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Filippelli: “Reajuste não saiu antes por medidas protelatórias”

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

 

Publicado em 
Eixo Capital

Coluna Eixo Capital, por Ana Maria Campos

Causou estranheza no núcleo do governo Ibaneis Rocha o vídeo do ex-deputado e ex-vice-governador Tadeu Filippelli divulgado em suas redes sociais na última sexta-feira. O emedebista comemora o anúncio feito pelo GDF de pagamento da terceira parcela do reajuste dos servidores do DF. O que chamou a atenção foi que Filippelli não deu o mérito para Ibaneis, governador de seu partido, por quitar uma fatura suspensa desde 2015. Dá a entender que o crédito na conta dos servidores ocorrerá graças a uma decisão judicial. “Aqui em Brasília, temos motivo adicional a comemorar. O Poder Judiciário reconheceu a legalidade do aumento salarial concedido em 2013 na gestão da qual participei e cuja última parcela não foi paga até o presente momento baseando-se em medidas protelatórias”. Filippelli afirma que a “vitória será plena” quando os retroativos forem depositados na conta dos servidores.

Absolvição
A decisão a que Filippelli se refere é a da 3ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) que manteve a absolvição do ex-governador Agnelo Queiroz (PT), acusado pelo Ministério Público de ato de improbidade administrativa por conceder reajustes sem previsão orçamentária. Assim que saiu a decisão judicial, Agnelo divulgou nota defendendo a quitação da 3ª parcela do reajuste de 35 categorias. Mas o pagamento sempre dependeu de duas coisas: recursos em caixa e vontade política. O que só acontece agora, no governo Ibaneis.

Ele quer

Muita gente tem incentivado o ex-deputado Alberto Fraga a concorrer a um mandato de deputado federal. Mas, a vários interlocutores, ele diz que quer mesmo é ser candidato ao GDF.

Começar de novo…
O petista Agnelo Queiroz planeja concorrer novamente a uma vaga de deputado federal. Como Rodrigo Rollemberg, quer começar onde esteve anos atrás. O ex-governador petista estava inelegível em 2018. Mas aposta que reverterá, segundo integrantes do PT.

Plano B
Morador do Jardim Botânico, o ministro Anderson Torres aceitou convite de Rafael Prudente para participar de evento do MDB direcionado para a região, realizado em São Sebastião. De olho no União Brasil, partido que surge com a fusão do DEM e PSL, Anderson pode pensar em plano B.

Prudente X Parente
Nunca confunda Rafael Prudente com Rafael Parente. Os dois são jovens políticos promissores, filhos de figuras conhecidas na vida pública — Leonardo Prudente e Pedro Parente — e serão candidatos nas próximas eleições. Mas são de grupos opostos e provavelmente estarão em frentes antagônicas em 2022.

Liberado
O ex-secretário de Saúde Francisco Araújo Filho, alvo das Operações Falso Negativo e Ethon, não deve ser indiciado no relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL), na CPI da Covid.

Passaporte de vacinas no DF
Brasília pode ter passaporte sanitário. O deputado distrital Chico Vigilante (PT) apresentou projeto de lei instituindo a comprovação de vacinação contra covid-19 como condição para acesso e permanência no interior de estabelecimentos e locais de uso coletivo, como bares, restaurantes, shows, entre outros ambientes de lazer. Pela proposta, a exigência passaria a valer a partir de 1º de novembro, como medida de caráter excepcional. A imunização poderá ser comprovada pelo cartão de vacinação físico emitido pela Secretaria de Saúde ou pelo certificado digital, emitido pelo SUS.

Enquanto isso… Na sala de Justiça
Na eleição para a presidência da OAB em novembro, vale também uma vaga no Tribunal de Justiça do DF. O grupo vencedor terá forte influência na escolha do desembargador ou desembargadora a tomar posse na vaga de Humberto Ulhôa, que se aposenta em junho, ao completar 75 anos. Embora ele seja oriundo do Ministério Público, a vaga pertence à OAB pela alternância no chamado constitucional.

Mandou bem
Os jornalistas Maria Ressa e Dmitry Muratov ganharam o prêmio da Paz de 2021 pelo trabalho em defesa da liberdade de expressão em seus países, Filipinas e Rússia.

Mandou mal
Ao contrário do pai, que não tomará vacina contra covid-19, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) tomou a segunda dose em Brasília, mas furou a fila no posto de saúde.

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Morte de empresária no Pôr do Sol é o 17º feminicídio neste ano no DF

 

 (crédito: Reprodução/Redes Sociais)O empresário Francisco de Assis Guembitzchi não aceitava o fim do relacionamento com Olívia Makoski, que o denunciou por perseguição em 26 de setembro. Em 2021, a capital registrou 17 mortes de mulheres no contexto de violência doméstica

Feminicídio, seguido de suicídio. Esta é a principal linha de investigação da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam II) para as mortes dos empresários Olívia Makoski, 47 anos, e Francisco de Assis Guembitzchi, 55, na madrugada de ontem. Olívia entra para a trágica estatística das mulheres assassinadas em razão de gênero e no contexto de violência doméstica no Distrito Federal. Somente este ano, foram 17 casos, quatro a mais do que no mesmo período de 2020.


As informações preliminares colhidas pelos investigadores apontam que os filhos dos empresários, duas mulheres de 23 e 25 anos e um rapaz de 29, estavam em casa no momento do crime. De acordo com os relatos dos filhos, Francisco teria atirado duas vezes em Olívia e, em seguida, se matado com golpes de faca no peito e no pescoço. “Uma das filhas acordou com a irmã gritando ‘o que você fez com a minha mãe’ repetidas vezes e, quando chegou na varanda, encontrou a mãe morta e o pai andando de um lado para o outro do quintal se esfaqueando no peito e no pescoço”, afirmou o delegado plantonista da Deam II, Bruno Gomes.


