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As razões para a demora do PPCUB

quarta-feira, 22 de março de 2017

Tem personagem protagonista dentro do governo Rollemberg (PSB) que fala em reservado: “O PPCUB subiu no telhado. Esse ano não vota na Câmara Legislativa”. Afinal, a sociedade civil, especialmente os especialista amantes e defensores ferrenhos do tombamento, torce o nariz para o texto proposto pelo Palácio do Buriti. Mas para o secretário de Habitação e Gestão do Território, Thiago Andrade, o projeto segue tempo necessário para o amadurecimento. Em conversa sobre o assunto ele apontou os dois pontos críticos do debate: as definições das escalas urbanísticas e a polêmica portaria 166/2016 do Iphan, cujo texto deixou as associações de moradores de Brasília com o cabelo em pé, ao levantar a possibilidade de flexibilização do uso de áreas da capital, a exemplo das quadras 700.
Entre a imposição e a decisão
Apesar da polêmica, Thiago ressalta que a portaria do Iphan não é impositiva. Segundo o secretário, nada impede que o GDF, no PPCUB, deixe bem claras restrições para preservar o projeto original do tombamento. E até o momento, Andrade afiança que o GDF não planeja ferir as caraterísticas urbanísticas que tornam a capital um Patrimônio Cultural Humanidade.
Pirataria ao ar livre
A pedido do Sindicato do Comércio Varejista, a Agefis fez uma blitz no último fim de semana para combater a venda ilegal de móveis a céu aberto no DF. É que, segundo o presidente do Sindivarejista, Edson de Castro, todos os fins de semana e feriados, caminhões de vários estados chegam a Brasília e se instalam perto de shoppings, no Lago Sul, no Plano Piloto e em cidades-satélites vendendo móveis, cadeiras e camas. Não dão nota fiscal, nem recolhem tributos aos cofres do GDF. Segundo o Sindivarejista, estima-se que mais de mil móveis são vendidos ilegalmente por mês, numa concorrência predatória contra o comércio legalmente estabelecido, o que causa desemprego e falência de empresas, diz Edson.
Telma assume a presidência PROS
Na ponta dos pés, sem chamar a atenção, a deputada distrital Telma Rufino conquistou a presidência regional do PROS no DF. A parlamentar assumiu com um discurso mesclando o estilo “paz e amor” com uma leve alfinetada ao PPL, seu antigo partido o PPL. Em resumo, Telma promete espaço e voz para todos os filiados e incentivar o aumento da participação feminina na política.
Agenda econômica positiva
A secretaria de Desenvolvimento Econômico continua proporcionando uma agenda positiva para a gestão Rollemberg. Ontem, o governador assinou um decreto para a regularização de 400 empresas no Setor de Oficinas do Guará II. Em menos de um mês, a pasta entregou uma série de produtos consistentes.
Agenda esportiva positiva
A secretaria adjunta de Turismo bateu um bolão. A pasta não foi para a retranca quando perdeu a possibilidade de trazer jogos do Campeonato Brasileiro para o Mané Garrincha. Nesta semana, o Executivo conseguiu dois clássicos do carioca para o DF: Flamengo x Vasco e Flamengo x Fluminense.
Agenda urbana positiva
O programa Cidade Limpas, da secretaria das Cidades, também vem conseguindo resultados expressivos. Conforme a coluna noticiou, na edição de 14 de março, em parceria com outras áreas do GDF, a iniciativa reduziu o número de casos de dengue em Brazlândia de 1.316 em 2016, para apenas um neste ano.                
                              
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Telma assume a presidência PROS

Deputada Telma Rufino
Na ponta dos pés, sem chamar a atenção, a deputada distrital Telma Rufino conquistou a presidência regional do PROS no DF. A parlamentar assumiu com um discurso mesclando o estilo “paz e amor” com uma leve alfinetada ao PPL, seu antigo partido o PPL. Em resumo, Telma promete espaço e voz para todos os filiados e incentivar o aumento da participação feminina na política.                Fonte:jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/do-alto-da-torre / Foto: nossogama.com.br
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Dia da Água revela crise anunciada e previsível

Descoberto encerrou a terça-feira com 46,49% da capacidade, e Santa Maria com 48,62%. Foto: Kléber Lima
Manuela Rolim e João Paulo Mariano
redacao@jornaldebrasilia.com.br
No Dia Mundial da Água, a carência do recurso inibe qualquer comemoração. A data, entretanto, chama atenção dos brasilienses para um problema anunciado há dois anos: a crise hídrica no DF. Em março de 2015, especialistas já calculavam uma escassez na área em 2018, que, inclusive, se antecipou às previsões. O cenário preocupante foi ressaltado em reportagem publicada pelo Jornal de Brasília no dia 21 do mesmo mês. Na ocasião, porém, a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) negou qualquer indicativo de crise.

