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Pesquisa Ibope: A Diferença Gritante De 50% De Ibaneis Para Rollemberg

quinta-feira, 18 de outubro de 2018
Por Fred Lima

Foi quase um milagre a passagem do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) para o segundo turno. O número excessivo de postulantes contribuiu, bem como, a fragilidade jurídica de algumas candidaturas, como a do deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF). Ademais, quando se tem a máquina na mão, as coisas se tornam mais fáceis.
Só que uma coisa é ir ao segundo turno, outra, vencer o pleito. Com uma alta rejeição e pífio crescimento, Rollemberg dificilmente conseguirá reverter nas urnas a diferença de 50% para o candidato Ibaneis Rocha (MDB), como apontou a pesquisa Ibope, divulgada nesta quarta-feira (17). De acordo com o levantamento, o ex-presidente da OAB/DF aparece com 75% dos votos válidos – os que excluem brancos e nulos –, contra 25% do atual governador.
A rejeição a Rodrigo pode ser explicada da mesma forma que a de Fernando Haddad (PT): faltou autocrítica para reconhecer os graves erros cometidos nos últimos três anos e meio, o que inclui a falta de diálogo com a sociedade. O chefe do Buriti fez um governo provinciano, que agradou apenas a nata da elite brasiliense. Não é à toa que venceu somente na Asa Sul e na Asa Norte.
Terra arrasada.

Sobre a pesquisa
  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Entrevistados: 204 eleitores
  • Quando a pesquisa foi feita: 14 a 16 de outubro
  • Registro no TRE: DF-05023/2018
  • Registro no TSE: BR‐04848/2018
  • Nível de confiança:95%
  • Contratante da pesquisa:TV Globo
  • nível de confiançada pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 3 pontos, para mais ou para menos.

Fonte: Blog do Fred Lima
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CPI Da Pedofilia Convoca Coletiva De Imprensa Após Apreensão De Celulares Usados Para Expor Fotos De Menores Em 145 De Grupos De WhatsApp


A CPI da Pedofilia, presidida pelo deputado Delmasso (PRB), realizará nesta quinta-feira (18), uma coletiva de imprensa sobre a Operação Erástes que investiga uma rede de abuso sexual infantil no Distrito Federal. Nos celulares apreendidos foram encontradas mensagens com a divulgação de imagens pornográficas de crianças e adolescentes.
Foram apreendidos 15 celulares, com 145 grupos de WhatsApp, com uma média de até 200 participantes, onde eram postadas imagens com conteúdo sexual infantil. A Operação foi batizada de Erástes, porque na Grécia Antiga, Erástes era um homem aristocrata que se relacionava com um menor de idade.
Segundo a UNICEF, em dados de 2010, cerca de 250 mil crianças estão prostituídas no Brasil. Para o deputado Delmasso, o lugar de crianças e adolescentes é na escola. “Essa cultura de exploração do trabalho sexual infantil não pode se firmar no DF e vamos investigar e prender esses criminosos”, afirmou.
A CPI também realizou a segunda Fase da Operação Crisálida que investigou o aliciamento de menores em regiões carentes do Distrito Federal e Entorno, para fins de exploração sexual. Foi identificado o uso de salas de bate-papo virtuais e sites de relacionamento para a divulgação de adolescentes para atuarem como “garotas de programa”.
Já na Crisálida, as denúncias apontam que páginas em redes sociais oferecem programas sexuais com adolescentes com valores de até R$ 2 mil. De acordo com as investigações a organização criminosa age no Distrito Federal e no Entorno e os suspeitos também ofereciam drogas aos menores explorados.
SERVIÇO
Data: 18/10
Hora: 14h30
Local: Sala de Comissões Pedro de Souza Duarte
Câmara Legislativa do DF
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PTB-DF Diz Não A Rollemberg E Decide Apoiar Ibaneis Ao GDF