Quando a reportagem chegou à residência da família, no Pôr do Sol, os corpos já haviam sido levados pelos profissionais do Instituto de Medicina Legal (IML). Os vizinhos preferiram não comentar sobre o crime ou a rotina da família. Dois homens conversavam no portão da casa. Um deles, Jason Clemente, se identificou como advogado da família e o outro disse ser sobrinho de Olívia. Ambos foram categóricos em dizer que nenhum membro da família comentaria sobre o corrido devido ao estado emocional de todos.

Em choque

O casal era dono do restaurante Querência do Sul, na QNP 30, em Ceilândia. Olívia, Francisco e os filhos estavam sempre no estabelecimento. Uma netinha do casal também circulava com frequência entre as mesas encantando os clientes. Neste domingo, pela primeira vez em anos, as portas do estabelecimento que funcionava todos os dias estavam fechadas. Durante aproximadamente 60 minutos em que a nossa equipe esteve no local, presenciou clientes chegando em busca de informações.

O crime chocou frequentadores e comerciantes da quadra, com quem Olívia e Francisco mantinham um bom relacionamento. Ninguém com quem o Correio conversou imaginava que o homem seria capaz de matar Olívia. Muito menos que eles enfrentavam uma crise no casamento. “Era um casal muito tranquilo. A mulher, super atenciosa. O homem também. Nunca presenciei grosseria entre eles”, relatou a servidora pública aposentada Luzia Elvira da Nóbrega, 57 anos. Cliente antiga, comprava a marmita diariamente no Querência do Sul.


No entanto, Olívia e Francisco viviam um momento complicado na relação, com relatos de idas e vindas. Segundo o que a polícia apurou até o momento, Francisco não aceitava o fim da união e estava inconformado com o fato de Olivia ter começado um relacionamento com outra pessoa. O casal iniciou o processo de separação há cerca de dois meses e, em 26 de setembro, a mulher denunciou o marido por perseguição.


Ao Correio, o delegado plantonista da Deam Bruno Gomes informou que a empresária havia tentado romper o casamento outras vezes, mas os dois acabavam reatando por insistência dele. Quando o denunciou este ano por perseguição, ela havia decidido dar um basta na relação. “Ela queria terminar o casamento e ele não aceitava. Ela começou um novo relacionamento e ele passou a persegui-la, para descobrir quem era a pessoa”, relatou o delegado plantonista da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Ceilândia (Deam II). Olívia pediu medidas protetivas de urgência e a Justiça concedeu. Francisco Guembitzchi deveria sair de casa e estava proibido de se aproximar ou fazer qualquer contato com ela.


Dono de uma farmácia a poucos metros do restaurante, Gustavo Ferreira, 36 anos, custou a acreditar que os vizinhos estavam mortos. “É um pessoal muito trabalhador. Para quem está de fora, parecia um casal tranquilo. Agora que ouvimos dizer que ele saía e voltava de casa. São muito queridos por aqui, não incomodavam ninguém. Foi um choque”, resumiu Gustavo.

Investigações

Policiais da Deam II reúnem elementos para traçar os últimos passos dos empresários e concluir o inquérito. “No local, foi encontrada uma arma (revólver calibre 38) e duas facas, possivelmente as usadas no crime. Mas só teremos a confirmação com o laudo pericial e, também, do IML”, pontuou delegada-chefe da unidade, Adriana Romana.


O corpo do casal foi encontrado do lado de fora da casa. O crime aconteceu por volta de 1h. O Corpo de Bombeiros tentou socorrer as vítimas, mas, quando chegou, elas estavam mortas. “Ela (Olívia) estava na área e ele um pouco mais afastado, como se fosse na parte do quintal”, detalha a delegada. Segundo informações, os filhos do casal estavam na residência com os pais, no entanto, devido ao abalo emocional, ainda não prestaram um depoimento detalhado.

  • Olívia Makoski, 47 anos, e Francisco Guembitzchi, 55, deixam três filhos
    Olívia Makoski, 47 anos, e Francisco Guembitzchi, 55, deixam três filhosFoto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
  • Cliente do restaurante do casal, Luzia Elvira ficou chocada com o crime
    Cliente do restaurante do casal, Luzia Elvira ficou chocada com o crimeFoto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
  • Olívia foi morta pelo marido na madrugada deste domingo (17/10). Homem não aceitava separação
    Olívia foi morta pelo marido na madrugada deste domingo (17/10). Homem não aceitava separaçãoFoto: Reprodução/Redes Sociais

Machismo que mata

No Brasil, três mulheres são vítimas de feminicídio a cada 24 horas, e 30 são agredidas fisicamente no intervalo de um dia, como denuncia a Agência Patrícia Galvão. Os ataques físicos são apenas parte das perversidades praticadas por homens contra suas companheiras e namoradas. Há ainda as violências psicológica, moral, patrimonial e sexual.
Assistente social e pesquisadora do grupo Violes, da Universidade de Brasília (UnB), Ana Paula Penante reforça que é necessário agir sobre a cultura do machismo. “Com a Lei Maria da Penha, tivemos um avanço na obrigação do Estado de prevenir e dar encaminhamento para a violência da mulher, mas, enquanto sociedade, não há um convencimento de que o machismo mata. A população precisa entender que esta é uma pauta social”, afirma a especialista.
Ana Paula frisa, principalmente, a importância de uma intervenção na educação dos homens. “Precisamos trabalhar desde cedo esse debate, junto às comunidades e a população, sobre a cultura de violência. Inclusive se deve dialogar com os homens, que, enquanto cidadão, costumam ter esse comportamento agressivo, de querer resolver as situações de forma violenta e se sentir proprietário da mulher”, pontua.

