra.
Para iniciar a criação das lojas, o empresário fez um empréstimo. A primeira loja da Tesoura de Ouro foi no centro de Ceilândia, em 1992. Depois vieram lojas em Taguatinga, Sobradinho e Gama. Com o sucesso, veio a expansão da marca. Hoje, ele calcula que a marca tenha 50 mil clientes – quantidade de pessoas que fizeram cartão específico da loja. “Antigamente, o pessoal fazia crediário. Com o cartão fidelizamos os compradores”, explica.
Paralelamente à Tesoura de Ouro, ele foi, por cinco anos, proprietário de uma marca especializada em calçados e acessórios em Brasília, a Mrs. Foot. Ele admite que a crise atrapalhou os negócios, mas estima que recebe mais de 10 mil pessoas nas unidades por mês. “A situação é a mesma para todos os lojistas. Além disso, temos dois grandes problemas: a carga tributária e o aluguel  que, no DF, é um dos mais caros do Brasil”, explica.
Apesar das dificuldades, Juraci se diz contente e realizado com seu sucesso. “Sou muito feliz. Faço aquilo que gosto, que é comprar e vender. Sou um bom comprador e um bom vendedor”, explica. E para quem pensa que é fácil ser empresário, Juraci garante que não é bem assim. A rotina dele é agitada, são cerca de 80 horas de trabalho por semana. “É trabalhoso, mas gratificante. Além disso, faço muitas viagens todo mês. Mesmo assim, não abro mão do tempo com minha família”, diz.
Juraci se filiou ao PTB e será candidato a deputado federal. “Venci na vida com muito esforço, trabalho e dedicação, e quero colaborar  com o Brasil, promovendo ações de incentivo à indústria e ao comércio, que geram milhões de empregos e bilhões de reais no recolhimento de impostos. Quero defender o empresário e o microempreendedor que desejam crescer muito mas que ainda são reféns de um sistema arcaico e burocrata que só suga, ao invés de dar meios para crescer, para poder gerar mais empregos e tornar o Brasil uma grande nação.  Tenho bons projetos para incentivar a indústria e o comércio porque sonho com um Brasil próspero e desenvolvido”, afirmou Juraci Tesoura de Ouro.



Fonte: Donny Silva
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PSC Está Pronto!




No DF, faltam candidatos para muitos partidos. Várias siglas não conseguiram até agora montar sequer a nominata de seus candidatos. Por outro lado, o PSC se destaca por estar com uma nominata enxuta e qualificada, capaz de eleger ao menos dois deputados distritais nas próximas eleições, fruto de um trabalho inteligente capitaneado por Zenóbio Rocha e Daniel de Castro ao longo dos últimos três anos.



Fonte: Donny Silva
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Confiante E Articulador, Julio Cesar Poderá Ser Deputado Federal Em 2019

Como 32 leis aprovadas, o deputado distrital Julio Cesar (PRB) está bastante otimista com relação ao futuro. Ele será candidato a deputado federal e já conta com importantes apoios de vários segmentos da sociedade brasiliense. Com a saída do deputado federal pastor Ronaldo Fonseca (que não disputará a reeleição), o caminho ficou livre para o deputado da Universal.



Fonte: Donny Silva
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‘Só consigo pensar que estou bem’, diz vigia de carro que escapou de desabamento de viaduto