Para ele, a crise hídrica atual é decorrência de um período de seca intenso e prolongado, um dos maiores da história do DF. “Também contribuiu para isso o alto consumo verificado em 2016 e a chuva abaixo do esperado. Tudo isso culminou em uma crise nunca vivida na capital”, completou. Vale ressaltar que, em março do ano passado, os reservatórios atingiram 100% da capacidade.Em 2015, o presidente da companhia, Maurício Ludovice, disse que o órgão estava precavido e que não existia nenhum indício de escassez de água. Agora, em entrevista ao JBr., Ludovice sustentou que, de fato, não havia motivo para acreditar em uma crise naquele ano. “Os especialistas estavam sinalizando que a curva de demanda estava se aproximando da curva de oferta. Não por acaso, começamos a fazer os investimentos necessários no mesmo ano”, argumentou.
Ludovice ainda acusa a falta de investimento nos últimos 16 anos. . “Só a partir de 2015, a Caesb passou a investir de forma efetiva em novas fontes de água. Retomou a obra de Corumbá, que tem previsão de término para o segundo semestre de 2018. Também deu prioridade à captação do Bananal, que ficará pronta neste ano. Ao mesmo tempo, foram ampliados os investimentos para a redução de perdas – de R$ 150 milhões previstos, cerca de R$ 80 milhões já foram investidos em dois anos, principalmente na troca de redes, hidrômetros e na instalação de válvulas redutoras de pressão”, concluiu.
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  • No dia 16 de janeiro deste ano, a Caesb anunciou o racionamento de água no DF. Na época, a Barragem do Descoberto atingiu 18,94%, menor índice da história, e a preocupação com o baixo volume deve-se ao fato de o reservatório abastecer 65% da população da capital. Desde então, o rodízio ocorre em um ciclo de um dia sem abastecimento, dois dias para religar e estabilizar o sistema e três de situação normalizada. A possibilidade já havia sido ventilada em novembro de 2016, quando o nível da água do Descoberto esteve abaixo dos 20%.
Solução provisória
O coordenador do curso de Engenharia Ambiental da Universidade Católica de Brasília, Marcelo Gonçalves Resende, foi um dos que previram o cenário de dificuldades em 2015. Hoje, ele entende que a situação atual foi um teste negativo para descobrir a capacidade de oferta das águas. Além disso, houve o aumento populacional e, assim, o crescimento exponencial da demanda.
“As previsões apontavam para um momento ruim em 2018 caso as obras de Corumbá IV e do Lago Paranoá não ocorressem. Infelizmente, o problema se antecipou”, afirma.
Ele observa que o governo tenta uma solução urgente para que haja recursos até outubro, com a captação do Lago Paranoá e do sistema Bananal, mas ações definitivas devem ser pensadas. Para o especialista, também seria preciso ter mais campanhas educativas, já que há pessoas pensando que é uma crise fabricada. “Elas estão enganadas. O que é mostrado é real e verdadeiro”, enfatiza.
Resende concorda com a cobrança de multas pelo desperdício de água potável, como conscientização.
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Deputados Viram Réus Por Corrupção E Continuarão A Decidir O Nosso Destino, E O Futuro Do Distrito Federal?

Segundo o Ministério Público, Celina Leão, Raimundo Ribeiro, Júlio César, Bispo Renato e Cristiano Araújo são corruptos, praticaram o gravíssimo crime de corrupção passiva.
Por Edson Sombra/Redação/Foto: Metrópoles –
O que se espera de homens e mulheres que ocupam cargos públicos é comprometimento com a coisa pública. O atributo mínimo de um deputado deve ser a honestidade. Em 2016, nada menos que 05 (cinco) deputados distritais foram acusados de CORRUPÇÃO, de desviar dinheiro da combalida saúde pública do Distrito Federal.

Segundo o Ministério Público, Celina Leão, Raimundo Ribeiro, Júlio César, Bispo Renato e Cristiano Araújo são corruptos, praticaram o gravíssimo crime de corrupção passiva.

Desde que a acusação surgiu, os deputados sofreram medidas judiciais, como interceptações telefônicas, grampos ambientais, quebras de sigilos bancários, buscas e apreensões e conduções coercitivas. Diversas testemunhas foram ouvidas. Os, hoje, réus por corrupção se dizem inocentes e perseguidos por parte da imprensa, pelo Ministério Público e pelo governador do DF.

Os deputados acusados de corrupção contrataram alguns dos advogados mais caros da cidade. Disseram que iam desconstruir uma farsa e provar as armações do Ministério Público e do Governo do DF. Contrataram alguns blogs sujos da cidade para espalhar acusações e os defenderem nos espaços alugados, que apelidaram de imprensa alternativa. A política distrital é suja e, como se percebe, segundo o Ministério Público do DF é corrupta. Não há nada de novo entre a corrupção e jornalistas vendidos. O dinheiro sujo abre pontes e deixam todos calados e de quatro diante da roubalheira.