Revolta

Os pais da estudante de direito Milena Cristina, 24, assassinada no apartamento dela, no último sábado, no Riacho Fundo, ficaram revoltados ao saber que o assassino confesso foi indiciado por homicídio culposo (sem a intenção de matar). “É lamentável que tenha sido assim”, disse o pai de Milena, Vanderlan Souza Conrado.
Enquanto se prepara para a cerimônia de despedida da filha, Vanderlan se agarra a possibilidade, de no decorrer das investigações, com o laudo do Instituto Médico Legal (IML), o indiciamento mudar para feminicídio.
O Correio apurou que o suspeito do crime foi recolhido para a Carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE) e que a audiência de custódia deve acontecer hoje. Além disso, a partir desta semana, a investigação ficará sob a responsabilidade dos agentes da 29ª Delegacia de Polícia (Riacho Fundo), onde o crime ocorreu.

Onde pedir ajuda?

Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência — Secretaria de Políticas para as Mulheres
da Presidência da República
Telefone: 180 (disque-denúncia)

Centro de Atendimento à Mulher (Ceam)
De segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
Locais: 102 Sul (Estação do Metrô), Ceilândia, Planaltina

Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam)
Entrequadra 204/205 Sul — Asa Sul
(61) 3207-6172

Disque 100 — Ministério dos Direitos Humanos
Programa de Prevenção à Violência Doméstica (Provid) da Polícia Militar
Telefones: (61) 3910-1349 /
(61) 3910-1350

Ciclo da violência

O termo ciclo da violência doméstica foi criado em 1979 pela psicóloga norte-americana Lenore Walker para identificar padrões abusivos em uma relação afetiva. O ciclo é composto por três fases que se repetem. A primeira se refere ao chamado “aumento de tensão”, quando o agressor demonstra irritação com assuntos irrelevantes, apresenta acessos de raiva, humilha, faz ameaças. Na maioria dos casos, a vítima se culpa pelo comportamento do agressor. A segunda fase é chamada de “ataque violento”, momento no qual o agressor perde o controle e materializa a tensão da primeira fase. Vale lembrar que as agressões não são apenas físicas ou verbais. Há violações psicológicas, morais, sexuais e patrimoniais. Por último, vem a fase chamada de “lua de mel”, quando o companheiro demonstra arrependimento, diz que o episódio não vai se repetir e busca reconciliação. O agressor torna-se carinhoso e altera algumas atitudes. O ciclo se repete até que o espaço de tempo entre uma agressão e outra se torne menor e a violência cada vez mais grave.

Não se nasce mulher,  mas se morre por ser mulher

A paráfrase da célebre afirmação de Simone de Beauvoir, que dá título a este artigo, não é minha. Pertence à saudosa professora Lourdes Bandeira, uma das mais conceituadas estudiosas do tema da violência contra a mulher em nosso país, e que recentemente nos deixou.
Também não é a primeira vez que me aproprio desta lição para refletir sobre o quanto a violência de gênero que estupra, agride fisicamente, cerceia o direito de ir e vir, a liberdade de expressão e, por fim, mata, é um poder em si mesma. Uma parte do sistema patriarcal que visa garantir a custódia das mulheres mediante sua docilidade e obediência pelo medo.
Ser “bela, recatada e do lar”, assim como, propagar que “meninos vestem azul e meninas vestem rosa” são exemplos de um projeto misógino historicamente capitaneado por setores reacionários da sociedade e admitido pelo Estado que, por sua vez, garante a impunidade de perpetuadores dos mais diversos tipos de violência, das quais o feminicídio é o ápice.
Pesquisas têm apontado que o que conhecemos por feminicídio (de regra decorrentes de violência doméstica e familiar) é somente o cume do iceberg de misoginia, ou seja, de repulsa, de ódio ao feminino onde não estão computadas “todas” as mortes violentas de mulheres e de “todas” as mulheres — cis e trans.
Por isso, toda vez que nos deparamos com um novo caso de feminicídio que vem à luz, não o podemos encarar como um a mais na macabra estatística. Tampouco como mais um resultante do trágico final de um relacionamento abusivo. O que precisamos enxergar é que, ao nascermos como mulheres — repito, cis e trans — somos marcadas para morrer por esta razão. Mortes anunciadas em um país onde as demais opressões de raça e classe são também marcantes para a manutenção do discurso de setores retrógrados da sociedade e a continuidade da impunidade garantida pelo Estado.

Soraia Mendes, pós-doutora em Teorias Jurídicas Contemporâneas, professora, advogada criminalista especialista em direitos das mulheres e autora de diversas obras sobre o tema

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Sobradinho II completa 32 anos e ganha Unidade Básica de Saúde

sábado, 16 de outubro de 2021

Na próxima semana, por exemplo, será inaugurada na quadra 5 da Vila Buritizinho, uma Unidade Básica de Saúde

A nova UBS fica na quadra 5 da Vila Buritizinho. Foram investidos mais de R$ 2,7 milhões em dois anos de obras| Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília

A 26ª região administrativa do Distrito Federal comemorou aniversário na última segunda-feira, 11. Para assoprar as velinhas com felicidade, Sobradinho II recebeu presentes materializados na forma de várias melhorias e benefícios para os moradores da cidade.

Na próxima semana, por exemplo, será inaugurada na quadra 5 da Vila Buritizinho, uma Unidade Básica de Saúde. Foram quase dois anos de obras sob o comando da Novacap e investimentos do Tesouro do GDF no valor de mais de R$ 2,7 milhões. Para o administrador Osmar Felício, trata-se de grande conquista que transformará a vida de milhares de moradores daquela área da RA.