quarta-feira, 17 de outubro de 2018
O presidente do PTB-DF,  Alírio Neto decidiu apoiar Ibaneis Rocha (MDB) nesta segunda fase da disputa. Alírio e demais dirigentes da executiva da legenda se reuniram nesta quarta-feira (17/10) para definir o rumo a ser tomado. Por unanimidade, decidiram-se pelo emedebista.
“A expectativa é que esses projetos sejam incorporados no plano de governo para que ele seja aperfeiçoado”, afirmou o petebista que formalizou cinco propostas a serem apresentadas a Ibaneis nesta quinta-feira (18). Os pontos listados tratam da transformação da Residência Oficial de Águas Claras em um centro de referência para o tratamento de pessoas com deficiência, a implantação de postos do Na Hora nas administrações regionais, a utilização da mão de obra carcerária com cursos profissionalizantes, a criação de um aplicativo pra melhorar atendimento da Saúde e o retorno do Programa de Atendimento às Vítimas de Violência (Provítima).
“Ouvimos as ponderações de nosso presidente Alírio Neto e concordamos que não dava para acreditar em Rollemberg, que não costuma valorizar, ouvir e respeitar aliados e principalmente a população. Decidimos pelo melhor para o Distrito Federal, que é o doutor Ibaneis Rocha, com quem temos diálogo e respeito mútuo”, afirmou Walisson Perônico, secretário-geral do PTB-DF.




Fonte: Metrópoles
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Agaciel Maia continua sendo o distrital mais atuante da Câmara

O trabalho não pára
Agaciel Maia presidiu na manhã desta Quarta-Feira (17/10), a Audiência Pública da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças sobre Metas Fiscais para discutir o Relatório de Gestão Fiscal Referente ao segundo quadrimestre de 2018 no Distrito Federal.
Recebeu também representantes da Associação dos Especialistas em Saúde que aguardam chamamento da Secretaria de Saúde para o ano de 2019.                               
Fonte:facebook do deputado 

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Tapetão: composição de deputados eleitos no DF vai parar na Justiça Cinco distritais podem dar lugar a adversários na Câmara Legislativa, e outros três parlamentares alterados no Legislativo Federa