Mas a cantilena dos distritais, acusados de corrupção, tinha encontro marcado com a Justiça. A denúncia e as provas que a acompanham seriam enfrentadas pelos Desembargadores do TJDFT, que teriam a triste missão de dizer se existem indícios suficientes de que os deputados distritais são corruptos e se desviaram dinheiro da saúde. Os deputados Celina Leão e Cristiano Araújo tentaram evitar o encontro de suas versões e das provas com o Judiciário. Foram até o Supremo Tribunal Federal e se fizeram acompanhar da OAB/DF, mas o encontro não foi adiado. O julgamento foi mantido para o dia 21 de março de 2017.

A OAB/DF, parceira dos advogados contratados à peso de ouro, se mostrou solidária com os acusados de corrupção. Juliano Costa Couto compareceu a sessão de julgamento e deu um forte e caloroso abraço em acusados de corrupção. Durante o julgamento, o Desembargador José Divino de Oliveira chegou a se confessar surpreso com a atitude da Ordem dos Advogados do Brasil.

O relator do processo, Desembargador José Divino de Oliveira, com a simplicidade e honestidade que o caracteriza, afirmou que estava triste em julgar a ação, tão sensível ao contribuinte do DF.

A Vice-Procuradora Geral de Justiça Selma Sauerbroon afirmou que as provas são robustas e que os deputados distritais, acusados de corrupção, tentaram obstruir as provas. Pediu que eles fossem proibidos de colocar os pés na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

O advogado do deputado Raimundo Ribeiro disse, da tribuna, que a decisão dos Desembargadores poderia significar a morte política dos deputados acusados de corrupção. A frase foi infeliz, porque a corrupção na saúde significa a morte física para as vítimas.

O relator do processo afirmou, quanto à acusação de corrupção, endereçada aos deputados Celina Leão, Raimundo Ribeiro, Júlio César, Bispo Renato e Cristiano Araújo que encontrou na denúncia “plausibilidade, justa causa e indícios de materialidade e autoria”. Afirmou, sobre os atos de corrupção apontados pelo Ministério Público, que “a coisa é dramática”.

O Desembargador Belinatti, ao apresentar um voto de 19 páginas, afirmou que “a operação Drácon descortinou um esquema de corrupção envolvendo deputados distritais e servidores”. Segundo Belinatti houve “uma negociação ilícita de emendas parlamentares mediante solicitação de vantagem indevida”. Afirmou que os indícios são veementes e que as investigações continuam, porque há muito mais coisas para aparecer.

A denúncia foi recebida e os deputados distritais Celina Leão, Raimundo Ribeiro, Júlio César, Bispo Renato e Cristiano Araújo agora são réus pelo infamante crime de corrupção, praticado, segundo a denúncia, com dinheiro destinado ao pagamento de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Enquanto eles são processados por corrupção com dinheiro de UTI’s, o brasiliense pobre continua morrendo por falta de vagas de leitos de UTI’s. A relação entre a acusação e as mortes é direta.

A deputada distrital Celina Leão, acusada de corrupção com dinheiro da saúde, logo após soltou uma nota à imprensa, dizendo que a decisão do Tribunal de Justiça foi equivocada, que não existem provas, ou melhor, que as provas que existem deixam clara a sua inocência. Disse que o julgamento foi politizado e que a população está sofrendo com a injustiça que ela (Celina Leão) está sofrendo. Agradeceu a Deus.

Agora a Câmara Legislativa do Distrito Federal terá que dar uma resposta à sociedade. 05 deputados distritais são acusados de cometerem atos de corrupção com dinheiro da saúde pública. Corrupção na saúde! Será que os deputados distritais honestos – sim, eles existem – vão tolerar conviver com quem é acusado de roubar a saúde? Será que o espírito de corpo vai prevalecer sobre a decência?

Manter os processos de quebra de decoro parlamentar parados vai trazer à sociedade a clara percepção de que os 24 deputados distritais, que representam o povo, são tolerantes com a corrupção, são lenientes com a pior espécie de corrupção, aquela que rouba recursos da saúde e mata as pessoas.

Os sindicatos ligados à saúde pública também não mais possuem o direito de se aliar com deputados distritais réus por corrupção na saúde, sob pena de verem os seus discursos esvaziados. Quem defende a saúde pública não pode tolerar nem mesmo a suspeita de corrupção em tal setor, muito menos a suspeita veemente, decorrente do recebimento da denúncia.

Deputados, réus por corrupção, do ponto de vista social e político, não podem ser protagonistas do processo legislativo, da formação e discussão de leis que influenciarão os nossos destinos. Tolerar a corrupção é nos tornarmos, igualmente, corruptos, causadores de mortes.


Fonte: Blog do Sombra
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Desembargadores que julgaram a ação contra Celina Leão, Cristiano Araújo, Bispo Renato, Júlio César e Raimundo Ribeiro viram indícios da participação deles em esquema de cobrança de propina, mas rejeitaram o afastamento dos deputados


Minervino Junior, Ed Alves, Marcelo Ferreira e Antônio Cunha/CB/D.A Press
Cinco dos 24 deputados distritais agora são réus por corrupção. O Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal recebeu ontem a denúncia contra Celina Leão (PPS), Cristiano Araújo (PSD), Bispo Renato (PR), Júlio César (PRB) e Raimundo Ribeiro (PPS). Os desembargadores entenderam que há indícios suficientes de que os parlamentares participaram de um esquema de cobrança de propina para a liberação de recursos de uma emenda. Mas a Corte rejeitou o pedido do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios para que os deputados envolvidos na Operação Drácon fossem afastados até o julgamento da ação. Apesar de réus por corrupção, os representantes do DF poderão continuar exercendo os mandatos na Câmara Legislativa.