“Era uma reivindicação antiga dos moradores daquele bairro e que sempre foi negligenciada pelos outros governos”, conta. “Agora, com o governador Ibaneis, o projeto foi concretizado e vai mudar a vida das pessoas daquela região”, garante.

Para a moradora, Nívia Oliveira da Rocha, 44 anos, há dez anos vivendo na Vila Buritizinho, vai bastar atravessar a rua. Isso porque ela mora do outro lado da UBS. “Se as pessoas soubessem há quanto tempo estamos pedindo por essa UBS, agora está maravilhoso”, agradece. “Com esse ‘postinho’ aqui, nossas casas serão valorizadas, valoriza o bairro, sem falar que, precisou de atendimento, é um pulo”, brinca.

São quase mil metros quadrados de construção, com recepção e sala de espera, área administrativa e gerência, depósitos para estocagem de medicamentos, espaço destinado para atividades educativas e palestras, nove consultórios – quatro deles odontológicos -, além de salas de vacinas e curativos e, claro, banheiros. “A cidade vai crescendo e a população necessitando de mais serviços de atendimento, na área de saúde, sobretudo”, avalia o gerente de vendas, Roberto Alencar de Souza, 37 anos.

Várias melhorias

Para dar mais segurança, bem-estar e qualidade de vida para os quase 90 mil habitantes da cidade, a Administração Regional de Sobradinho II, em atuação com vários parceiros, tem promovido e intensificado várias ações de melhoria das ruas, quadras e bairros da RA. Só de calçadas na atual gestão, foram construídos 5 km. A meta é fazer mais 3 km até o final de 2022.

Boa parte dos passeios dão acesso à DF-420, uma das principais avenidas local, a uma feira itinerante e ao terminal rodoviário. “Tinha muito lugar em que era melhor andar no meio da rua”, recorda o pedreiro Antônio Silvério da Silva, 46 anos. “Já fiz muitas calçadas, elas melhoram e muito o passeio das pessoas, sei do que estou falando”, diz.

Várias melhorias

Para dar mais segurança, bem-estar e qualidade de vida para os quase 90 mil habitantes da cidade, a Administração Regional de Sobradinho II, em atuação com vários parceiros, tem promovido e intensificado várias ações de melhoria das ruas, quadras e bairros da RA. Só de calçadas na atual gestão, foram construídos 5 km. A meta é fazer mais 3 km até o final de 2022.

Boa parte dos passeios dão acesso à DF-420, uma das principais avenidas local, a uma feira itinerante e ao terminal rodoviário. “Tinha muito lugar em que era melhor andar no meio da rua”, recorda o pedreiro Antônio Silvério da Silva, 46 anos. “Já fiz muitas calçadas, elas melhoram e muito o passeio das pessoas, sei do que estou falando”, diz.

Na área de lazer, a cidade está bem servida. Só de Pontos de Encontros Comunitários já foram instalados cinco. Um sexto equipamento, em breve, irá ocupar o terreno que fica do lado da administração da cidade. Morador da Rua 8, que fica próxima à Unidade de Pronto Atendimento da cidade, o autônomo Abel Vieira, 64 anos, gosta de ficar “brincando” com os aparelhos de ginástica. “São bons, esses brinquedos. Enquanto a gente fica esperando o atendimento, vem aqui, faz um pouco de exercício, que faz parte da saúde”, comenta, maroto. “E são bonitos, coloridos, pela manhã sempre tem bastante gente se exercitando aqui”, revela.

Para o presidente da Novacap, Fernando Leite, um dos grandes parceiros das administrações regionais do DF, ajudar na manutenção das RAs é um dos papeis da empresa. “Cuidar das cidades por meio de manutenção e zeladoria é nossa missão. Em Sobradinho II, várias melhorias já foram realizadas e outras benfeitorias serão executadas”, destaca o gestor.

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HCB realiza evento em comemoração ao dia das crianças

 


O Hospital da Criança, inaugurado em 2011, realizou um evento em homenagem ao Dia das Crianças, comemorado na terça-feira, 12. A celebração contou com a presença de diversas autoridades, além da participação principal dos pequenos que fazem tratamento no HCB.

O deputado Distrital Agaciel Maia (PL-DF), esteve presente na ocasião. Em um discurso, Maia afirmou que agora a meta é modernizar o setor de hemodiálise do local. “Existem crianças que fazem tratamento três vezes por semana, durante quatro horas. Então, esse setor foi reestruturado com sala para os pais que acompanham e esperam o tratamento das crianças.”, disse.

O deputado, que normalmente destina emendas ao HCB, anunciou no evento que, em 2022, vai destinar mais R$ 8 milhões para o local. “Em 2021 eu coloquei R$ 4 milhões para montar o laboratório e criar o centro de oftalmologia. E em 2022 vou colocar mais R$ 8 milhões, para que o hospital fique cada vez melhor.”, declarou.

O Hospital da Criança é referência em atendimento e, só tende a crescer. Na ocasião, foi inaugurada a nova estrutura de terapia renal substitutiva.



FONTE: https://jornaldebrasilia.com.br/

Foto do evento 

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Agaciel Maia garante R$ 8 milhões para o hospital da Criança


 Nesta Sexta-Feira (15/10) foi comemorado o dia das crianças no Hospital da Criança de Brasília.
Foi uma festa com muitas brincadeiras e boa música.

" É uma alegria ver tantas crianças se recuperando. Tenho orgulho de ser considerado um padrinho do Hospital da Criança", disse o deputado Agaciel Maia.

Foi inaugurada uma nova estrutura de terapia renal. Mais um espaço de excelência para tratar as crianças. No evento o deputado Agaciel Maia firmou compromisso com o HCB.

"Em 2022, vou destinar mais R$ 8 milhões para o hospital", garantiu o deputado.