‘Só consigo pensar que estou bem’, diz vigia de carro que escapou de desabamento de viaduto
José Ferreira do Nascimento saiu do local para beber água pouco antes de parte do viaduto ceder. Foto: João Stangherlin
Jornal de Brasília
O olhar fixo na parte do viaduto que desabou não esconde o alívio do vigia de carro José Ferreira do Nascimento, 42 anos, que saiu do local para beber água minutos antes de tudo ir pro chão. O celular não parava de tocar. As ligações eram em busca de notícias dele, que trabalha há mais de 20 anos no local. “Estou bem. Foi só o susto”, dizia o homem que poderia ter sido a única vítima do desabamento, já que ninguém foi encontrado após varredura feita no local pelo Corpo de Bombeiros Militar do DF.
“Estava almoçando, era por volta das 11h50. Aí quando terminei de comer, me deu sede. Estava saindo quando ouvi o primeiro estalo. Pensei ‘o que pode ser isso?’, mas continuei caminhando para ir pro restaurante Floresta. Aí veio outro estalo e, segundos depois, caiu tudo. Saí correndo, com medo de que algo pior acontecesse”, lembra o vigia.Outros dois homens também trabalham no local. “Mas só eu estava no viaduto. Os outros tinham saído para almoçar”, conta. “Por isso, acredito que não tenha vítimas. Não vi ninguém dentro dos carros”, completa. Para Ferreira, a tragédia foi prevista pelos governantes. “O governo sabia que estava comprometido. Uns anos atrás vieram estudar, tiraram amostras, furaram o viaduto todo. Eles sabiam que a estrutura estava ruim”, aponta.
Agora, o vigia só consegue expressar o sentimento de alívio. “Eu podia ter morrido. Então, só consigo pensar que estou bem”, comemora. A incerteza, no entanto, fará parte da rotina do homem que dependia do local para sustentar a família.
Prejuízo
O prejuízo maior ficou para os donos dos quatro carros esmagados, sendo que dois ficaram totalmente danificados. Um deles foi a caminhonete do bancário Lindenberg Igor Silva, 50 anos, do modelo Hillux, da Toyota. “Estava almoçando num restaurante do lado, quando ouvi um barulho muito forte. Fui correndo ver o que era e vi a estrutura caída em cima do meu carro”, lamenta.
Apesar dos danos materiais, Lindenberg comemora a vida. “Estava lá quatro ou cinco minutos antes de cair”, conta. O que salvou sua vida foi a mudança na rotina. “Eu chego 7h30, estaciono o carro e vou trabalhar. No horário de almoço, voltei e coloquei umas coisas dentro para ir comer. Tenho o costume de descansar no carro, de 12h a 13h30, lendo, ouvindo jornal. Hoje eu tinha um curso. Fui almoçar e iria voltar para pegar o carro e ir ao curso. Se fosse um dia normal…”, supõe.
Bombeiros que solicitou socorro
O primeiro chamado veio justamente de um bombeiro que estava com o carro estacionado a menos de 50 metros do local. O sargento Anderson Pimenta de Lima, de 47 anos, estava dentro do veículo conversando com o filho no celular quando viu toda a cena. “Estava de frente pro viaduto quando ele caiu em bloco. Não passava nenhum carro na parte superior ou inferior. Após a queda, como tenho o rádio, acionei o socorro do Corpo de Bombeiros”.
Quando percebeu a dimensão da tragédia, pediu ajuda de dois policiais militares para conter os curiosos, que começavam a chegar. “Podia ter um risco de explosão, por conta do restaurante, e até de mais desabamentos. Pensei, no primeiro momento, em evitar mais problemas”, afirma. “Por alguns segundos eu não imaginava que estava vendo aquilo. Quando caí na real, fui acionar o socorro e fazer o que podia para ajudar enquanto bombeiro”, acrescenta.
Restaurante também danificado
proprietária do restaurante chamado Churrascaria Floresta, atingido pelo desmoronamento do viaduto da Galeria dos Estados, garante que todos os funcionários passam bem e que a estrutura do estabelecimento foi afetada somente em uma parte. “Só a parede de fora do restaurante que caiu”, assegura. Para ela, o pior foi o susto. “Um barulho enorme. Achei que tinha caído um carro do viaduto, que fosse um acidente”, acreditou.
No horário da queda, o restaurante estava com cerca de 30 pessoas dentro: 15 funcionários e 15 clientes. A primeira reação da mulher foi pedir para que saíssem. “Estava tirando funcionário, desligando água, luz, desligando o gás, para todo mundo ficar bem e não acontecer mais nenhum problema. Fui correr para acudir todo mundo”, relata.
Medidas emergenciais
A Defesa Civil não descarta que o outro lado do viaduto corre risco de desabar. Por isso, a área foi isolada num raio de 30 metros e os órgãos trabalhavam nesta tarde para fazer o escoramento da estrutura. Segundo o subsecretário do órgão, Sérgio Bezerra, somente um laudo técnico vai apontar . Ele deverá ser apresentado pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), responsável pelo viaduto.
“Depois que escorar, começa o trânsito de engenheiros e profissionais para fazer análises e estudos. Só a operação de escoramento leva alguns dias”, explica o subsecretário. “Vamos exigir no mínimo uns 30 dias para a apresentação do laudo, que deve conter relações de causa e efeito do desabamento”, completa.
Já o diretor do DER, Henrique Luduvice, confessou que o viaduto tinha problemas. “É preciso deixar claro que o tempo, fissuras, eventuais infiltrações e corrosão podem ter ocasionado a queda. A DER, Novacap e Sinesp atuarão conjuntamente na solução mais adequada”, aponta. Em paralelo aos serviços emergenciais, o trânsito também será alterado.
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