O Plenário do STF ainda não julgou em definitivo a liminar do ministro. Por isso, de acordo com a Assessoria de Comunicação do Supremo, a decisão deve ser seguida pelas demais instâncias do Judiciário até o resultado final — que ainda não tem data para ser definido. A Adin foi ajuizada, na época, pela Procuradoria Geral da República (PGR) com o intuito de manter a diversidade partidária.
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF), por sua vez, disse ter usado o sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para determinar quem são os candidatos eleitos e não vê falha na proclamação do resultado. De toda forma, o órgão diz que pode consultar o TSE sobre a manutenção ou não do resultado.
DivergênciaA diferença entre as regras está focada na divisão das últimas cadeiras — que sobram depois dos cálculos utilizados para definir os candidatos eleitos de cada coligação. De acordo com a liminar, as vagas remanescentes só poderiam ser distribuídas aos partidos que ultrapassaram o quociente eleitoral (número de votos válidos divididos pela quantidade de cargos disponíveis). No entanto, o TRE-DF manteve a regra imposta pela Lei nº 13.165/2015.
O processo que corre no Tribunal Regional Eleitoral pode atingir, pelo menos, cinco distritais eleitos. Perderiam o mandato: Júlia Lucy (Novo), Sargento João Hermeto (PHS), Daniel Donizet (PRP), Fábio Félix (PSol) e Leandro Grass (Rede). Para o lugar deles iriam: Luzia de Paula (PSB), Wellington Luiz (MDB), Gutemberg Fialho (PR), sargento Cláudio Bonina (PMN) e Anderson Borges (PP).
O Novo prepara uma contestação da tese defendida por Paulo Goyaz. “Assim que formos chamados a nos pronunciar iremos entrar com uma representação para contestar o pedido. Não acredito que ela vá prosperar, pois confio na Justiça”, disse Julia Lucy ao Metrópoles.
Na Câmara dos Deputados, seriam diplomados o Professor Pacco (Podemos), Maria de Lourdes Abadia (PSDB) e Laerte Bessa (PR) nas vagas de Érika Kokay (PT), Bia Kicis (PRP) e Celina Leão (PP).
MudançasSegundo o artigo 4º da Lei nº 13.165/2015, que alterou o Código Eleitoral, para obter de forma direta uma cadeira no legislativo os candidatos precisariam alcançar 10% do quociente eleitoral – que é o número de votos válidos dividido pelo número de cadeiras.
De acordo com a liminar e o pleito do advogado, as vagas remanescentes devem ser distribuídas somente aos postulantes dos partidos que atingiram o quociente eleitoral, em vez de serem destinadas a todos os candidatos que atenderam a nova regra dos 10%, mas que as coligações ficaram abaixo do índice.
Na avaliação do ministro Dias Toffoli, à época da decisão liminar, o novo artigo causaria desajustes na composição dos legislativos, pois o partido que alcançasse primeiro o quociente eleitoral ficaria com todas as cadeiras restantes, até o limite de votos deixados pelas sobras.
Outro casoO PTB também tenta reverter o resultado na Justiça. O partido teve 32 candidaturas rejeitadas pelo TRE-DF por problemas nos registros de candidatura de seus filiados. Caso tenha sucesso no pleito, a legenda elegeria Jaqueline Silva, que entraria no lugar de Telma Rufino (Pros).
O processo foi levado ao TSE e, nesta segunda-feira (15/10), o advogado do PTB no caso, Francisco Emerenciano, pediu à Corte que julgue todos de uma só vez. A previsão é de que a matéria entre em pauta ainda nesta semana.
O Plenário do STF ainda não julgou em definitivo a liminar do ministro. Por isso, de acordo com a Assessoria de Comunicação do Supremo, a decisão deve ser seguida pelas demais instâncias do Judiciário até o resultado final — que ainda não tem data para ser definido. A Adin foi ajuizada, na época, pela Procuradoria Geral da República (PGR) com o intuito de manter a diversidade partidária.
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF), por sua vez, disse ter usado o sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para determinar quem são os candidatos eleitos e não vê falha na proclamação do resultado. De toda forma, o órgão diz que pode consultar o TSE sobre a manutenção ou não do resultado.
DivergênciaA diferença entre as regras está focada na divisão das últimas cadeiras — que sobram depois dos cálculos utilizados para definir os candidatos eleitos de cada coligação. De acordo com a liminar, as vagas remanescentes só poderiam ser distribuídas aos partidos que ultrapassaram o quociente eleitoral (número de votos válidos divididos pela quantidade de cargos disponíveis). No entanto, o TRE-DF manteve a regra imposta pela Lei nº 13.165/2015.
O processo que corre no Tribunal Regional Eleitoral pode atingir, pelo menos, cinco distritais eleitos. Perderiam o mandato: Júlia Lucy (Novo), Sargento João Hermeto (PHS), Daniel Donizet (PRP), Fábio Félix (PSol) e Leandro Grass (Rede). Para o lugar deles iriam: Luzia de Paula (PSB), Wellington Luiz (MDB), Gutemberg Fialho (PR), sargento Cláudio Bonina (PMN) e Anderson Borges (PP).
O Novo prepara uma contestação da tese defendida por Paulo Goyaz. “Assim que formos chamados a nos pronunciar iremos entrar com uma representação para contestar o pedido. Não acredito que ela vá prosperar, pois confio na Justiça”, disse Julia Lucy ao Metrópoles.
Na Câmara dos Deputados, seriam diplomados o Professor Pacco (Podemos), Maria de Lourdes Abadia (PSDB) e Laerte Bessa (PR) nas vagas de Érika Kokay (PT), Bia Kicis (PRP) e Celina Leão (PP).
MudançasSegundo o artigo 4º da Lei nº 13.165/2015, que alterou o Código Eleitoral, para obter de forma direta uma cadeira no legislativo os candidatos precisariam alcançar 10% do quociente eleitoral – que é o número de votos válidos dividido pelo número de cadeiras.
De acordo com a liminar e o pleito do advogado, as vagas remanescentes devem ser distribuídas somente aos postulantes dos partidos que atingiram o quociente eleitoral, em vez de serem destinadas a todos os candidatos que atenderam a nova regra dos 10%, mas que as coligações ficaram abaixo do índice.
Na avaliação do ministro Dias Toffoli, à época da decisão liminar, o novo artigo causaria desajustes na composição dos legislativos, pois o partido que alcançasse primeiro o quociente eleitoral ficaria com todas as cadeiras restantes, até o limite de votos deixados pelas sobras.
Outro casoO PTB também tenta reverter o resultado na Justiça. O partido teve 32 candidaturas rejeitadas pelo TRE-DF por problemas nos registros de candidatura de seus filiados. Caso tenha sucesso no pleito, a legenda elegeria Jaqueline Silva, que entraria no lugar de Telma Rufino (Pros).
O processo foi levado ao TSE e, nesta segunda-feira (15/10), o advogado do PTB no caso, Francisco Emerenciano, pediu à Corte que julgue todos de uma só vez. A previsão é de que a matéria entre em pauta ainda nesta semana.                                                                                         https://www.metropoles.com/
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Ibope Para Presidente, Votos Válidos: Bolsonaro, 59%; Haddad, 41%