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Com informações do:

https://web.facebook.com/agacielmaia

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Terceira parcela do reajuste de servidores está garantida para 2022, diz Ibaneis

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

 


Compromisso de governo, medida determinada por Ibaneis Rocha para 35 carreiras terá investimento de R$ 1 bilhão ao ano na folha de pagamento

O Governo do Distrito Federal (GDF) começa a pagar, em abril de 2022, a terceira parcela do reajuste dos salários dos servidores. Ao todo, serão contemplados pelo menos 200 mil trabalhadores, entre 150 mil que estão na ativa e pouco mais de 50 mil inativos. O anúncio foi feito na tarde desta quinta-feira (14) pelo secretário de Economia André Clemente, em coletiva de imprensa no Palácio do Buriti.

Serão atendidas 35 das 43 carreiras do funcionalismo público distrital. Por terem regime próprio de remuneração, ficam de fora as forças de segurança – como o Corpo de Bombeiros e as polícias Militar e Civil, incluindo agentes e delegados -, pagas pelo Fundo Constitucional; o Procon; a Procuradoria Geral do Distrito Federal; os auditores da Receita e os defensores públicos.

O pagamento da terceira parcela do reajuste era compromisso do governador Ibaneis Rocha feito ainda em 2019 e foi possível graças ao reajuste das finanças públicas e ao ambiente fiscal favorável a investimentos criado ao longo dos últimos 2 anos e 9 meses.

“Em nossa gestão jamais se cogitou ou ouviu falar em atraso de salários. Pelo contrário, honramos os pagamentos devidos e enfrentamos uma pandemia que perdura até este momento. Ainda criamos o plano de saúde, uma demanda de décadas dos nossos servidores”, declarou o governador Ibaneis Rocha em sua conta no Twitter.

Espera

O reajuste salarial para o funcionalismo foi concedido por meio da Lei 5.192/2013. A proposta era aplicar os percentuais – que variam de acordo com cada categoria – em três parcelas anuais. As de 2013 e 2014 foram incorporadas aos contracheques dos servidores. Na gestão seguinte, já em 2015, a alegação de falta de recursos e limitações da Lei de Responsabilidade Fiscal impediram o pagamento da última parcela do aumento.

Nos próximos dias, o governador Ibaneis Rocha vai enviar à Câmara Legislativa uma mensagem solicitando um ajuste no projeto de lei orçamentária de 2022 incorporando o aumento das despesas com o reajuste da folha de pagamento.

O orçamento do GDF, que em 2019 era de R$ 40 bilhões, saltou para uma projeção de mais de R$ 47 bilhões em 2022. Já o Produto Interno Bruto (PIB), que era de 1,1% no primeiro ano de governo, está estimado em 5% para este ano. Enquanto isso, a receita de pessoal com nomeação de aprovados em concursos e pagamento de vacâncias fechou no primeiro quadrimestre de 2021 em 41,39% da receita líquida – ainda com folga do limite imposto de 44,10% para os gastos com contracheques.

De acordo com André Clemente, o cumprimento desse compromisso do governo só foi possível por todo o trabalho de construção econômica, feito desde o início de 2019, com o fortalecimento do ambiente fiscal, a atração de investimentos para o Distrito Federal, o crescimento da arrecadação e o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal e das metas que recompuseram as forças de trabalho, além de muitos ajustes tributários.

“Com a redução de impostos, conseguimos aumentar a arrecadação, trazer mais empresas, aumentar a quantidade dos postos de trabalho e nem mesmo a pandemia conseguiu inibir o crescimento e os efeitos desse ambiente econômico e fiscal favoráveis”, disse Clemente.

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Comandante-geral do CBMDF foi exonerado nesta quinta-feira (14/10)

quinta-feira, 14 de outubro de 2021
William Augusto Ferreira Bomfim foi exonerado do cargo nesta quinta-feira (14/10) -  (crédito: Divulgação/CBMDF)

Modificação foi divulgada no Diário Oficial do Distrito Federal. Quem assume a função é o então subcomandante-geral Rogério Alves Dutra


O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), William Augusto Ferreira Bomfim, foi exonerado do cargo nesta quinta-feira (14/10). A mudança aparece na edição do Diário Oficial do DF (DODF). Quem assume o posto é o subcomandante-geral, Rogério Alves Dutra. Com a troca, o coronel Edimar de Moura foi o escolhido para ocupar o cargo deixado por Dutra.

 Antes de assumir a corporação, o coronel Bomfim ocupava o posto de chefe do Departamento de Ensino, Pesquisa, Ciência e Tecnologia do CBMDF. William Bomfim é um personagem próximo do grupo político do Deputado Distrital Roosevelt Vilela (PSB). Em nota, o CBMDF disse ao Correio que as nomeações para o cargo são escolhidas pelo chefe do executivo local, Ibaneis Rocha. Leia na íntegra.

"As nomeações para o cargo de Comandante-Geral do CBMDF, por se tratar de Cargo de Natureza Política, são realizadas pelo chefe do Executivo do Distrito Federal, o Governador Ibaneis Rocha. A atual mudança no Comando do CBMDF publicada hoje promoveu a nomeação para a função mais alta da Corporação do Coronel Rogério Alves Dutra, que exercia até então a função de subcomandante-geral. O Cel Rogério Dutra tem quarenta e sete anos de idade e vinte e oito anos de serviço no CBMDF, com larga experiência operacional e administrativa".

História

William Bomfim é natural de Brasília, tem 49 anos e viveu a infância e a adolescência na região de Taguatinga. Desde jovem, o ex-comandante se interessou pela carreira militar e, com apenas 17 anos de idade, foi aprovado no concurso do CBMDF.