O debate sobre o caso começou às 15h. Os desembargadores julgaram primeiro um agravo interno apresentado pela defesa dos deputados Celina Leão e Cristiano Araújo. Eles entraram com recurso contra o desmembramento do inquérito, pedindo para que os acusados sem foro também fossem julgados pelo Conselho Especial. O relator, desembargador José Divino, rejeitou o recurso e foi seguido por todos os colegas. Assim, o ex-secretário-geral da Câmara Legislativa Valério Neves, o ex-diretor do Fundo de Saúde do GDF Ricardo dos Santos e o ex-secretário da Mesa Diretora Alexandre Cerqueira serão julgados pela primeira instância.
No caso de Raimundo Ribeiro, houve divergências. A denúncia contra o distrital do PPS foi aceita por um placar de 12 votos a cinco. Os magistrados que discordaram do relator alegaram que a acusação não detalha de forma adequada a participação de Ribeiro no esquema — mas a tese acabou vencida. Nos outros casos, o recebimento da denúncia ocorreu por unanimidade. Os desembargadores Silvanio Barbosa dos Santos e Fernando Habibe não participaram do julgamento porque se declararam impedidos.
O relator do processo, desembargador José Divino, afirmou que “a denúncia descreve os fatos de forma pormenorizada, individualizando as condutas de maneira precisa e determinada”. Para o magistrado, um dos elementos importantes da denúncia é o fato de os acusados terem mudado as regras de pagamento estabelecidas pelo GDF, para que as empresas de UTI furassem a fila de espera para a quitação de dívidas e fossem beneficiadas com os R$ 30 milhões da emenda. “No apagar das luzes, editaram uma lei para contornar o óbice e pagar à vista quem eles pretendiam pagar. Isso, a meu ver, é muito sintomático”, comentou Divino.
O desembargador Roberval Belinati aceitou a denúncia contra os cinco deputados e lembrou que as dúvidas que ainda persistentes sobre o caso serão esclarecidas ao longo da instrução processual. Ainda falta esclarecer quem deu dinheiro ou outras vantagens aos deputados. “A apuração do destino da propina vem sendo feita nos autos do procedimento de investigação criminal em curso”, explicou Belinati. Já Arnoldo Camanho abriu a divergência no caso do deputado do PPS. “É preciso que a denúncia exponha de maneira minimamente pormenorizada a participação dos acusados, e isso não aconteceu no caso do Raimundo Ribeiro.”
Ao receber a denúncia, o desembargador Cruz Macedo reconheceu que o recebimento da peça acusatória traz estragos políticos para os réus, mas destacou que isso não pode ser empecilho ao andamento do processo. “O recebimento da denúncia traz mácula, mas não se trata de uma condenação penal. Os parlamentares devem se submeter ao devido processo penal, e o recebimento da denúncia não pode deixar de ser feito por influenciar o futuro político dos acusados.”

Mandato

Após sete horas de debate sobre a denúncia, os desembargadores analisaram o pedido de afastamento dos réus e de proibição da entrada dos distritais na Câmara Legislativa. Por 16 votos a 1, os deputados mantiveram os mandatos. A vice-procuradora-geral de Justiça do DF, Selma Sauerbronn, defendeu que os distritais deixassem seus cargos. “Existem vários elementos que apontam para tentativas de destruição de provas. E acredito que tenham logrado êxito”, disse Selma. “Apesar da legitimidade das urnas, não se pode conferir blindagem para a satisfação do privado em detrimento do público”, acrescentou. 
Ed Alves/CB/D.A Press

O relator do processo, José Divino, que, no ano passado, havia votado pela recondução dos denunciados à Mesa Diretora, desta vez defendeu o afastamento de quatro distritais — o magistrado poupou Ribeiro. “A situação naquele momento era uma. Era o alvorecer da persecução. Não sabíamos se ia desaguar em uma denúncia”, argumentou. Divino pontuou que o quadro, agora, era diferente, já que o oferecimento da denúncia estaria respaldado por “fortes indícios de atividade parlamentar com desvio de finalidade para o alcance de fins ilícitos”. “Assim, evidencia-se o risco concreto de reiteração da atividade criminosa, bem como de prejuízo à imagem da Câmara”, completou.
O desembargador Roberval Belinati abriu a divergência. O magistrado considerou que a aplicação da medida cautelar “não seria proporcional e necessária, no momento processual”. “A complexidade da acusação indica que o julgamento final deverá ocorrer daqui a muitos anos, provavelmente. Talvez mais de cinco ou até 10”, ponderou. Belinati ainda sustentou que “a manutenção das funções dos denunciados não causará qualquer prejuízo para a garantia da ordem pública, preservando-se a imagem e a credibilidade do Legislativo local”. Os outros magistrados acompanharam esse entendimento. A desembargadora Simone Lucindo acrescentou que o Ministério Público não havia apresentado elementos conclusivos que justificassem essa excepcionalidade. “Não há justa causa”, concluiu.