terça-feira, 16 de outubro de 2018
Por G1
Ibope divulga primeira pesquisa de intenção de voto para presidente no segundo turno
Jornal Nacional
Ibope divulga primeira pesquisa de intenção de voto para presidente no segundo turno
Ibope divulga primeira pesquisa de intenção de voto para presidente no segundo turno
O Ibope divulgou nesta segunda-feira (15) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado no sábado (13) e domingo (14) e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.
Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:
Pesquisa Ibope - 15 de outubro - segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1Pesquisa Ibope - 15 de outubro - segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope – 15 de outubro – segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1
Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:
  • Jair Bolsonaro (PSL): 52%
  • Fernando Haddad (PT): 37%
  • Em branco/nulo: 9%
  • Não sabe: 2%
Pesquisa Ibope - 15 de outubro - segundo turno das eleições presidenciais — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope – 15 de outubro – segundo turno das eleições presidenciais — Foto: Arte/G1

Rejeição

A pesquisa também apontou o potencial de voto e rejeição para presidente. O Ibope perguntou:“Para cada um dos candidatos a Presidente da República citados, gostaria que o(a) sr(a) dissesse qual destas frases melhor descreve a sua opinião sobre ele”?
Jair Bolsonaro
  • Com certeza votaria nele para presidente – 41%
  • Poderia votar nele para presidente – 11%
  • Não votaria nele de jeito nenhum – 35%
  • Não o conhece o suficiente para opinar – 11%
  • Não sabem ou preferem não opinar – 2%
Fernando Haddad
  • Com certeza votaria nele para presidente – 28%
  • Poderia votar nele para presidente – 11%
  • Não votaria nele de jeito nenhum – 47%
  • Não o conhece o suficiente para opinar – 12%
  • Não sabem ou preferem não opinar – 2%

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Entrevistados: 2506 eleitores em 176 municípios
  • Quando a pesquisa foi feita: 13 e 14 de outubro
  • Registro no TSE: BR‐01112/2018
  • Nível de confiança: 95%
  • Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”
  • nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.                                  http://donnysilva.com.br/
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Adalberto Monteiro Comemora Crescimento Do PRP-DF

O presidente do PRP-DF, Adalberto Monteiro, que apoiou intensamente Rodrigo Rollemberg (PSB) na disputa ao Buriti em 2014 e que depois foi abandonado e ignorado pelo socialista, hoje está sorrindo a toa. Explico: Adalberto lançou o general Paulo Chagas ao Governo do DF, que chegou em quarto lugar no primeiro turno. Além disso, o PRP-DF fez uma deputada federal, Bia Kicis, e um deputado distrital, Daniel Donizet. E ainda ajudou levar Bolsonaro para o segundo turno da eleição presidencial.
“Nunca gostei de menosprezar ninguém, porque não há nada melhor do que um dia atrás do outro e uma eleição no meio. Nosso partido cresceu muito e mais ainda crescerá nos próximos anos. O PRP está dando o troco em alguns que o ignoraram num passado recente. Mas aí está o resultado para quem quiser ver. Saímos vitoriosos neste primeiro turno das eleições e haveremos de vencer também no segundo turno com nosso presidente Bolsonaro e aqui no DF com o nosso futuro governador Ibaneis Rocha”, afirmou Monteiro.                                                                  http://donnysilva.com.br
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. Pesquisa mostra Ibaneis a um passo do Buriti com 75,3 % dos votos válidos