Bomfim possui formação acadêmica em Direito pelo Uniceub, é bacharel em Relações Internacionais pela Universidade Católica de Brasília e tem mestrado em Administração Pública pelo Instituo Brasileiro de Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) com a pesquisa Governança para resultados na Administração Pública: uma autoavaliação do CBMDF.

Além disso, ele chefiou diversos quartéis operacionais e administrativos, contabilizando mais de 300.000 km entre atividades de rotina, visitas aos quartéis, missões na capital federal e em outras unidades da Federação e nos mais de 40 países que visitou.

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Coringas

Paulo Octávio, Flávia Arruda e Rafael Prudente são potenciais vices da chapa à reeleição do governador Ibaneis Rocha. Flávia já disse que não quer. Mas uma composição política pode mudar essa possibilidade.

Paulo Octávio na vice abriria espaço para um arranjo com um nome para o Senado — cargo que ele diz querer concorrer. Já Rafael Prudente é apontado como um coringa. Pode ser candidato a deputado federal, senador, vice ou até mesmo governador, a depender do cenário. Leva o apoio do setor evangélico.


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Eleições 2022: candidaturas dos distritais movimentam a CLDF

 


Plenário da CLDF. Foto: Bruno Sodré/CLDF

Quase todos os deputados distritais buscarão a reeleição no próximo pleito. Mas tem político que pensa até no Palácio do Buriti, como Leandro Grass, e também quem prefira nem concorrer, como a petista Arlete Sampaio

O professor e sociólogo Leandro Grass sonha alto. Meros dois anos e dez meses após assumir, pela primeira vez, uma das 24 cadeiras destinadas aos deputados distritais, já pensa em despachar no Palácio do Buriti, a sede do Governo do Distrito Federal. Integrante do partido Rede Sustentabilidade e eleito com 6.578 votos, ele acredita ter capacidade e potencial para embarcar em outra seara, já em sua segunda eleição. Assim, quer deixar o Legislativo com embarque sem escalas para o Executivo.

“Infelizmente, há uma lógica na política que diz que quem tem um tamanho menor não deve lançar uma proposta maior. A gente está aqui para contrariar isso”, disse, ao Correio, o pré-candidato, que já discutiu com grupos formados por especialistas temas como habitação, mobilidade, saúde e desenvolvimento econômico. Os próximos debates serão sobre educação, meio ambiente, desenvolvimento rural e segurança, entre outros. “O objetivo dessas conversas é fazer um diagnóstico da situação de cada setor que nos ajude a montar as diretrizes do nosso programa de governo, espero que até o fim deste ano”, explica Grass.

Um voo alto, ele admite, e que terá companhia mais modesta entre a maioria de seus pares. Se os outros 23 distritais não sonham com o Buriti, pelo menos desejam continuar exercendo cargos públicos. O Correio procurou todos os 24 deputados distritais. E conseguiu respostas que indicam uma tendência de tentativa de reocupação do cargo atual, em sua quase totalidade.

Distritais como Chico Vigilante (PT), Delmasso (Republicanos) e Robério Negreiros (PSD), por exemplo, todos assumidamente candidatos à reeleição, adotam o discurso de que os trabalhos da Câmara Legislativa devem continuar com o mesmo ritmo, independentemente do ano eleitoral que se avizinha. “Serei candidato a deputado distrital. É o cargo no qual eu posso ajudar os trabalhadores do Distrito Federal, especialmente os terceirizados, que são grandes indefesos. E vou lutar bastante para ser eleito”, diz Vigilante. “Tenho participado efetivamente de discussões relacionadas às áreas de saúde, educação e segurança e acredito que tenho feito um mandato à altura da confiança dos eleitores”, afirma.

Em relação à atuação da Câmara Legislativa em ano eleitoral, o distrital afirma que sempre defendeu e continuará defendendo os trabalhos ininterruptos da Casa. “A Câmara tem que funcionar de terça a quinta-feira, com sessões deliberativas, no mínimo. No que depender de mim, isso continuará acontecendo, mesmo em ano eleitoral”, garante.

O distrital Delmasso (Republicanos) contou ao Correio que já está trabalhando para buscar a reeleição. “Acredito que precisamos continuar na defesa dos princípios da família e continuar lutando para que tenhamos uma reforma tributária no DF que possa gerar mais empregos”, disse. De acordo com Delmasso, a Casa está focada em discutir e aprovar soluções que venham reaquecer a economia sem esquecer de monitorar o andamento da vacinação no Distrito Federal.

Mais contido, Robério Negreiros (PSD) lembra que ainda falta um ano para as eleições e que o momento é de trabalhar e dar voz à população nas cidades. “A tendência é sairmos para reeleição a deputado distrital em 2022. Mas tudo somente se resolverá no futuro, após as convenções partidárias”, explicou.

Quem também tenciona candidatar-se à reeleição é Jaqueline Silva (PTB). “Pretendo continuar desenvolvendo um trabalho de resultados e, também, mais próximo das pessoas, assim como temos feito. Acredito que a Câmara Legislativa seja o caminho”, conta. A distrital afirma que o tema “eleições” ainda não esteja exercendo influência direta na rotina da casa. “Tenho desenvolvido o trabalho parlamentar com a participação direta da comunidade e é nítido que precisamos direcionar atenção para as demandas. Ainda há muito por fazer neste mandato”, defende.

Júlia Lucy (Novo) diz que seu grupo político ainda não decidiu o que fazer, mas o importante é que ela quer “continuar no jogo”. “Quero ganhar novamente, independentemente do cargo”, afirma a distrital que, provavelmente, concorrerá a um novo mandato na Câmara Legislativa. Mesma situação de Fábio Félix (PSol). O político também afirmou que concorrerá à reeleição como deputado distrital.