Defesa

Celina Leão acompanhou todo o julgamento no plenário do Conselho Especial. Ao fim da sessão, ela comentou o resultado. “Respeitamos a decisão da Corte, mas, durante o processo, vamos ter a condição de comprovar nossa inocência. Durante o processo, vamos comprovar a armação da deputada Liliane Roriz”, comentou Celina. Raimundo Ribeiro, que também assistiu à deliberação no Tribunal de Justiça, disse que não comenta decisões judiciais. O advogado Alexandre Queiroz, que o representou no julgamento, alegou que a denúncia não tem elementos suficientes para imputar o crime de corrupção passiva ao parlamentar.
O advogado de Bispo Renato, Ticiano Figueiredo, disse que vai recorrer, porque considerou a decisão “sem fundamentação”. “Bastaria os desembargadores examinarem os autos para verificar que não houve qualquer prova da participação do deputado em qualquer ato ilícito. “Analisaremos a possibilidade de recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça)”, afirmou Ticiano.
Em nota, o deputado Cristiano Araújo disse que é “gritante” a falta de embasamento legal da denúncia. “Aguardo com tranquilidade pela oportunidade de apresentar uma coerente defesa, com clareza e transparência, amparado pelo devido processo legal, para rebater cada uma das acusações”, declarou o distrital do PSD. O advogado de Júlio César, Daniel Gerber, disse, durante a sustentação oral, que só há contra o deputado “palavras de um lobista e anotações no celular de um terceiro”.Fonte: Correio Braziliense
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BBB também é assunto de partido político

terça-feira, 21 de março de 2017
Divulgação
O diplomata e ex-chefe de gabinete de Rodrigo Rollemberg, Rômulo Neves (foto), está no paredão. O do Big Brother Brasil, reality show da Rede Globo, para onde ele foi com o intuito de ser o novo Jean Wyllys. E hoje, no fim da noite, quando o apresentador Thiago Leifert anunciar quem deve deixar “a casa mais vigiada do Brasil”, a Rede-DF vai respirar tranquila. Pois terá feito a parte dela: campanha nas redes sociais para tirar um dos outros dois “brothers” que disputam a preferência do público no programa. Rômulo, que é filiado ao partido de Marina Silva, é acusado de ser estrategista pelos companheiros de confinamento. Aqui, na vida real, os amigos sugerem, também nas redes sociais, que a TV tem manipulado as edições para que ele saia do programa.
Quem é mais popular?
Nos grupos de Whatsapp, o coordenador de Organização da Executiva Nacional da legenda e porta voz da Rede no DF, Pedro Ivo, pede que os companheiros de partido votem em Marcos, um médico galã que seria o principal adversário do diplomata no jogo. E foi até alertado por uma também partidária que era melhor mirar em Ieda, a outra emparedada, já que “o Marcos não sai de forma alguma”. E o Rômulo, será que fica?
Centro Administrativo: a réplica do GDF
O governo Rollemberg (PSB) não abaixou a cabeça para os disparos do ex-vice-governador e presidente regional do PMDB, Tadeu Filippelli, que golpeou a imagem do Buriti, ao defender a parceria público-privada (PPP) do Centro Administrativo e criticar a manutenção de aluguéis dentro do governo. A réplica foi construída a partir de ponderações da secretária de Planejamento, Leany Lemos, atual responsável pelo empreendimento parado, em Taguatinga. Guerra é guerra. Ainda mais quando o prêmio é a eleição de 2018.
Economia não confirmada
A economia com alugueis após a inauguração do centro não prospera, do ponto de vista do GDF. Segundo o governo, pelas linhas do projeto, apenas os órgãos centrais seriam transferidos para o empreendimento. Ou seja, seriam realocados somente 12 mil servidores públicos do universo de 130 mil do quadro atual. Pelas contas de Leany, neste caso, os cofres públicos seriam poupados em aproximadamente R$ 1 milhão por mês. Para a secretária, o maior volume de despesas com aluguel está concentrado em serviços de ponta, a exemplo de escolas, creches, Na Hora e administrações regionais.
Contraprestação de R$ 22 milhões
A PPP prevê o pagamento de uma contraprestação ao consórcio responsável pela obra, composto pela Via Engenharia e a Odebrecht. E, neste ponto, a gestão Rollemberg levantou
outro argumento contra Filippelli. “Cabe lembrar que o valor da contraprestação a ser paga ao consórcio seria hoje de cerca de R$ 22 milhões mensais – em valores atualizados. Nesse sentido, algo tão pontual quanto o valor do prédio a ser alugado pela Educação – que é ao que parece se referir o ex-vice-governador – e não impactaria a economia de forma significativa”, redigiu Leany.
Agaciel economizou R$ 602.495,00
Em tempos de revisão dos gastos da Câmara Legislativa com verba indenizatória e correspondência, o deputado distrital Agaciel Maia (PR) conseguiu economizar R$ 602.495,00 dos cofres públicos desde 2016, ao deixar de lado as polêmicas rubricas. Os números são do gabinete do parlamentar.
Tempo de esperar
A demora em analisar apenas a admissibilidade – não se trata de condenar – da representação contra a deputada distrital Sandra Faraj (SD) pode custar a credibilidade do presidente da Casa, Joe Valle (PDT), que chegou ao comando com o discurso de que moralizaria o Legislativo local. Até deputados próximos a ele avaliam que o pedetista está à beira de errar a mão neste episódio.
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Agaciel economizou R$ 602.495,00