Ibaneis Rocha em evento com líderes evangélicos no Kubitschek Plaza Hotel. Foto: Agenda Capital.
De acordo com levantamento do Instituto Opinião Política encomendado pelo jornal CB, o candidato emedebista atinge 75,3% dos votos válidos. Rollemberg aparece 24,7%
Por Redação – CB
Se a eleição fosse nesta terça-feira (16/10), Ibaneis Rocha (MDB) venceria com folga a disputa ao Palácio do Buriti. É o que indica pesquisa do Instituto Opinião Política, encomendada pelo Correio Braziliense, que avalia o cenário para o segundo turno da corrida ao Governo do Distrito Federal. O emedebista, que saiu na frente em 7 de outubro, aparece com 75,3% dos votos válidos. O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) tem 24,7%. Esses índices são calculados excluindo-se os votos brancos, nulos e indecisos.
Significa dizer que a cada quatro votos a candidatos na capital do país, três serão destinados ao ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no DF. Concluída uma semana depois da votação do primeiro turno, a sondagem mostrou que apenas 2,8% dos eleitores, a essa altura, ainda não tomaram partido na disputa. Esse percentual aparece na consulta estimulada, em que Ibaneis tem 67,4% e Rollemberg, 22,1%. Os votos brancos, nulos ou de nenhum candidato somam 7,7%.
O eleitorado de Ibaneis aparece consolidado na pesquisa espontânea, quando o entrevistador pergunta a preferência do cidadão, sem exibir uma cartela com os nomes dos dois candidatos. Nesse cenário, o emedebista aparece com 60,8%. O mesmo efeito ocorre com Rollemberg, ou seja, o percentual dos que o apontam como o preferido é semelhante ao registrado na sondagem estimulada: 19,4%. Outros 10,3% não souberam avaliar e 9,4% não querem nenhum dos nomes ou vão de votos brancos ou nulos.                            http://agendacapital.com.br
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Eleição de Leila volta a afastar Chico Leite de Rollemberg