Câmara dos Deputados

Ao contrário da grande maioria de seus pares, há deputado distrital que busca outros rumos ou que ainda não decidiu o que irá fazer no próximo pleito. É o caso de Agaciel Maia (PL). Ao Correio, Agaciel contou que se sua colega de partido a deputada federal Flávia Arruda (PL), ministra-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, encarar uma disputa majoritária, ao Senado ou GDF, ele deve sair candidato a deputado federal. O momento, pois, é de avaliação e de compasso de espera.

Situação parecida com a vivida pela distrital Arlete Sampaio (PT). “Com certeza, eu não concorrerei à Câmara. Vou apoiar o meu chefe de gabinete, Gabriel Magno. Se dependesse do meu desejo, eu não concorreria a nada, mas estou aberta às decisões do partido”, afirmou, colocando o seu nome à disposição. Uma indefinição que não faz parte dos planos de Reginaldo Veras (PDT) que, resoluto, afirmou ao Correio que tentará uma das oito vagas à disposição na Câmara dos Deputados.

O presidente da Casa, Rafael Prudente (MDB), também é um dos que deve concorrer a mandato de deputado federal, ou até mesmo a um cargo majoritário, a depender da composição política para o projeto de reeleição do governador Ibaneis Rocha.

http://agendacapital.com.br/

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Reforma do Na Hora da Rodoviária do Plano Piloto

 

Após o evento, o governador comeu pastel na Pastelaria Viçosa e conversou com os jornalistas.

O governador Ibaneis inaugurou nesta quinta-feira (14/10) o Na Hora da Rodoviária do Plano Piloto

Com a reforma o espaço ganhou instalações mais modernas e tecnológicas, o que possibilitará mais conforto e acessibilidade a população. Outro destaque é que o espaço também disponibilizará atendimento por linguagem de sinais e bilíngue.

Nos últimos três meses, a unidade passou por uma ampla reforma, que inclui a troca de piso, banheiros, copa e substituição do sistema elétrico e do parque tecnológico. Além disso, o projeto também trouxe a criação da Sala de Descompressão para servidores e colaboradores, bem como redefinição do layout, mobiliários e divisórias, que vão possibilitar a ampliação de serviços públicos pelos órgãos parceiros e uma melhor experiência por parte do usuário.

Até 2018, o Na Hora Rodoviária contabilizava um tempo médio de espera em 27 minutos. No início da atual gestão, em 2019, a espera caiu para 15 minutos, com a implementação de novos processos e o uso de novas tecnologias. No ano seguinte, em 2020, o usuário esperou uma média de 8 minutos para ser atendido. A estimativa é que, após a reforma, o serviço fique ainda mais ágil, com tempo de espera média abaixo dos 5 minutos

O novo horário de funcionamento será das 8h às 19h, de segunda a sexta-feira. Para conferir todos os serviços presenciais e digitais disponíveis, acesse o site do Na Hora.


Com informações do Jornal de Brasília

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GDF prepara titulação para mais de 65 mil lotes

Nova portaria, publicada na quarta-feira (13), regulamenta os procedimentos necessários

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai regulamentar os procedimentos necessários para a titulação dos ocupantes de mais de 65 mil lotes já registrados. A decisão saiu em portaria publicada na quarta-feira (13).

Estes lotes originaram as chamadas cidades consolidadas, que são áreas formadas por imóveis distribuídos na década de 1980 por programas distritais de habitação ou de assentamento. Os proprietários esperaram durante 40 anos por esta medida.

A norma, publicada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) contempla os procedimentos para a regularização das cidades consolidadas, previstas na Lei Complementar nº 986/2021, mais conhecida como a Lei da Regularização Fundiária Urbana (Reurb), o que permitirá a emissão de mais de 65 mil títulos de propriedade nesses locais.

Há áreas assim em Ceilândia, Riacho Fundo I e II, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho II, Vila Varjão e Planaltina. Nesses locais, foram criadas e registradas as unidades imobiliárias, mas não houve a transferência de titularidade do lote para os atuais ocupantes.

“A portaria torna possível a efetiva aplicação da nova Lei de Regularização Fundiária no que diz respeito a uma de suas principais inovações, que é a titulação de ocupantes em áreas consolidadas, uma vez que até então não havia nenhuma norma que possibilitasse aos ocupantes atuais o recebimento do tão esperado título de propriedade”, explicou o secretário executivo de Licenciamento e Regularização Fundiária (Selic), Marcelo Vaz.

A subsecretária de Parcelamento e Regularização Fundiária da Seduh, Danielle Siqueira, destacou que a nova portaria traz ainda conceitos e procedimentos importantes para a regularização fundiária nesses locais. “Há lotes em que não houve a transferência de domínio. A regularização, nesses casos, vem permitir a titulação”, ressaltou.

Com a nova norma, há previsão de iniciar os procedimentos para a avaliação e alienação dos imóveis nas cidades, bem como organizar toda a documentação necessária para a tramitação do processo administrativo.

 A partir disso, a portaria autoriza a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) a expedir a regulamentação complementar para estabelecer os procedimentos que serão adotados internamente na empresa pública. Dessa forma, é permitido o início desses processos, o que contribuirá para a regularização das cidades consolidadas.

https://jornaldebrasilia.com.br/

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Pronto atendimento 24 horas

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

 

As redes sociais mais utilizadas no território nacional tiveram uma queda de mais de seis horas nesta segunda-feira (4). Os sistemas começaram a ser normalizados durante a noite. Alguns serviços de comunicação direta entre comunidade e Batalhão que usam estes aplicativos tiveram uma perda na transmissão de dados como vídeos, fotos e etc.
Apesar da pane das redes sociais, os serviços prestados pela PMDF não foram afetados, uma vez que o canal oficial de comunicação da Polícia Militar é o número 190. Toda a transmissão de ocorrências via telefone e rádio comunicador continuaram intactos e a PMDF continuou atendendo às ocorrências.
Cabe ressaltar que as ferramentas das redes sociais são complementares, não substituindo o serviço de telefônico do 190.


http://www.pm.df.gov.br/
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“Desunião DF”: quem vai vencer o embate?