Em tempos de revisão dos gastos da Câmara Legislativa com verba indenizatória e correspondência, o deputado distrital Agaciel Maia (PR) conseguiu economizar R$ 602.495,00 dos cofres públicos desde 2016, ao deixar de lado as polêmicas rubricas. Os números são do gabinete do parlamentar.                                                                                Fonte:jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/do-alto-da-torre
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Deputados do DF contestam denúncias


Celina Leão: seu afastamento da presidência facilitou a vida do governo brasiliense e mudou o equilíbrio do poder no DF. Foto: Myke Sena
Eric Zambon
eric.zambon@jornaldebrasilia.com.br
No julgamento marcado para hoje, às 13h30, no Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT), as defesas dos cinco deputados distritais investigados pela Operação Drácon apontarão irregularidades na denúncia oferecida pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT).
O MP alega que Bispo Renato Andrade (PR), Celina Leão (PPS), Cristiano Araújo (PSD), Júlio César (PRB) e Raimundo Ribeiro (PPS) receberam propina para destinar R$ 30 milhões em emendas parlamentares a leitos de UTI no final de 2015. Os advogados desqualificam a acusação e afirmam que houve cerceamento de direito de defesa durante o processo.
“O Ministério Público apresentou provas, que foram deferidas pelo Tribunal, mas o resultado é de conhecimento exclusivo do Ministério”, alega o advogado de Celina Leão, Eduardo Toledo. Segundo ele, se a denúncia não for rejeitada pela Corte, o processo deve, pelo menos, ser parado. “(Caso continue) a próxima etapa seria a defesa indicar as provas que tem de produzir. Como posso fazer isso se eu não sei com que elementos eles vão trabalhar? Não posso nem indicar testemunhas”, reclama.
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  • Outro ponto questionado pela defesa é o uso exclusivo das gravações – qualificadas como clandestinas pelos advogados dos réus – como sustentação das investigações.
  • O texto da defesa de Celina afirma que as denúncias do MPDFT foram “precipitadas”. Segundo os advogados, ainda é possível caber algum tipo de reparo a respeito do afastamento de Leão da presidência da Casa, mas esse não seria o foco por enquanto.
Celina foi afastada da presidência da Câmara Legislativa em 23 de agosto de 2016, após decisão do desembargador plantonista Humberto Adjuto Ulhôa. O magistrado entendeu que a permanência da distrital no cargo máximo da Casa atrapalharia a condução das investigações. Tiveram mesmo destino o primeiro secretário, Raimundo Ribeiro, o segundo secretário, Júlio César, e o terceiro secretário Bispo Renato Andrade. Cristiano Araújo (PSD) também foi alcançado.
O afastamento por meio de medida cautelar levantou suspeitas dos distritais por ter, em tese, facilitado a vida do Buriti. Desde o primeiro semestre de 2016 a gestão de Rollemberg vinha sofrendo com a CPI da Saúde, que apurava suposto esquema de propina também na pasta da Fazenda. Após a deflagração da chamada Operação Drácon, as atenções mudaram de foco e o Buriti conseguiu, inclusive, emplacar mais projetos na Câmara.
Caso até de adulteração
A defesa de Celina Leão e de Raimundo Ribeiro produziu peças de mais de 70 páginas em que aponta possíveis erros do MPDFT e até do Tribunal. Em certo ponto, o texto diz que o Ministério produziu uma “prova que nada prova” e ainda critica a falta de pessoas físicas ao comentar as acusações por corrupção passiva.
“Parece inacreditável, mas a denúncia pretende ser acolhida a partir da afirmação de que a suposta vantagem indevida foi solicitada ‘de empresas[…]’. Isso mesmo: de empresas, não de pessoas físicas, como se fosse possível entes fictícios externarem vontade pessoal”, ironiza a redação feita a dez mãos.
Um dos pontos cruciais para a defesa é a alteração nas transcrições das gravações feitas por Liliane Roriz (PTB) com o celular. Conforme os advogados, na versão original obtida pelo MPDFT, uma fala de Valério Neves, ex-secretário-geral da Casa, citaria Liliane, Bispo Renato e Cristiano Araújo ao esquema, sendo intercalada por um trecho ininteligível. Na apresentação para a imprensa, no entanto, os nomes de Celina e de Raimundo Ribeiro teriam sido inseridos sem base legal.
Durante todo o processo, o Ministério Público do DF tem reiterado que age dentro dos limites da Legislação e rebate as defesas.
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POLICIAIS MILITARES QUE EVITARAM SUICÍDIO AGRADECEM RECONHECIMENTO DA PMDF