O deputado distrital Chico Leite, da Rede Sustentabilidade, demonstrou nos últimos meses ser um exemplo acabado desse oportunismo. Em menos de um ano, em função apenas de seus interesses, Chico Leite fez seu partido romper, reatar e romper de novo com o governador Rodrigo Rollemberg, do PSB. Tudo isso graças ao domínio que exerce sobre as instâncias de decisão da Rede, embora não conte com a simpatia da maioria dos militantes.
Liderada por Marina Silva, a Rede foi constituída com a proposta de ser um novo tipo de organização partidária, democrática, aberta e moderna. Em Brasília, porém, tornou-se um partido igual a tantos outros, com um cacique que mantém seu domínio graças ao mandato de deputado distrital e a seus fiéis servidores comissionados, espalhados pelas instâncias que decidem.
O controle exercido pelo distrital Chico Leite sobre a Rede é semelhante ao que tantos outros exercem em vários partidos. A diferença é que as demais legendas em que os caciques imperam não têm a proposta de renovar a política e construir um partido diferente. No PDT, por exemplo, o também distrital Joe Valle exerce o comando graças a seu mandato de distrital e, em boa parte, aos servidores comissionados que mantém na estrutura partidária. Mas o PDT nunca foi um exemplo de democracia interna.
Chico Leite e Joe Valle ficarão sem mandato parlamentar nos próximos quatro anos, o primeiro porque foi derrotado na eleição para o Senado e o segundo porque, talvez prevendo a derrota, desistiu das anunciadas candidaturas para governador e para senador. Assim, provavelmente ambos perderão o comando sobre seus partidos, abrindo, quem sabe, a possibilidade de haver democracia interna na Rede e no PDT.
Rompe, volta, rompe
No final de 2017, quando já se via que o governador Rodrigo Rollemberg teria grandes dificuldades para ser reeleito, Chico Leite pregou o rompimento com o governo e a entrega dos cargos exercidos por filiados. Sua motivação foi eleitoreira: articulava-se, à época, uma coligação de centro-esquerda que teria Joe Valle como candidato ao governo e ele ao Senado. O PDT, de Valle, também rompeu com o governo Rollemberg para favorecer a candidatura de seu cacique.
Havia um grupo minoritário na Rede que igualmente defendia o rompimento com o governador, mas que propunha o lançamento de um candidato próprio ao governo, para dar sustentação local à candidatura de Marina à presidência e favorecer a eleição de um deputado federal e pelo menos dois distritais. Nesse grupo estava o único distrital que veio a ser eleito pela Rede, Leandro Grass.
CHICO LEITE, PORÉM, INSISTIA NA COLIGAÇÃO COM JOE VALLE, ALEGANDO HAVER UM COMPROMISSO ENTRE AMBOS: UM DELES SERIA CANDIDATO AO GOVERNO E OUTRO AO SENADO. COMO CHICO LEITE QUERIA O SENADO, ESTAVA TUDO BEM – ATÉ QUE JOE VALLE O TRAIU, ANUNCIANDO QUE NÃO SERIA MAIS CANDIDATO A GOVERNADOR E, SIM, AO SENADO, MAS NA COLIGAÇÃO LIDERADA POR JOFRAN FREJAT, DO PR. OS DOIS PASSARAM DE ALIADOS A ADVERSÁRIOS.
Chico Leite então se colocou como candidato ao governo, mas sem assumir efetivamente essa condição. Foi apenas uma maneira de impedir o lançamento de outro candidato ao governo pela Rede, ou por um dos partidos potencialmente aliados – PDT, PCdoB e PPL — enquanto ele articulava o apoio a Rollemberg, favorecido pela presença no governo de seu irmão, Valdir de Oliveira, secretário de Economia.
Ao aprovar na Rede o apoio ao governador e sua presença na coligação, Chico Leite mais uma vez se impôs com a maioria que tem nos órgãos decisórios, garantida por servidores de seu gabinete e aliados conquistados graças aos benefícios dados pelo mandato parlamentar. A minoria, que na verdade é maioria no partido, se opôs a essa aliança, que escondeu a Rede dos eleitores e prejudicou a eleição de deputados pelo partido.
O QUE CHICO LEITE NÃO ESPERAVA É QUE, NOS ÚLTIMOS MOMENTOS ANTES DO REGISTRO DAS CHAPAS, O GOVERNADOR LANÇASSE PELO PSB A CANDIDATURA AO SENADO DE SUA EX-SECRETÁRIA LEILA BARROS, A LEILA DO VÔLEI. ATÉ AQUELE MOMENTO, A CANDIDATA À SEGUNDA CADEIRA NO SENADO SERIA A EX-SECRETÁRIA LEANY LEMOS, E LEILA POSTULARIA A CÂMARA LEGISLATIVA.
Leila logo assumiu a liderança da disputa, o que muito provavelmente não aconteceria com Leany, e Chico ficou para trás. O governador, buscando não só a vitória de Leila como o impulso que ela poderia dar à sua candidatura ao governo, jogou mais recursos na campanha dela, e Chico Leite ficou no sétimo lugar, com apenas 7,43% dos votos.
Foi alegando a preferência de Rollemberg por Leila que Chico Leite, que havia rompido e reatado com ele para favorecer sua candidatura ao Senado, resolveu romper de novo com o governador. Agora, apenas por vingança. Com a maioria que tem no comando regional, não teve dificuldades em aprovar o rompimento, apesar de estar contrariando uma decisão de convenção do partido.
Alguns militantes, porém, protestaram contra mais essa manobra do cacique Chico Leite. Entre eles, um dos porta-vozes da Rede, Pedro Ivo, e o distrital eleito Leandro Grass, que mostraram a incoerência da decisão. Grass, que não queria estar na coligação de Rollemberg, se dispõe a manter o apoio ao governador desde que ele concorde em não nomear nenhum deputado distrital ou indicados por ele para cargos no governo, o que dificilmente conseguirá.
Marina teve apenas um por cento dos votos, a Rede elegeu somente um deputado federal e não conseguiu superar a cláusula de barreira, o que lhe tira o acesso ao fundo partidário. Por isso, agora está abrindo discussões internas e com outros partidos para sobreviver. Há a alternativa de se fundir com outra legenda ou juntar-se em uma frente, mantendo a identidade própria.
Em Brasília, Leandro Grass, como único eleito, terá o papel de protagonista que teve Chico Leite. Os comportamentos de ambos, porém, são bem distintos, pois Grass, ao contrário do distrital derrotado, representa o espírito de democracia interna, abertura à sociedade e modernidade política que formaram a Rede.
Fonte: Metropolis
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