 


Publicado em Eixo Capital

Coluna Eixo Capital, por Ana Maria Campos

União Brasil é o nome do novo partido que surge com a fusão do DEM e PSL, sacramentada ontem (6/10). Mas, em âmbito local, deveria ser Desunião DF. Há uma queda de braço entre dois grupos pela presidência regional. De um lado, o presidente do DEM-DF, Alberto Fraga, e o deputado federal Luis Miranda. De outro, o advogado Manoel Arruda, que comanda o PSL-DF, por indicação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres. Quem vencer a parada definirá os rumos da nova legenda no DF nas eleições de 2022.

Caiado até tentou…
Fraga pediu a intervenção do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, do DEM, para manter a presidência do partido. Mas o presidente nacional da nova legenda, Luciano Bivar, conta como certo manter o DF nas mãos de dirigentes do PSL. Eles deixam claro: o DEM já ficou com Goiás e não terá o DF.

Com ou sem votos
Alberto Fraga e Luis Miranda dizem que deixarão o partido, caso o União Brasil no DF fique com Manoel Arruda, do PSL. “Engraçado que quem tem votos somos nós, eu e o Miranda. O partido vai ficar com os sem-voto?”, questiona Fraga. Os dois vão disputar mandatos de deputados federais. “Eu até aceitaria que a Bia Kicis (PSL-DF) pleiteasse a presidência. Ela, pelo menos, tem votos, mas o Manoel Arruda e o Anderson, não”, reclama Fraga.

153.947
É o número de votos de Alberto Fraga e Luis Miranda nas eleições de 2018

Carreira solo
O projeto do grupo de Manoel Arruda na presidência do União Brasil-DF é eleger Anderson Torres senador e Flávia Arruda (PL) governadora. Seria a chapa bolsonarista no DF.

Sem mudanças
O ex-deputado Tadeu Filippelli recebeu convite para se filiar ao União Brasil. Mas garante que deixar o MDB não está em seus planos.

Mensalão contra mensalão

Na conversa com a cúpula do PSB, nesta semana em Brasília, Lula perguntou como está a força de José Roberto Arruda no DF. Quando foi governador, entre 2007 e 2009, Arruda manteve uma boa relação com o petista. Até que veio a Operação Caixa de Pandora, batizada de Mensalão do DEM. Para alguns aliados de Arruda, o nome era uma revanche política de petistas pelo Mensalão do PT.

Na onda bolsonarista
O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, trabalha para ter Jair Bolsonaro no PP, como forma de aumentar seu poderio no Congresso. Mesmo com a imagem debilitada e a aprovação em baixa, o presidente tem um eleitor fiel e não é pouca gente. O PP pode eleger mais deputados e senadores na onda bolsonarista — e encorpar o repasse dos fundos partidário e eleitoral. Na campanha, Bolsonaro pode não chegar a ser um tsunami como em 2018, mas certamente muitos candidatos vão surfar no projeto de reeleição.

Aliado nanico
O diretório regional do PSDB recebeu segunda-feira o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, para debate das prévias, mas o presidente da legenda no DF, senador Izalci Lucas, já declarou apoio a João Doria. O DF é um nanico como eleitor. Não tem deputados federais, distritais, governador, vice ou prefeitos que somam peso maior no resultado. O PSDB-DF conta com o voto de um senador e de filiados. Caberá a Izalci demonstrar influência para levar tucanos às urnas em 21 de novembro, quando o PSDB elegerá um nome para a corrida presidencial. Mesmo assim, é pouco. O PSDB-DF tem 18 mil filiados. Cerca de 5% do total.

No tatame tucano
Tucanos em Brasília comentaram que Arthur Virgílio Neto é valente por se manter nas prévias, sem nenhuma chance ante a João Doria e Eduardo Leite. Na verdade, ele quer divulgar sua bandeira de defesa da Amazônia e vai pegar carona nos debates do PSDB. O prefeito de Manaus se recupera de sequelas da covid. Ele passou 20 dias internado no ano passado e conta ter visto a morte de perto. Lutador de jiu-jitsu e de judô, o ex-senador deu um ippon no coronavírus. Mas vencer as prévias do PSDB vai ser ainda mais difícil.

O fator Alckmin
Nas prévias do PSDB, a participação nos bastidores do ex-governador Geraldo Alckmin vai tirar preciosos votos de João Doria em São Paulo, estado mais importante para contagem de votos. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, conseguiu, com essa ajuda, o apoio do líder do PSDB na Câmara Municipal de São Paulo, Xexéu Trípoli. Ter o senador Tasso Jereissati (CE) como cabo eleitoral também encorpa a campanha de Leite.

Corredor da morte
Batizada de PEC Gilmar Mendes, a Proposta de Emenda à Constituição 05/21 é apontada por procuradores como o fim do fim. “O MP está no corredor da morte”, escreveu o procurador Hélio Telho. O texto que deve ser votado hoje cria a possibilidade de conselheiros do CNMP reverem atos de investigação e ações de promotores e procuradores.

Velha guarda
O governador Ibaneis Rocha decidiu não ir ao jantar com Lula e caciques do MDB na casa do ex-senador Eunício de Oliveira. Ele justificou que tinha um evento no Cruzeiro para montar a nominata do MDB. “Minha presença foi cobrada”, disse Ibaneis à coluna. O presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, também não foi. Emedebistas comentavam, ontem, que o jantar era para a velha guarda do partido.

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