“A sensação que tive no momento foi muito gratificante em salvar aquela vida. Me sinto honrado por isso. Foi uma situação muito rápida, mas senti que estava tudo sob controle, por isso sabia que teríamos êxito na abordagem.”. Essas são as palavras do tenente Wesley Eufrásio 6º BPM, referindo-se ao momento em que, junto a sua equipe, evitou o suicídio de uma mulher no viaduto da rodoviária do Plano Piloto. 
O episódio ocorreu na manhã da segunda-feira de carnaval (27/02). O tenente Wesley Eufrásio avistou, do outro lado da plataforma superior da rodoviária do Plano Piloto, uma mulher em atitude desesperada ameaçando suicidar-se. Em seguida, o tenente Wesley, o sargento Wolney e o cabo Abranches se deslocaram até o local. Durante a negociação, o tenente Wesley e o Sargento Celestino conseguiram reverter a cena e retirar a mulher da situação de risco. 
A mulher apresentava estar sob efeito de drogas e já havia sido abordada na rodoviária do entorno. 
Para o sargento Cláudio Celestino do 6º BPM, as abordagens com êxito são tão importantes quanto outras ocorrências. Ele também destaca o significado de fazer parte da corporação.
“A gente não busca glória pelo trabalho feito com sucesso. É a nossa missão. Me sinto inteiramente valorizado pela PMDF e pela sociedade que me reconhece na rua e agradece ao trabalho que prestamos a ela. Se a polícia ganhou com isso, eu ganhei muito mais por ser policial militar”, agradeceu o sargento.                              PMDF
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Mané Garrincha recebe Flamengo x Vasco neste domingo (26)

segunda-feira, 20 de março de 2017
Josemar Gonçalves
Francisco Dutra e Roberto Wagner
redacao@jornaldebrasilia.com.br
Flamengo e Vasco jogarão no Estádio Mané Garrincha, no próximo domingo (26/03), a partir das 18h30. A informação é da diretoria do Rubro-Negro. O clássico será válido pela Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Carioca.
O clássico no Mané tende a ser positivo para os dois times. Da mesma forma como o Flamengo, o Vasco cultiva uma grande torcida em terras brasilienses. Por isso, esta será uma boa oportunidade para o DF reafirmar a condição de palco atrativo para grandes partidas.Segundo a diretoria de comunicação do Flamengo, o time continua a buscar partidas no DF, a despeito do veto à venda do mando de campo no Campeonato Brasileiro, imposto pelo colégio de clubes da Série A.
O Clássico dos Milhões ocorreu três vezes desde que o Mané Garrincha foi reformado para a Copa do Mundo.
Em 2013, os clubes se enfrentaram duas vezes no estádio candango. Na 7ª rodada do Campeonato Brasileiro, vitória do Rubro-Negro por 1 x 0, diante de 61.767 torcedores. No returno, pela 26ª rodada, o resultado foi empate por 1 x 1, sob os olhares de 34.597 pessoas.
Já no ano passado, pela Taça Guanabara, o resultado de 1 x 1 se repetiu. O público desta partida não foi divulgado.
INGRESSOS
A diretoria do Flamengo está reunida para definir o valor dos ingressos. O início das vendas será nesta quarta-feira (22).
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Anvisa proíbe venda de paçoca por alto teor de substância cancerígena



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou nesta segunda-feira, 20, um lote de paçoca rolha da marca Dicel, produzida em Goiânia (GO). Os produtos interditados excediam o limite permitido de aflatoxinas, substâncias tóxicas produzidas por fungos que podem causar câncer.
Segundo a resolução, o lote 0027, fabricado em 18 de novembro do ano passado, com validade até 18 de novembro deste ano, estava impróprio para o consumo. O alimento é distribuído pela Indústria e Logística Westhonklauss Constante Ltda.
O laudo do Laboratório de Análise Micotoxicológicas, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, atestou teores de aflatoxinas acima do limite máximo tolerado para amendoim com casca, descascado, cru ou tostado, pasta de amendoim ou manteiga de amendoim.
A interdição vale para todo o território nacional.
Procurada, a Dicel informou que não havia sido notificada sobre a interdição.
Fonte: Estadao Conteudo
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Sessão solene comemora Dia Internacional da Síndrome de Down


Com música, dança e desfile de modas, a Câmara Legislativa do Distrito Federal realizou na manhã desta segunda-feira (20) uma sessão solene em homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down. A iniciativa partiu do deputado Robério Negreiros (PSDB), que ressaltou a importância do combate ao preconceito e a convivência com as diferenças. "O que diferencia os mortais é a capacidade de conviver com as diferenças. Tratar de igualdade num mundo com tanta individualidade é indispensável", disse o distrital.
O plenário da Câmara recebeu uma sessão diferente das habituais. A mesa da solenidade foi toda montada com pessoas com síndrome de down, incluindo escritores, músicos, pedagogos, dançarinos, entre outros. A sessão também contou com a participação de familiares, amigos e profissionais que atuam com a síndrome de down.
A sessão foi aberta com a execução do hino nacional por João Pedro Cantuária Tauil, que tocou uma flauta doce. Depois houve apresentação de dança, com o grupo Namastê, e desfile de moda, com a companhia "fashion inclusivo", que além de pessoas com down conta ainda com cadeirantes, surdos e outras pessoas com deficiência.
Mortes – Mas a sessão também teve momentos de reflexão. O defensor público André Soares, que tem um filho de cinco anos com down, chamou a atenção para uma realidade cruel. Segundo ele, a cada semana cerca de cinco crianças com síndrome de down morrem no DF por falta de cirurgia e tratamento cardíaco. A situação é alarmante e já foi denunciada ao Ministério Público.
A dificuldade no tratamento de cardiopatias de pessoas com down foi apontada pelo defensor público como um dos problemas mais graves no DF. Ele pediu o apoio da Câmara Legislativa para ajudar a desenvolver políticas públicas que enfrentem esta situação.
Ação – O presidente da Câmara, deputado Joe Valle (PDT), acompanhou a sessão e sugeriu a criação de um plano de ação para a Câmara com 10 pautas prioritárias para o setor. O plano contaria com as ações e os indicadores para cada uma das 10 prioridades. Ele propôs ainda a realização de um seminário para definição das 10 pautas e montagem do plano.
Valle mencionou, por exemplo, a demora de quase dois anos para a obtenção de uma consulta com um pediatra. Pare ele, esta situação precisa ser modificada com urgência e o Legislativo pode atuar junto ao Executivo para encontrar soluções.
Victor Hudson Santiago resumiu o sentimento geral sobre a solenidade. Para ele, todos devem viver com felicidade e não com tristeza. Além dos depoimentos de várias pessoas com down, a sessão ainda teve a apresentação de vídeos retratando experiências de sucesso na inserção social dos jovens.
Data – O Dia Internacional da Síndrome de Down é celebrado em 21 de março numa alusão ao cromossomo 21, que sofre a alteração genética responsável pela síndrome. A data é referendada pela Organização das Nações Unidas em seu calendário oficial e foi oficialmente oficializada em 2006. O Dia Internacional tem como objetivo dar visibilidade ao tema, reduzindo a origem do preconceito, especialmente pela falta de informação correta.
Na justificativa para realização da sessão solene, o deputado Robério Negreiros (PSDB), explica que a iniciativa é para "combater o mito que teima em transformar uma diferença num rótulo, numa sociedade cada vez mais sem tempo, sensibilidade ou paciência para o diferente".
Luís Cláudio Alves - Coordenadoria de Comunicação Social ( CLDF)
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Deputado Lira Pede A Retirada De Carnes E Demais Produtos Alterados Dos Supermercados Do DF


O deputado distrital Lira (PHS) quer explicações dos órgãos de inspeção sanitária do Distrito Federal por que não detectaram a alteração da carne vendida no DF. “Até que se prove o contrário, quero a retirada de todos os produtos relacionados aos frigoríficos envolvidos de todas as prateleiras de supermercados e hipermercados daqui do DF”, afirmou o parlamentar.
Nessa sexta-feira (17), a Polícia Federal (PF) deflagrou a operação “Carne Fraca”, que apura o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos.
De acordo com a PF, vários frigoríficos do país vendem carne vencida com produtos químicos, como ácidos, para maquiar a aparência e o cheiro do alimento estragado. Esses produtos que foram adicionados à carne são cancerígenos. Há também casos de inserção de papelão em lotes de frango e carne de cabeça de porco em linguiça.
“Essa ação é gravíssima para a saúde pública, a carne foi envenenada, está imprópria para o consumo humano”, ressaltou Lira. Para o deputado, o monitoramento de sanidade e o controle de defesa sanitária animal são extremamente importantes para a qualidade dos alimentos servidos aos brasilienses e devem ser feitos com todo o rigor. Fonte:donnysilva.com.br
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Tensão Na CLDF Atinge O Presidente

A situação do presidente da CLDF, deputado Joe Valle, é constrangedora. Ele foi eleito presidente da Câmara Legislativa também com o apoio de deputados investigados e denunciados.
Internamente,  a pressão é grande contra o parlamentar que no início do mandato à frente da CLDF, fez duros discursos em prol da ética  e transparência no legislativo do DF. Entretanto, nos últimos dias Joe mudou o tom diante dos casos dos distritais envolvidos na Operação Drácon e principalmente  de Sandra Faraj.
O sorriso fácil de Joe sumiu nos últimos dias. As próximas 48 horas serão de tensão total na CLDF.                                                                                                    Fonte:donnysilva.com.br
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